
“Ele [Pedro Passos Coelho] não está a governar para ganhar eleições, até corre o risco de não ganhar as próximas eleições, mas há uma coisa que eu tenho a certeza: ele não vai substituir nunca o interesse do país pelo interesse do partido, não vai colocar nunca o interesse das próximas gerações abaixo do interesse das próximas eleições – isto dá uma grande confiança”, declarou Marques Mendes"
Passos Coelho é o homem providencial: sacrifica a sua carreira política em nome da Nação - austeridade, empobrecimento, submissão -, muito diferente de outros que somente pensavam nos seus interesses e da sua turpe.