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Mar 11

 

 

"O líder do PSD não aguentou a pressão interna dos seus militantes,  repetindo as palavras imortais do seu líder, que o PSD quer 'ir ao pote', contrariando tudo o que o PSD tinha dito durante o dia, fez uma declaração ao país antes da conclusão do Conselho Europeu", condenou o PS, questionando: "O que aconteceu para que, irresponsavelmente, o líder do PSD tenha decidido criar uma crise política?"

 

In DE

publicado por José Manuel Faria às 20:18

 

 

"(...) Carlos Coutinho solicitava o acréscimo do valor da inflação sobre as rendas pagas anualmente pelo grupo “Tesal” à CBV, o que não foi aceite: “Num valor estimado da inflação nos 2 ou 2,5 significaria mais 1 milhão e 100 mil euros de renda nos 25 anos. Dada a rentabilidade estimada para este projecto, não estávamos em condições de oferecer tal coisa”."


IN Rádio Vizela

 

 - O Grupo Espanhol quebrou o acordo por 2 000 euros (400 contos ) por ano: 166,66 euros por mês. Um valor tal que colocava em causa a rentabilidade da Companhia de Banhos de Vizela!

 

 Comunicado da CMV sobre as Termas de Vizela

publicado por José Manuel Faria às 13:19

 

 

E se os reformados, pensionistas, precários e desempregados atacarem as estradas de Portugal. Dois Milhões a cortarem as redes viárias. Será que o Governo alterará as suas medidas de ultra/austeridade? Bem, as transportadores conseguiram um acordo.

publicado por José Manuel Faria às 10:41

image

 

foto RV

 

A Conferência de Imprensa (sem perguntas da imprensa) dada pelo executivo Camarário, pelo “líder” de um Movimento espontâneo de Comerciantes e pelo responsável de um grupo privado de investimento Espanhol realizada no Auditório dos Bombeiros de Vizela foi histórica.

Penso, que pela primeira vez em Portugal uma Entidade autárquica (Câmara) expõe-se publicamente ao lado de um grupo privado contra a administração de uma empresa igualmente privada pela não consumação de um negócio obviamente privado.

No mesmo local e hora, a Câmara dá o seu ponto de vista e apoia a versão e os números do negócio de uma das partes.

Uma CI onde são explicitados todos os contornos de um negócio desfeito e, a partir desta realidade é apresentada a proposta futura da autarquia naquele momento.

O acontecimento tem laivos de surreal.

 

1 – A CMV deveria explicar o seu papel no negócio em reunião de Câmara Municipal;

 

2 – A CI a ocorrer por parte da CMV seria sempre após a sua explicitação no local institucional;

 

3 – O grupo investidor a querer dar explicações seria sempre por sua conta e risco e não à boleia da autarquia;

 

4 – O grupo cívico de comerciantes deveria opinar de forma independente da autarquia e de um dos lados do negócio, assim, deixou cair a sua autonomia.

 

5 – A CMV arranca para uma ideia radical: a expropriação da CMV sem primeiro ter ponderado/estudado todos os contornos da medida.

 

6 – A fuga em frente da CMV colocará sobre si todo o ónus da não resolução futura do problema: a reabertura das Termas de Vizela e Hotel.

publicado por José Manuel Faria às 10:05

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