27
Abr 11

 

Mota Amaral, o "velho" político "low profile" do PSD, disse o óbvio:  «a eleição do presidente da Assembleia da República só pode ser tratada depois das eleições, quando se souber qual é a vontade dos portugueses e quais os deputados eleitos» - importante saber que a Mesa da Assembleia da República

É composta pelo Presidente, 4 Vice-Presidentes, 4 Secretários e 4 Vice-Secretários eleitos pelo período da Legislatura. Todos os membros da Mesa são eleitos pela maioria absoluta dos Deputados em efectividade de funções. Nas reuniões plenárias a Mesa é constituída pelo Presidente e pelos Secretários. Na falta do Presidente as reuniões são presididas por um dos outros Vice-Presidentes. Os Secretários podem ser substituídos pelos Vice-Secretários. Compete à Mesa, em geral, coadjuvar o Presidente no exercício das suas funções -, em consequência os grupos parlamentares têm de se entender quanto aos nomes, proclamar antecipadamente o candidato pode ser um tremendo erro político, para além de destruir a surpresa, entregando à oposição a oportunidade de confrontar Nobre com um nome mais consensual.

publicado por José Manuel Faria às 09:37

26
Abr 11

 

 

Ultimamente, grande parte da esquerda tem-se dedicado a "bater" nas agências de rating, insinunando que elas criaram propositadamente a crise da divida dos países europeus.

Em primeiro lugar, vamos lá ver - que interesse teriam as agências de rating nisso? A narrativa habitual é de que as agências de rating estarão ligadas a grupos financeiros que investem na dívida soberana; mas, de novo, a questão mantem-se: que interesse teriam esses grupos numa desvalorização do rating dos países? Imagino um possível cenário: um investidor que daqui a uns dias vai participar num leilão de dívida poderá ter interesse a que o país que emite essa dívida tenha uma avaliação negativa, para baixar o preço; mas um imvestidor que já tenha divida desse país em carteira preferirá o contrário - uma avaliação positiva, para fazer subir o valor dos seus investimentos. E, atendendo que, por regra, o valor total da dívida é muito maior que o valor da dívida que está a ser emitida num dado momento, podemos concluir que para a maior parte dos investidores o que interessaria seria avaliações artificiais "para cima", não "para baixo". Pode-se contra-argumentar que há formas de ganhar dinheiro com a desvalorização da dívida de um país, atravéz do shor-selling ou de "credit default swaps", mas para cada investidor que faz short-selling, tem que haver outro a possuir dívida, pelo que não se percebe porque razão uns haveria de ter mais poder para influenciar as agências de rating do que outros.(...)

publicado por José Manuel Faria às 19:53

«Até hoje não vi uma atuação diferente por ser um banco público: empresta dinheiro a especuladores para investir em bolsa quando se afasta do financiamento de empresas. Não percebo por que é que sendo do Estado tem uma atuação diferente daquela que teria se fosse privada», disse João Duque, à margem da apresentação de um estudo sobre rating."


"Os governos socialistas fizeram privatizações massivas de empresas e bancos. Não vejo problema nenhum e nunca foi levantado problema algum», reforçou."

 

- O raciocínio do Liberal do PSD faz sentido: a CGD comporta-se como um banco privado, portanto privatize-se. A defesa da CGD nacionalizada tem de ser acompanhada com uma nova política da empresa: estar ao serviço dos portugueses (juros mais baixos, ex:). 

publicado por José Manuel Faria às 17:42

João Pedro Freire

 

 

1. Que balanço faz a vossa lista da intervenção política e social do Bloco desde a última Convenção?

Desde a última Convenção Nacional, a intervenção do Bloco de Esquerda foi condicionada por dois acontecimentos que podem vir a ter consequências graves na vida futurado nosso partido-movimento. Esses acontecimentos – o apoio ao candidato presidencialManuel Alegre e o mau resultado nas autárquicas – demonstram que a direcção políticavigente iniciou o processo de transformação do Bloco num partido onde o verticalismotem colocado os aderentes na base de uma pirâmide organizacional que os impede de,permanentemente, serem os sujeitos da decisão política. O apoio a Manuel Alegre – que nunca se libertou de um compromisso político com a direcção socrática do PS – partiu de uma mentira – a decisão teria sido tomada na VIConvenção Nacional -, passou por um anúncio, pessoal de Francisco Louçã, de apoio a uma candidatura que ainda nem o era, para se formalizar num processo que ignorou um movimento significativo de aderentes que pediam uma Convenção Nacional Extraordinária para a discussão da decisão a tomar para as presidenciais. Os resultados da eleição presidencial são conhecidos. Mas, mais importante que esses resultados, são as consequências que uma decisão errada, não democrática e dirigista podem vir a ter na unidade na diversidade do Bloco de Esquerda. As eleições presidenciais servem para mostrar como, no plano nacional da organização do Bloco, as decisões seguem hoje um processo muito verticalizado, onde as estruturas intermédias e os aderentes individualmente perdem capacidade de decisão e de recurso. Esta tendência organizativa é da responsabilidade da direcção política vigente. 

