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Jun 11

Dia 29, 4ª fª, 21:00 h, reunião dos aderentes de Famalicão, na sede de Famalicão;
Dia 30, 5ª fª, 21:00 h, reunião dos aderentes de Braga, Amares, Vieira do Minho, Vila Verde e Terras de Bouro na sede de Braga;
Dia 01 Julho, 6ª fª, 21:00 h, reunião dos aderentes de Barcelos e Esposende, na sede de Barcelos;
Dia 02 Julho, sábado, 15:00 h, reunião dos aderentes de Guimarães, Vizela, Fafe, Cabeceiras e Celorico na sede de Guimarães.
publicado por José Manuel Faria às 23:46

 

 

"Na sede concelhia rosa, Francisco Assis vai prosseguir com a apresentação das linhas de orientação política da sua candidatura a Secretário-Geral do Partido Socialista.

Recorde-se que ainda na última semana e na Nota de Imprensa que os responsáveis da candidatura de António José Seguro fizeram chegar à nossa redacção, o socialista contará com o apoio de Dinis Costa, presidente do Partido Socialista de Vizela, tal como o mesmo havia prometido, em entrevista à Rádio Vizela, na noite eleitoral de 05 de Junho.

As Eleições Directas do PS realizam-se a 22 e 23 de Julho.

 

O "grupo" de Francisco Ferreira com Assis e a actual concelhia (ou parte) com Seguro. De certeza que o ex: Presidente de Câmara estará presente. 

 

publicado por José Manuel Faria às 18:12

 

Todos os movimentos sociais e políticos que entrem no debate na reflexão e construção de uma unidade das esquerdas para conquistar o poder: são bem/vindos.

 

A Convergência e Alternativa é um exemplo.

 

Manifesto:

 

“Em plena crise financeira, somos chamados a eleger um novo governo. O que fazer? Votamos “como de costume” e esperamos resignadamente por um governo de coligação PS-PSD-CDS que virá aplicar a austeridade selvagem imposta pela UE/FMI?

Ao contrário do que nos dizem a toda a hora na televisão, o programa de austeridade imposto pela EU/FMI não vai retirar o País da crise. Quem está atento sabe que a Grécia e a Irlanda viram agravar o desemprego e as suas dívidas. Mais ainda, se quisessem vender hoje títulos de dívida pública, teriam de pagar taxas de juro tão ou mais elevadas que as do momento em que pediram “ajuda”.

Políticos e comentadores de economia insistem que é inevitável, que temos de acalmar os mercados, mesmo que nos afundemos numa espiral de cortes na despesa pública, recessão, mais desemprego, mais dívida, novos cortes na despesa pública, até não se sabe quando. Outros explicam que, por já não termos moeda própria para desvalorizar, teremos de reduzir os salários, as pensões de reforma e os preços em vinte ou trinta por cento para que a economia seja competitiva e possa crescer. Estranhamente, nunca apresentam os exemplos de aplicação bem sucedida de tal política.

Os problemas económicos, financeiros e sociais que vivemos têm causas externas e internas que se entrelaçam. Por um lado, a UE recusa criar um orçamento federal e um tesouro que emita dívida europeia, criando assim as condições perfeitas para que os especuladores ponham em causa a sustentabilidade da zona euro. Por outro lado, os partidos que têm governado o País são também responsáveis pela presente crise através das políticas erradas que executaram e da gestão ineficiente ou pouco transparente dos recursos públicos, por vezes em suspeita convergência com poderosos interesses privados.

Portugal não pode continuar a ser adiado. Um grupo de cidadãos, com e sem filiação partidária, após uma ponderada reflexão sobre a gravidade da presente situação e os bloqueamentos políticos que impedem a sua superação, tomou a decisão de levantar a voz e dizer bem alto que podemos seguir outro caminho. Acreditamos que é possível construir uma «Convergência e Alternativa» de ideias, pessoas, organizações, movimentos sociais e partidos da esquerda que seja capaz de oferecer ao País um governo de ruptura com a austeridade selvagem que a UE vai impor. Urge lançar um debate público sobre os valores, princípios e linhas de força de uma política económica alternativa.

Para apoiar esse debate, está em preparação um texto programático que constituirá uma referência para todos os que queiram empenhar-se na construção dessa «Convergência e Alternativa». No entanto, face à importância que, no debate eleitoral que se avizinha, deve assumir a apresentação de verdadeiras alternativas, decidimos avançar de imediato com a publicação das nossas opções sobre quatro problemas cruciais: Portugal e a zona euro; o problema da dívida; desemprego; desigualdade e pobreza.”

 

http://www.convergenciaealternativa.com/

 

A quase totalidade dos promotores são conhecidos assim como os seus pensamentos políticos: O BE como partido aberto aos movimentos deve dialogar, debater e reflectir com este “grupo” no sentido de criar pontes políticas para se concretizar a “esquerda grande”.

publicado por José Manuel Faria às 10:06

publicado por José Manuel Faria às 09:32

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