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"Neste momento, seguiram já para Lisboa, para o Tribunal de Contas, todos os procedimentos relativos a este pro-cesso, faltando apenas o contrato de exploração que será celebrado entre a CMV e a “Advancesfera”, no âmbito de uma parceria público-privada. No entanto, antes de ser solicitado o visto do Tribunal de Contas, o Executivo Municipal está nesta altura a tentar apurar a viabilidade desta parceria público-privada, uma vez que o programa da “troika” prevê que não avancem mais contratos deste tipo. “Como não queremos perder mais tempo, precisamos de saber o que está em cima da mesa. Anteriormente, falava-se na retroactividade e a nossa parceria público-privada poderia avançar, mas agora a lei é cega e nós queremos saber exactamente com o que poderemos contar”, explicou ainda o responsável.
O que acontecerá se esta parceria público-privada vier a ser reprovada? “Temos um plano B, mas é só uma hipótese. Ceder a posição da CMV ao investidor”, afirmou Dinis Costa."
No caso da inviabilidade do contrato com a empresa “Advancesfera” do grupo espanhol “Tesal” por causa de: aprovação do Tribunal de Contas; fim da parceria público – privado e perda da candidatura ao programa “PROVERDE MINHO IN” orçamentada em 2,2 milhões de euros - o principal responsável político: Dinis Costa, Presidente de Câmara tem de tirar a devida ilação e, esta passa, obviamente pela sua Demissão.

