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Dez 10

 

Os funcionários públicos açorianos que têm vencimentos entre 1 500 e 2 000 euros necessitam -segundo Carlos César (PS) presidente dos Açores -, de uma compensação monetária (reposição do salário) tendo em conta a crise económico/financeira que vivem. Este político pensa, e bem, que este contributo para o aumento do poder de compra destas 4 000 famílias terá repercussões no combate ao deficit (maior consumo interno). O César está correcto, o homem não tem culpa que os nossos governos civis sejam uns incapazes incompetentes (como contrário de competência legislativa), pois, com certeza fariam o mesmo caso o pudessem. Tudo não passa de uma imensa dor de cotovelo, asseguram as dezenas de assessores.

publicado por José Manuel Faria às 19:31

 

http://www.sof.org.br/marcha/

publicado por José Manuel Faria às 18:02

"Note-se que mesmo que Manuel Alegre tivesse a capacidade de Costa Gomes para navegar em águas contraditórias, e já agora também a perspicácia do último marechal para antecipar sempre qual seria o lado vencedor, esta campanha ser-lhe-ia sempre dificílima. Mas Manuel Alegre não tem, infelizmente para ele, as capacidades de Costa Gomes nem, felizmente para Portugal, os seus defeitos. Alegre está preso entre um PS que não sabe se o quer na Presidência da República e que tem outros problemas maiores a tratar, e um BE cujo apoio lhe é importante e obviamente não negado mas em que nem o candidato nem os seus apoiantes parecem confortáveis. Estão ali, apoiantes e candidato, porque decidiram que tinha de ser, mas o que tem de ser em política nem sempre tem muita força. Por tudo isso, o homem do milhão de votos parece subitamente só. Agarrado durante estes quatro anos a esse milhão de votos, Manuel Alegre parece nunca ter percebido que a relação dos eleitores com os candidatos presidenciais termina no momento em que o voto é depositado nas urnas. Manuel Alegre parece não encontrar nesta campanha o seu milhão de eleitores. Há quem se tenha desencontrado de uma multidão muito maior: Ramalho Eanes, o homem que, em guerra com os partidos, entrou em 1980 no Palácio de Belém com o suporte de mais de três milhões de votos e acabou, anos depois, a contá-los pelas centenas de milhar. Por ironia, os votos que Alegre vai receber em Janeiro de 2011, e que para que saia honrosamente desta campanha terão de ser significativamente mais de um milhão, não devem vir maioritariamente daqueles que votaram em si em 2006. Quem votou em Alegre em 2006 gostava dele. Em 2011, muitos dos que vão votar Alegre fazem-no porque querem derrotar Cavaco ou porque o seu partido assim o determinou. Mas não gostam dele e poucos se sentiriam seguros com ele em Belém. O candidato deve pagar-lhes na mesma moeda: na verdade, o Alegre irritado desta campanha é apenas a capa do poeta que tem saudades. De quem? De Portugal em 2006. O país em que ele foi feliz."

 

http://blasfemias.net/2010/12/03/presidenciais-os-derrotados-i/#more-33680

publicado por José Manuel Faria às 16:58

publicado por José Manuel Faria às 11:03

publicado por José Manuel Faria às 10:25

1 - "Seguro votou disciplinadamente contra o projecto comunista, mas apresentou uma declaração de voto onde afirma que o que foi decidido [no seu partido] "não corresponde à matriz do PS" e está a "contribuir para aumentar as desigualdades sociais"."

 

2- "O País, no estado em que está, pede sacrifícios aos portugueses, e esses sacrifícios têm de ser partilhados por todos de forma justa. Ninguém pode ficar excluído desses sacrifícios, todos devem dar contributos nesse sentido, em particular os que têm maiores rendimentos."

 

3 - "Francisco Assis viu crescer as críticas a tal ponto que pôs a sua liderança à consideração dos deputados, ameaçando demitir-se se a bancada decidisse não inviabilizar o projecto do PCP: "Não admito que seja colocada em causa a linha de orientação do partido. Não contem comigo!""

 

4 -" Assis venceu: 72 deputados consideraram que se deveria votar contra o projecto do PCP (ou seja, a favor da manutenção de Assis na liderança da bancada); quatro abstiveram-se: Miguel Laranjeiro, Miguel Vale de Almeida, João Galamba e Marisa Macedo. Seguro faltou a esta votação, alegando deveres académicos."

 

In DN

 

Na política como noutra área social, os putativos Líderes fazem-se e conquistam apoios quando entram convictamente numa contenda esgrimindo os seus pontos de vista na tentativa de mostrar o melhor caminho: nunca, mas nunca desistindo, obrigando quando necessário o adversário a ir a votos e, mesmo perdendo, ganha a médio ou longo prazo. António José Seguro desafiou, falou grosso e fugiu. Neste caso "um passo atrás", não foi para dar dois à frente. Foi medo ao Grande Líder.

publicado por José Manuel Faria às 09:35

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