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Out 11

 

 

"Símbolo da incompetência, do despesismo, da inercia e dos devaneios provocados pela loucura do poder o edifício sede da Câmara Municipal de Vizela continua a ser uma vergonha para quem iniciou e pretende acabar esta obra que tanto custo aos bolsos das famílias vizelenses, cortar o subsidio de natal e o subsidio de ferias aos trabalhadores para acabar obras como esta é o expoente máximo da governação irresponsável que temos.

 

A Coordenadora Concelhia de Vizela do Bloco de Esquerda considera importante que a Câmara Municipal de Vizela venda o edifício mamarracho que nunca será o edifício sede da mesma. Este problema com investimentos de largos milhões de euros contínua ao abandono sem nunca ser terminado tendo lançado para a falência as empresas que lá trabalharam."

 

(...)

 

Considerando que esta Câmara Municipal continua a olhar de lado para este elefante branco, o Bloco de Esquerda de Vizela defende a sua venda imediata para que os milhões da sua venda possam equilibrar as contas da Câmara Municipal de Vizela, mesmo sabendo que este executivo camarário vai estragar o dinheiro em donativos para futebóis. Mas, será melhor ter dinheiro para gastar à tripa forra do que sobrecarregar mais as famílias vizelenses com impostos para o estado, para depois o estado dar mais dinheiro para acabar de construir o mamarracho.

A Câmara Municipal de Vizela devera dividir os serviços pelas sedes das futuras extintas juntas de freguesia garantindo assim a continuidade dos serviços de proximidade e para sede da Câmara Municipal a escola Joaquim Pinto em São João. Poupando milhões de euros e não sobrecarregando mais as famílias vizelenses.

Se o cão fugiu comece a caçar com um gato.

A Coordenadora Concelhia do Bloco de Esquerda de Vizela

 

 - Uma proposta desta responsabilidade mereceria um Plenário de Militantes

publicado por José Manuel Faria às 17:34

 

António Lobo Antunes o maior escritor português Vivo

 

Imperdível 

publicado por José Manuel Faria às 10:38

 

 

Entrevistados pela rádio Vizela: os sete presidentes de Junta defenderam a imprescindibilidade dos seus órgãos autárquicos – contacto directo com o cidadão, conhecimento mais profundo dos problemas, trabalho burocrático necessário (todo o tipo de atestados), despesas de funcionamento mínimas -, e que não é pelo seu desaparecimento que o país abre falência.

 

Estiveram mal quando afirmaram que, caso o governo decida pela inevitabilidade da agregação têm que acatar: esta resignação e falta de luta contra o poder leva o povo ao silêncio da sua indignação – antes pelo contrário, deverão serem os PJ os primeiros a dizer não – o poder reside no povo, o parlamento é apenas o seu órgão representativo que cai, quando as “massas” assim o determinar.

publicado por José Manuel Faria às 10:27

Claudia Mason

publicado por José Manuel Faria às 09:59

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