08
Jun 11


(entretanto o sócrates sai pela porta grande, num processo com uns laivos de barrosismo, mas com muito mais classe...)


se o bloco tem identidade própria, e tem, ou pode ter, creio eu, não pode ser visto como um encosto do PS, tal como não pode ser um primo 'freak' do PCP (que erro crasso não ter ido chamar os nomes que se lembrassem à troika, e apresentar um plano alternativo - o tempo que se perde a justificar posições perfeitamente autistas que não nos defendem dos rótulos fáceis da direita...), embora na conjuntura actual a luta nas ruas e pelas ruas possa crescer, pelo que todos os movimentos sociais por valores de esquerda e todos os partidos políticos que os defendam, a começar pelo PCP, possam e devam partilhar connosco as lutas que nos são comuns - a esquerda tem tido graves problemas de comunicação e de trabalho em conjunto e nisso os partidos têm mais é que aprender com os movimentos sociais que se redefinem agora como estruturas menos hierárquicas ou dirigistas e mais assembliárias, por causas comuns, no trabalho de base-do-mundo-real, com gente diferente.

... mas temos de encontrar formas de participação onde não as tem havido e de questionar os nossos processos de decisão, antes de tudo - é preciso re-empoderar a mesa nacional, enquanto órgão de decisão, (pois é nela que se espelham mais democraticamente as diferenças de opinião existentes no Bloco), relativamente à comissão política - não é a 'pedir a cabeça do Louçã' que se resolve alguma coisa - a questão é que as decisões são tomadas por poucas pessoas, e não pelas bases, a questão é que isso se nota, se sente, transpira e afasta gente: quem quer participar na vida política quer pensar política, e não apenas assinar por baixo.  urgente, urgente, é deixarmos de cair na treta da diabolização das posições divergentes (não será uma forma de controlo?), como se a opinião diferente fosse crime de lesa pátria - eu estive no  grupo que pediu uma convenção extraordinária antes das eleições presidenciais que foi automaticamente rotulado de 'incapazes políticos'...

publicado por José Manuel Faria às 18:46

publicado por José Manuel Faria às 10:32

 

 

 

Os “carreiristas” políticos António José Seguro e Francisco Assis irão disputar a liderança do PS em directas.

 

Representam ambos o reformismo social/democrata (centro/esquerda) com forte componente liberal na economia: não há “ala esquerda”, pois, o “alegrismo”/”ferrismo” morreu.

 

O “velho” Tó Zé Seguro facilmente vencerá a contenda. Assis não tem tropas, só “individualidades”.

 

Em Vizela, Seguro dá 80/20 ou mais a Assis.

 

Com o aproximar de novas eleições legislativas (pós/2013), entra António Costa, e este sim, colocará Passos Coelho em sentido, até lá, a direita terá um opositor socialista “meigo” não tendo com que se preocupar: a oposição será na rua, na luta social constante ao “troikismo”.

publicado por José Manuel Faria às 10:13

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