
(...)A Guerra dos Mundos acontece em Portugal e são estas investidas que fazem o país tremer, as escassas subidas e as permanentes descidas. Afirmando-se numa invasão potente e credível, necessita ser conduzida em colaboração de governos totalitários ou governos de vassalagem, pois os alienígenas são incapazes de suportar uma invasão em larga escala devido ao seu número reduzido e em vez disso, usam o choque de sua chegada para se disseminarem estrategicamente e trazem consigo desta vez armas capazes de aniquilar a solidez de qualquer sociedade através de munições de corrupção e mentira. A força alienígena, com forças tentaculares em todos os organismos do país, preparam uma plataforma de invasão, começando logo com a intenção e vontade de destruir o poder local nos locais onde aterraram. Os partidos renderam-se a esta diáspora imigratória alienígena o CDS/PP apenas deixou como exigência a necessidade de vistos de residência pelo ministro dos negócios estrangeiros onde conste uma recusa a apoios sociais e se possível a garantia de uma cor da pele mais enquadrada ao meio, o PSD exige a alteração da banda cromática do clarão: avivar a laranja e ofuscar o rosa e permitir a privatização dos estragos provocados pela FMI dos meteoros, devendo os mesmos servir de matéria-prima á criação de médias empresas. O PS exige que os alienígenas transfigurados não enjoem em autocarros, saibam agitar bandeiras em comícios a troco de parcos almoços servidos de pé entre boys sentados (alguns actualmente assumem-se camaleões na intimidade), a CDU-PCP/PEV vermelha na sua colérica negação da existência de tais alienígenas dilui-se nas suas razões rejeitando todo o “sistema”, tal como o BE que já vai admitindo que os mesmos até possam ter as cores do arco-íris e está a preparar uma proposta para a oficialização de casamentos alienígenas/lusos e a possibilidade de adopção de alienígenas"(...)
Texto de opinião de António Veiga (ex-candidato CDU à Câmara de Vizela)

