
Os Blokólogos da nossa praça ainda não perceberam que a quebra eleitoral tem as suas causas bem definidas: o voto no PS para Passos não vencer, a abstenção por protesto do rumo político, o factor Alegre, o factor Troica (não presença), o pensamento único (obedecer à troica) incutido 24 sobre 24 horas, o processo eleitoral altamente centralizado (distritais), a moção de censura inconsequente, a falta de perspectivas quanto à subida ao governo (votar para ser oposição), o factor continuidade (os mesmos 16 deputados) – o eleitor também quer novas caras e o factor Louça: o partido não pode viver só com um homem; quem gosta, gosta, quem desconfia ou detesta não vota (mesmo que possa ter simpatia pelas ideias).
Escrever isto, é não saber nada do BE e da sociedade portuguesa.