"Passos Coelho retirou 25% do poder de compra a centenas de milhares de portugueses, que estão longe de ser mais do que remediados, na melhor das hipóteses, e não teve para com eles uma palavra sequer. Bem pelo contrário, apontou-os no dia seguinte como privilegiados, e como alvo para todos os trabalhadores do sector privado. Nem o ministro das Finanças e nem o Ministro da Economia, são capazes de incorporar no seu discurso algo que revele qualquer preocupação social pelos efeitos das medidas que tomam. Bem pelo contrário aparece desprezo e um certo revanchismo social, seja por ignorância do que é o país, seja por razões ideológicas. O modo como se trata da questão do desemprego, é pelo menos, chocante na sua abstracção. Para eles, estar desempregado é uma pura abstracção, um número, uma estatística, infeliz por certo, mas nada mais.
A AL da Madeira de maioria PSD comemora o 25 de Novembro de 75 como crítica ao 25 de Abril: O golpe militar contra - rrevolucionário de Eanes e do grupo dos nove serve como momento libertador das ditaduras de 50 anos. É impressionante como no continente ninguém contesta este ataque a Abril da Liberdade.