
"O que para mim é grave prende-se com o que é referido neste artigo (que estranhamente não encontrou espaço para publicação) de Pezarat Correia: Paulo Portas mentiu sobre um assunto de política externa. Disse, sobre as armas de destruição em massa no Iraque, o homem que foi medalhado por Rumsfeld que tinha visto provas insofismáveis da sua existência. Não viu. Elas nunca existiram. Enganou os portugueses. E com a sua mentira envolveu o País numa guerra que custou a vida a centenas de milhar de pesoas."


