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Nov 11

5 Dias

publicado por José Manuel Faria às 11:54

publicado por José Manuel Faria às 10:47

 

 

 

 

 

O futebol tornou-se numa actividade desportiva de interesses financeiros puros: sociedades anónimas (Sads) cotadas; empresas de fundos de investimento; empresários individuais, etc.: actores que se vendem por milhões e compram-se por astronómicos valores. O futebol racional versus o desporto irracional – o segundo rasga as vestes do espectáculo e envereda pela táctica do palavrão, dos “molotov” da arruaça e do cassetete: do adepto, da direcção e das claques – estas, são grupos de energúmenos que utilizam o pretenso apoio ao clube para extravasarem os seus ódios e frustrantes demónios naturais e ou sociais contra os adversários e os seus, o que lhes interessa é a arruaça, principalmente contra a polícia. A Inglaterra proibiu os grupos organizados e obriga o rácio: um adepto uma cadeira – desta política tem saído um futebol/espectáculo/show/familiar.

publicado por José Manuel Faria às 10:38

"A avaliação da jornada de luta de 24 de Novembro não cabe dentro de um valor numérico. Ela valeu pela oportunidade, pela transversalidade e pela unidade demonstradas. Na véspera da aprovação de um orçamento de Estado que representa a rendição à lógica do capital financeiro, muitos milhares de trabalhadores, tanto do sector público como do sector privado, uniram-se numa demonstração de que se opõem e vão continuar a opor-se ao rol de medidas que vai lançar importantes segmentos da população na dependência do assistencialismo.
A circunstância de se ter concretizado com êxito uma greve geral quando o estado de espírito dominante é o de medo pelas incertezas que os mercados estão diariamente a introduzir no quotidiano das pessoas, representa um passo em frente na direcção da tomada de consciência de que colectivamente se tornará possível inverter as políticas que a direita está determinada a aplicar. Embora vá ser longo e acidentado, o combate simbolicamente iniciado no dia 24 irá seguramente ter consequências no formato das soluções governativas futuras, assim os actores políticos saibam interpretar o espírito de unidade que esteve presente na paralisação. 

De facto, pela segunda vez nos últimos meses, CGTP e UGT uniram os seus esforços, ultrapassaram divergências antigas e mobilizaram as suas energias em torno do que é central e prioritário nos próximos tempos: criar um movimento de resistência à vertigem reaccionária que está a assolar o país e abrir caminho a uma alternativa política que represente uma via de desenvolvimento e bem-estar para portugueses."
publicado por José Manuel Faria às 09:42

Novembro 2011
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