Os maus resultados nas autárquicas de 2009, representam, no plano regional e local, as consequências de uma organização que só soube olhar para cima (direcção política e grupo parlamentar) e esqueceu o que se passava lá “em baixo”, i.e. núcleos, concelhias e distritais.

O Bloco de Esquerda, na opinião dos subscritores da Moção B, precisaria de dar muito mais importância e protagonismos político e social às estruturas de base. A intervenção permanente nos movimentos sociais seria, para isso, um caminho a trilhar!

2. Que propostas centrais deve o Bloco levar às próximas eleições?

Para as próximas eleições para a Assembleia da República, é incontornável a discussão e apresentação de uma alternativa de esquerda de governo com sentido democrático, socialista e que represente um corte com todas as políticas de austeridade. Deveremos apelar a uma nova cultura de diálogo entre as diversas correntes de esquerda. Sem isso, qualquer alternativa ficará só por mais apelos a adicionar aos milhares que já se fazem, desde Abril de 1974, sem consequências práticas. Uma iniciativa para uma alternativa, entre o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista, seria um bom exemplo de convergência e de afirmação. Mas essa iniciativa teria de se dirigir social e transversalmente, sem restrições. Daí a necessidade vital de se ter de perceber muito bem, sem paternalismos, nem esquemas arcaicos, os movimentos sociais, como o da chamada “geração à rasca”.

A proximidade das eleições, impede qualquer aliança pré-eleitoral. Seria desejávelque isso fosse possível. Não o sendo, a campanha eleitoral deverá servir também para que as esquerdas assumam essa urgência política!

3. O que distingue a vossa moção das restantes?

A Moção B é constituída por militantes da base do Bloco de Esquerda. Estamos comprometidos com o Bloco de Esquerda e identificamos o Bloco como o nosso espaço político para intervirmos diariamente. Rejeitamos visões dirigistas, centralistas e verticalistas de organização. Lutamos por uma organização mais horizontal, construída de “baixo” para “cima”, em que os militantes possam permanentemente exprimir os seus pontos de vista e intervir directamente na formação das decisões do Bloco de Esquerda.

Defendemos também que a organiza-ção do Bloco de Esquerda pudesse ser mais permeável aos movimentos e grupos sociais, permitindo que esses movimentos pudessem participar, através dos núcleos, concelhias e distritais, na vida do Bloco de Esquerda.

Na nossa opinião, o Bloco não precisa de “tutores” para continuar a crescer e consolidar-se como partido-movimento da esquerda socialista e anti-capitalista.

Defendemos que a luta pela democracia interna no Bloco de Esquerda, exige outra direcção política que corte com qualquer vestígio de “centralismo democrático” e de organização vertical. Apresentando-se como Moção B, os seus subscritores não descartam a possibilidade de se assumirem como alternativa à actual direcção política do Bloco de Esquerda.

 

http://www.esquerda.net/sites/default/files/esquerda50.pdf

publicado por José Manuel Faria às 10:42

 

 

 

publicado por José Manuel Faria às 10:18

Os Titãs

Titãs

 

 

Zé Lello o deputado mais idiota e inimputável da Nação – continua a disparatar na RTP n -, quer fazer-nos passar por aquilo que só ele é. Então, o tipo, em vez de assumir o adjectivo com que brindou (foleiro) Cavaco, refugia-se em desculpas de “arreliadora deficiência tecnológica” do cérebro, provavelmente.

 

O ex: saxofonista e cantor dos “ Titãs“ de 1967, Zé Lello, enganou-se na profissão, deveria ter continuado a tocar em instrumentos de sopro e agarrado ao microfone.

