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Dez 10

Mourinho acusou Manuel Preciado, o técnico do Gijón, de haver entregue os três pontos ao Barcelona no jogo que opusera a equipa de Guardiola à de Preciado. Preciado deveria agora perguntar a Mourinho por que razão este se deixou derrotar assim pelo Barcelona?

 

Via Vias de Facto

publicado por José Manuel Faria às 23:06

"Tal como aconteceu aquando da discussão do Orçamento em vigor, o de 2010, também agora a coligação fala de um documento que considera altamente empolado. “Do lado da receita corrente (21.000.000) mantém a profecia”, atirou Miguel Machado. O político evocou ainda a receita de capital: “Temos uma novidade. Vendas de bens de investimento no valor de 2.545.000 euros, ou seja, o Executivo PS está a prever vender o Edifício do Castelo”. Ainda relativamente às receitas de capital, o porta-voz assegurou que o Orçamento 2011 prevê “um aumento total de 5.000.000 para 17.000.000, quando até 15 de Setembro deste ano, o valor arrecadado era de 1.500.000”.

 

Por considerar que neste documento está patente “a senda da fuga em frente, o ilusionismo político, o empolamento de receitas e o irrealismo aflitivo do autarca Dinis Costa”, a coligação, através de Miguel Machado, garantiu desde já que “não fará qualquer proposta” tendo em vista o Orçamento Municipal, dado defender que este documento “não tem nenhuma sustentação histórica e demonstra uma enorme falta de respeito pela gestão democrática da coisa pública”. Já a terminar, Miguel Machado fez um apelo a Dinis Costa: “Nunca esqueça que não herdou uma “confraria”, como diz, tentando fugir às suas responsabilidades. Fez parte dela, contribuiu para ela e será responsabilizado por ela. Disso não tenha a menor dúvida”."

 

In Rádio Vizela

 

- Em Vizela não há crise: Mais 5 milhões de euros!

publicado por José Manuel Faria às 15:24

publicado por José Manuel Faria às 11:41

"A crise global combinada com a política de austeridade total prometida pelo Governo vai atirar Portugal para uma recessão em 2011 (uma queda de 1% do produto) e empurrar o desemprego para níveis históricos. Os ordenados do privado vão estagnar, perdendo poder de compra, e o corte na massa salarial no sector público será superior a 11%, o mais violento de sempre e o maior dos 27 países da União Europeia (UE)."

 

Recessão económica, desemprego, baixos salários, diminuição da procura interna, euro forte, dificuldade em exportar, diminuição das receitas, necessidade de comprar dinheiro a altos juros altos, aumento da dívida: Um círculo assustador. Portugal tem a curto prazo de construir uma equipa de "puros" para combater a fuga ao fisco e à economia paralela: urge um aumento de receitas e cortes na despesa (centenas de hipóteses ) sem tocar no Estado Social.

 

Os abusos patronais estão a atingir os limites do compreensível, há necessidade de impor justiça e dignidade: salários abaixo dos 450 euros, 10 horas de laboração sem pagamentos extra e pressão psicológica são o "pão nosso de cada dia" no Vale do Ave.

publicado por José Manuel Faria às 10:22

publicado por José Manuel Faria às 10:08

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