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Out 11

 

 

"Estas pessoas que aqui vieram expressar-se acerca do nosso Movimento, que deram o seu tempo e o melhor do seu esforço a refletir e a analisar a situação do Bloco, devem ter algum tipo de resposta pelos responsáveis do movimento.

Merecem-no porque vieram a este fórum com toda a seriedade, preocupados com o seu movimento, debater e analisar no local certo e no tempo adequado o que correu bem, o que correu mal, o que precisa de ser melhorado. Vieram apresentar as suas dúvidas mais do que legítimas, as suas perplexidades mais do que compreensíveis, vieram expor as suas razões e as suas perguntas. Fizeram-no de um modo franco, frontal e honesto e precisam de algum tipo de resposta.

A riqueza de um Movimento como o Bloco, que segue os ideais da democracia participativa, está nos seus militantes, que nas dificuldades do quotidiano não desistem de trabalhar pelas suas causas e ideais, organizados no seu movimento.

Muitas destas pessoas estão perplexas, estão desapontadas, estão sem perceber diversas coisas e na noite de 5 de Junho a campainha de alarme soou forte e ainda não parou de tocar, lembrando que algo não vai bem com o BE e algo precisa de ser melhorado e corrigido. Algumas destas pessoas, perante o silêncio ? ou as insuficientes respostas - dos camaradas da direção do Movimento ? ponderam afastar-se de uma organização que não está a responder ás suas compreensíveis dúvidas, interrogações e perplexidades.

Muitas das pessoas que têm vindo aqui expressar-se são aderentes desde a primeira hora do nosso Movimento, são militantes que já deram muito tempo de trabalho e esforço ao projeto político do BLOCO e que ? como tod@s ? merecem o máximo respeito. Muitas destas pessoas não estão em lugares de decisão, nem têm acesso a ?fontes privilegiadas?, nem têm contacto com altas esferas, são simplesmente cidadãos que dispõem apenas da informação de que os cidadãos comuns dispõem para as suas análises. Mas esse facto não lhes retira o direito de serem ouvidos, de se incorporarem no debate e de que as suas opiniões sejam tidas em consideração.

Quem está ao leme deste movimento político devia incorporar-se no movimento de análise crítica existente, devia ir junto de muitos militantes ouvi-los e responder-lhes, devia tentar esclarecer o que não está esclarecido, devia tentar unir, devia tentar mobilizar neste momento difícil, devia tentar encontrar denominadores comuns e consensos em tudo o que é dito, devia exprimir concordância e discordância acerca das análises feitas, devia ter a coragem de se posicionar, devia assumir erros porque houve erros, porque caso contrário os portugueses teriam certamente dado ao BE outro apoio. A atenção de quem coordena o Movimento devia focar-se um pouco mais na vida interna de uma estrutura que está reduzida em número de ativistas e minada por dúvidas e interrogações a somar ás tensões entre grupos e tendências."

 

Carlos Silva

publicado por José Manuel Faria às 19:25

publicado por José Manuel Faria às 11:09

publicado por José Manuel Faria às 10:58

 

Se 2/3 dos deputados da República aprovarem a nova Lei eleitoral autárquica (projecto) teremos um imenso problema: a democracia política levará um tiro de “canhão”. As municipais farão quase desaparecer os candidatos “outsiders” a não ser que estas Listas apresentem “trutas” (candidatos de 1ª) dos partidos ou independentes altamente credíveis – competentes, sérios e conhecedores da “coisa” pública – no sentido de criar terceiras vias. A apresentação de uma única lista (assembleia municipal) irá impedir ou dificultará a eleição de membros municipais dos partidos de esquerda: o CDS, inteligentemente, fará em todo o país coligações com o PSD. A esquerda consequente só tem duas hipóteses, apresenta os seus melhores ou procura um bom independente (s) sem fugir às suas propostas e ao seu programa: exige-se pragmatismo.

publicado por José Manuel Faria às 10:29

 

 

"O Director-Nacional, os três Directores adjuntos e o Inspector Nacional da PSP aumentaram-se a si próprios já no ano passado, colocando-se logo no novo regime remuneratório da polícia, deixando para trás a esmagadora maioria do efectivo que não transitou para esta tabela, em vigor desde início do ano. Só para o "chefe" máximo foram mais de 800 euros mensais"

 

DN

publicado por José Manuel Faria às 09:31

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