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Nov 11

 

 

- A maioria dos portugueses votaram no PSD em Junho e este formou governo com o CDS: os eleitores aprovaram um programa eleitoral “troikista” e, foram enganados – o governo ultrapassou as propostas de austeridade prometidas, por isso, merecem uma resposta dos trabalhadores: A Greve Geral.

publicado por José Manuel Faria às 23:07

"Este é o momento de mobilizar os cidadãos de esquerda que se revêem na justiça social e no aprofundamento democrático como forma de combater a crise.
Não podemos assistir impávidos à escalada da anarquia financeira internacional e ao desmantelamento dos estados que colocam em causa a sobrevivência da União Europeia. 

A UE acordou tarde para a resolução da crise monetária, financeira e política em que está mergulhada. Porém, sem a resolução política dos problemas europeus, dificilmente Portugal e os outros Estados retomarão o caminho de progresso e coesão social. É preciso encontrar um novo paradigma para a UE.

As correntes trabalhistas, socialistas e sociais-democratas adeptas da 3ª via, bem como a democracia cristã, foram colonizadas na viragem do século pelo situacionismo neo-liberal.

Num momento tão grave como este, é decisivo promover a reconciliação dos cidadãos com a política, clarificar o papel dos poderes públicos e do Estado que deverá estar ao serviço exclusivo do interesse geral.

Os obscuros jogos do capital podem fazer desaparecer a própria democracia, como reconheceu a Igreja. Com efeito, a destruição e o caos que os mercados financeiros mundiais têm produzido nos últimos tempos são inquietantes para a liberdade e a democracia. O recente recurso a governos tecnocratas na Grécia e na Itália exemplifica os perigos que alguns regimes democráticos podem correr na actual emergência. Ora a UE só se pode fazer e refazer assente na legitimidade e na força da soberania popular e do regular funcionamento das instituições democráticas.

Não podemos saudar democraticamente a chamada “rua árabe” e temer as nossas próprias ruas e praças. Até porque há muita gente aflita entre nós: os desempregados desamparados, a velhice digna ameaçada, os trabalhadores cada vez mais precários, a juventude sem perspectivas e empurrada para emigrar. Toda essa multidão de aflitos e de indignados espera uma alternativa inovadora que só a esquerda democrática pode oferecer.

Em termos mais concretos, temos de denunciar a imposição da política de privatizações a efectuar num calendário adverso e que não percebe que certas empresas públicas têm uma importância estratégica fundamental para a soberania. Da mesma maneira, o recuo civilizacional na prestação de serviços públicos essenciais, em particular na saúde, educação, protecção social e dignidade no trabalho é inaceitável. Pugnamos ainda pela defesa do ambiente que tanto tem sido descurado.

Os signatários opõem-se a políticas de austeridade que acrescentem desemprego e recessão, sufocando a recuperação da economia.

Nesse sentido, apelamos à participação política e cívica dos cidadãos que se revêem nestes ideais, e à sua mobilização na construção de um novo paradigma.


Mário Soares

Isabel Moreira

Joana Amaral Dias

José Medeiros Ferreira

Mário Ruivo

Pedro Adão e Silva

Pedro Delgado Alves

Vasco Vieira de Almeida

Vitor Ramalho

Lisboa, 23 de Novembro de 2011

publicado por José Manuel Faria às 16:45

publicado por José Manuel Faria às 12:06

publicado por José Manuel Faria às 11:34

 

O regabofe político continua na Madeira mesmo violando o seu Estatuto político/administrativo: Jardim e o seu PSD fazem o que lhes apetece...e nada! O governador da República na Região deve colaborar com o "imperador" - em situação minoritária a maioria "laranja" domina à mesma.

publicado por José Manuel Faria às 10:39

 

 

"Por força da crise económico-financeira internacional, que afecta gravemente Portugal, tornou-se impreterível adoptar medidas de austeridade essenciais para assegurar o cumprimento dos programas de ajustamento orçamental impostos no âmbito do programa de assistência financeira acordado com a Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Central Europeu (BCE); A proposta de Orçamento de Estado para o ano de 2012 impõe restrições relativamente a novas admissões de pessoal na administração local; A actual situação económica da Autarquia impõe a adopção de medidas essenciais para salvaguardar o cumprimento dos programas de ajustamento orçamental. Atento o exposto, nos termos da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, conjugada com o disposto no Código do Procedimento administrativo, submete o Sr. Presidente a reunião de Câmara, no sentido de aprovar, as seguintes propostas: cessação dos seguintes procedimentos comuns de recrutamento, através de contrato de trabalho em funções públicas por tempo determinado:
 1 lugar de assistente técnico (Cultura);
 1 lugar de assistente técnico (Acção Social);

 1 lugar de assistente operacional (Fiel de Armazém);
 1 lugar de técnico superior (Biblioteca)."

 

DDV

 

 - O orçamento/2012 não proibe a admissão de pessoal: a situação financeira da Câmara é que o impõe - 4 empregos fundamentais foram-se...

publicado por José Manuel Faria às 10:15

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