 

Lello, tem pinta de “pop star”  que ninguém tenha dúvidas!

publicado por José Manuel Faria às 09:58

25
Abr 11

 

COMUNICADO

O BLOCO DE ESQUERDA DE VIZELA ESTÁ INCRÉDULO COM A AUSÊNCIA DO SEU DEPUTADO ELEITO ( JOÃO PAULO MONTEIRO) NAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL LEVADAS A CABO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DA CÂMARA MUNICIPAL DE VIZELA, MAIS INCRÉDULO CONTINUA POR A ESTA HORA AINDA NÃO TER OBTIDO QUALQUER INFORMAÇÃO A CERCA DA AUSÊNCIA DO REFERIDO DEPUTADO MUNICIPAL.
APÓS VARIAS TENTATIVAS DE CONTACTO O REFERIDO DEPUTADO AINDA NÃO DEU QUALQUER RESPOSTA.
DADA A GRAVIDADE DA SITUAÇÃO FICAREMOS A AGUARDAR A RESPOSTA DO REFERIDO DEPUTADO PARA AGIR EM CONFORMIDADE.
ESTA AUSÊNCIA INACEITÁVEL E IRRESPONSÁVEL É DA INTEIRA RESPONSABILIDADE E EXCLUSIVA DO DEPUTADO JOÃO PAULO MONTEIRO NÃO TENDO A COORDENADORA CONCELHIA OU QUALQUER PESSOA DA REFERIDA COORDENADORA CONCELHIA CONHECIMENTO PRÉVIO POR FORMA A SUBSTITUIR O MESMO SE O PROBLEMA FOSSE DO FORO DA SAÚDE PESSOAL DO REFERIDO DEPUTADO.
O BLOCO DE ESQUERDA DE VIZELA NÃO FARÁ JULGAMENTOS NA PRAÇA PUBLICA MAS VAI AGIR EM CONFORMIDADE COM ESTA INAUDITA E IRRESPONSÁVEL AUSÊNCIA. 
O DIA DA LIBERDADE É PARA A ESQUERDA UM DIA DE RESPONSABILIDADE, UM DIA DE LUTA UM DIA DE MEMÓRIA COLECTIVA, AUSENTARMO-NOS DESTE DIA É RENEGAR OS VALORES DE ABRIL, DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE.

A COORDENADORA CONCELHIA


VÍTOR CUNHA

publicado por José Manuel Faria às 22:16

 

 

 

 

"Investidores em dívida pública acreditam que é mais arriscado investir em obrigações nacionais do que em dívida do Líbano ou Cazaquistão"

publicado por José Manuel Faria às 19:19

 

Pela primeira vez em treze anos de autonomia administrativa em Vizela, um Partido Político primou pela ausência na Comemoração do 25 de Abril organizada pela Assembleia Municipal de Vizela: O Bloco de Esquerda. 

 


Bloco de Esquerda sem discurso por ausência do seu representante

publicado por José Manuel Faria às 13:28

 

 

 

 

 

Marcha Pela Liberdade

publicado por José Manuel Faria às 11:30

 

 

Este homem, a quem, com toda convicção, confiei (e voltaria a confiar) o meu voto nas últimas eleições presidenciais, tem na verdade um grande defeito que acaba, afinal, por ser uma das suas maiores qualidades: é um desastrado nato! Engana-se frequentemente, tropeça em si mesmo e nas suas próprias declarações, diz o que não queria dizer e já chegou mesmo a declarar não ter gostado de se ouvir depois de ter dito o que disse. Tudo isto, porém, não lhe tira, a meu ver, qualquer mérito ou qualidade. Antes pelo contrário, acrescenta-lhas. A perfeita compreensão e a aceitação da sua escala e condição humanas, sempre disposto a reconhecer os seus erros, têm tornado este homem verdadeiramente apetecível para todos os quadrantes do poder e/(ou) a ele aspirantes, (como fica bem demonstrado pelo seu percurso dos últimos anos). Ele é justamente o antípoda do político, do calculista, do caça-votos, do arranjista, do enganador, do mentiroso compulsivo que, infelizmente, têm infestado a nossa vida pública das últimas décadas. E é exactamente porque este homem é um «não-político», é um desastrado, é, no fim de contas, um puro, (espécimen que é impossível de se encontrar dentro dos «aparelhos»), que estes, quase sem excepção, o têm chamado esporadicamente para que ele lhes empreste alguma da sua candura, para que lhes dê aquela limpeza e ar renovado que de outra maneira não conseguem ter(...)"

publicado por José Manuel Faria às 10:57

Passos e a mulher apareceram em duas revistas do grupo Cofina

 

 

O Líder do PSD, Passos Coelho, numa tentativa desesperada de “caça ao voto”opta por escancarar a porta da sua família ao “olho popular”, mostrar: a mulher, filhos, casa, gostos - identifica uma estratégia de cativar pela emoção -, torna-o “humano”, um ser igual a nós e, resulta, principalmente na classe trabalhadora.

