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Nov 11

 

 

 

"Para o Secretário-geral do PS, a reforma da administração local deve “respeitar a identidade, a história do povo e do país”. Por conseguinte, António José Seguro, defende que qualquer reforma deve ser feita em prol da opinião da população.

Sou defensor de reformas sustentáveis, consensuais, de reformas que tenham como objectivo servir cada melhor as populações, caso contrário as reformas não têm sentido algum. Coisa diferente é os concelhos por iniciativa própria, quererem fazer associações, quererem ter experiências partilhadas, criarem mecanismos de apoio em termos supra-municipais através das suas associações, isso é positivo porque cria escala, reduz despesa, porque introduz racionalização”, sustenta António José Seguro."

 

 - O SG do PS não poderia ser mais "redondo": vociferou um conjunto de banalidades!...

publicado por José Manuel Faria às 18:01

                                         

                             "O povo é muito ingrato" 

 

Uma Entrevista obrigatória 

publicado por José Manuel Faria às 17:00

 

(..)"Esperamos que Louçã tenha a noção do que transparece deste método de discussão: o polemista que não confia nos seus argumentos e que usa a confusão defensivamente dá o debate como perdido por antecipação. Pelo meio, Louçã, em pontos menores, modifica posições que teve anteriormente sem se dar ao trabalho de assumir os erros anteriores. Coisa conveniente a quem pode estar amanhã a defender o oposto.

No entanto, o feitiço vira-se contra o feiticeiro: no meio de tanta confusão, a própria Comissão Política do BE parece não saber o que defende. Recordemos que na altura do primeiro empréstimo à Grécia, pela mão da troika, o BE votou no parlamento a favor do mesmo (voto defendido aqui: http://www.youtube.com/watch?v=k4Kt-2fey-k). Porém, já não defendeu o mesmo (e bem) com a chegada da troika a Portugal. Agora volta a ziguezaguear: no jornal gratuito do BE em Novembro diz-se que é preciso “anular uma parte da dívida, como está anunciado para a Grécia”, mas a resolução da Comissão Política de dia 1 de Novembro diz, sobre a reestruturação da dívida grega, que: “Assim, a troca de títulos não impede a continuação da dinâmica insustentável da dívida grega.”. Pelo meio, parte dos militantes do BE presentes na Assembleia Popular de 15 de Outubro votou a favor da suspensão do pagamento da dívida. É possível que a dinâmica da luta os tenha esclarecido mais do que os comunicados da cúpula bloquista. São esses militantes que, ouvidos, podiam ajudar a redefinir a linha do BE. Mas Louçã já deixou também claro que tão cedo não lhes dará ouvidos.

E porque não dará Louçã ouvidos aos bloquistas – já nem falamos dos milhares de indignados sem partido - que defendem, conscientemente ou não, a suspensão do pagamento da dívida? Porque essa posição põe em causa a subsistência da UE e do euro, as grandes apostas da burguesia europeia de que Louçã parece não poder abdicar. Por isso, a cada momento as suas propostas vão sempre no sentido de manter estas estruturas: reestruturar a dívida para que esta possa ser paga, votar a favor do empréstimo à Grécia para que não haja incumprimento, apoiar a reestruturação grega primeiro, não apoiar depois quando ela corre mal, etc. Toda a proposta parece ter uma prova dos nove: se ajuda a manter a UE e o euro é boa, se desajuda é má! O critério é partilhado por Merkel e Sarkozy, tanto que este último não exclui os eurobonds defendidos pelo BE, e ambos querem reestruturar a dívida grega. A salvação da UE surge assim como eixo central da política bloquista.(...)"

 

FER

publicado por José Manuel Faria às 12:46

 

 

 

Teologia da Libertação 

 

É uma corrente teológica que engloba diversas teologias cristãs[1] desenvolvidas no Terceiro Mundo ou nas periferias pobres do Primeiro Mundo a partir dos anos 70 do século XX, baseadas na opção preferencial pelos pobres contra a pobreza e pela sua libertação. Desenvolveu-se inicialmente na América Latina.

Estas teologias utilizam como ponto de partida de sua reflexão a situação de pobreza e exclusão social à luz da fé cristã. Esta situação é interpretada como produto de estruturas econômicas e sociais injustas, influenciada pela visão das ciências sociais, sobretudo a teoria da dependência na América Latina, que possui inspiração marxista.

 

teologia da libertação

publicado por José Manuel Faria às 11:56

 

 

 

 

 

 

Citações de Escrivá de Balaguer:

 

Sobre a liberdade:

 

«Obedecer... - caminho seguro. Obedecer cegamente ao superior... - caminho de santidade. (...)» (Caminho, 941); «Obedecei, como nas mãos do artista obedece um instrumento - que não pára a considerar porque faz isto ou aquilo, certos de que nunca vos mandarão fazer nada que não seja bom e para toda a glória de Deus.» (Caminho, 617); «Livros. Não os compres sem te aconselhares com pessoas cristãs, doutas e discretas. Poderias comprar uma coisa inútil ou prejudicial (...)» (Caminho, 339); «É má disposição ouvir as palavras de Deus com espírito crítico» (Caminho, 945).

publicado por José Manuel Faria às 11:14

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