 

PPC envereda por um caminho oposto ao de Sócrates: este cobre a intimidade com uma carapaça intransponível. Sócrates é o homem só, com um único destino “servir os portugueses”, ninguém sabe com quem acorda, quem são os filhos e não há imagem de sua ex: mulher.

 

Duas posturas antagónicas: a da abertura e a do secretismo. Nesta “matéria”, normalmente as “massas” gostam mais da primeira, a segunda cria, pode criar excessivo mistério, e este não é bom conselheiro para quem procura a aceitação política.

publicado por José Manuel Faria às 10:13

24
Abr 11

 

 

 

publicado por José Manuel Faria às 23:55

 

 

 

publicado por José Manuel Faria às 10:42

Monica Bellucci

publicado por José Manuel Faria às 10:06

23
Abr 11

 

 

 

 

 

 

publicado por José Manuel Faria às 16:15

 

 

 

publicado por José Manuel Faria às 11:57

 

 

 

 

O Bloco de Esquerda é um partido/movimento da esquerda socialista anti/capitalista que tem como objectivo a instauração do socialismo em liberdade. O BE ao longo dos anos tem cativado milhares de militantes, dezenas de milhares de simpatizantes e centenas de milhares de eleitores.

O BE tem sido uma organização credível e respeitada por uma forte fatia dos portugueses, isso vê-se no comportamento das populações por exemplo nas autarquias onde há organização e cultura política activa. Nos momentos eleitorais autárquicos quer nas grandes “metrópoles” (Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Setúbal ou Aveiro) quer nos outros municípios, o BE sabendo do seu sentido de responsabilidade e da inteligência das pessoas, não entra na rua, nas fábricas ou dentro das casas dos munícipes apregoando que luta eleitoralmente para vencer a Câmara Municipal: sabe da sua equipa, do seu programa, mas também da sua fragilidade e “pede” um Vereador, um Bloquista que denuncie, “investigue” e proponha medidas alternativas ou complementares às do governo local.

Nas legislativas de Junho, o BE sabe ou se não sabe deveria saber (porque o povo sabe) que entra neste processo para eleger o máximo de Deputados e criar um grupo parlamentar que rasgue as vestes do poder. O BE se não seguir esta estratégia e optar por uma mais arrojada – conquista de poder -, tem obrigatoriamente de assumir um programa de governo completo, indicar um grupo de personalidades que torne credível a proposta, assim como, e objectivamente o ou os partidos com quem fará coligação pós/eleitoral. O partido sabe que dificilmente ultrapassará os 10% e os eleitores sabem que isso, é a verdade. Não vale a pena lançar slogans do tipo: “Há Alternativa: Governo de Esquerda” se não for acompanhado com a devida explicação. O povo perguntará?

- Governo com quem?

O PS e o PSD são os únicos partidos que sem demagogia podem afirmar que querem ser governos sozinhos. Esta é a realidade, não vale andar a “brincar” ao faz de conta, neste terrível momento social, principalmente para os trabalhadores, estes querem seriedade, querem propostas credíveis, querem soluções.

Caso o BE insista que luta por um governo de Esquerda, tem de dizer ao povo quem são os “companheiros”, a não o fazer, provavelmente, sofrerá uma derrota. O que seria desastroso para um partido que tem crescido desde a sua fundação.

publicado por José Manuel Faria às 10:42

22
Abr 11

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" “Nesta altura, a minha preocupação é ter o balneário parado, um encargo financeiro tremendo. Se o Município não encontrar uma solução, eu terei de me “mexer” e tomar uma decisão. Não há de facto quem, verdadeiramente, queira tomar conta daquilo. É dificil encontrar quem queira investir”, sublinha o empresário, que vê como improvável o regresso do grupo espanhol “Tesal” às negociações. No entanto, ressalva: “Se vieram, cá estamos para conversar”.

Vizela já não é ponto de paragem para Carlos Coutinho. “Custa-me imenso ir a Vizela e ver tudo isso morto”, confessa. Contudo, o accionista nem coloca sobre a mesa, pelo menos este ano, a possibilidade de vir a abrir o balneário, nem que por períodos sazonais: “Teríamos de enfrentar dificuldades ao nível do pessoal, pois os antigos trabalhadores teriam de prescindir de parte das suas indemnizações”."

publicado por José Manuel Faria às 19:39

jornadas_canabicas_cor_net.JPG

publicado por José Manuel Faria às 16:20

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