09
Mar 12

 

"o Dr. Mário Soares é, incontornavelmente, uma destacada figura política do país, mas não foi um apoiante firme da causa autonómica de Vizela”. “Discordo, por isso, da condecoração que lhe foi atribuída pelo Executivo Municipal, lamentando profundamente terem sido preteridas figuras gradas do Partido Socialista (PS) que foram verdadeiros baluartes na sustentação e resolução da luta pelo concelho, designadamente António Almeida Santos e António Oliveira Guterres. Deixo por este modo expresso, o meu reparo e o meu protesto”.


RV

 

 

 - Eu digo o mesmo: Soares out!

publicado por José Manuel Faria às 23:21

 

 

João paulo Monteiro é candidato à liderança do BE

«....Por estas razões apresento a minha candidatura à coordenadora concelhia de Vizela».


Programa Político para a Comissão Coordenadora Concelhia de Vizela do Bloco de Esquerda

1. O mandato da Comissão Coordenadora Concelhia de Vizela que elegeremos será marcado

Pelo acto eleitoral autarquico. Sendo este um facto incontornável, cabe-nos pensar a rientação política do Movimento para o biénio 2012/2014 por forma a que a nossa actividade não tenha como objectivo único essas eleições mas, antes, que saibamos utilizar o potencial de mobilização que daí advém para reforçar a organização e o activismo social.

Por isso apresentamos a esta eleição uma lista plural, integrando diferentes sensibilidades, que teve como critérios de composição as diversas áreas de intervenção política e a representação transversal do movimento, em termos etários, de género e sociais.

2. A organização concelhia do Bloco aumentou em 50% o número de aderentes na sequência do trabalho realizado e no início deste ano. Estas novas adesões não devem ser encaradas como números a exibir, mas sim como activistas de esquerda que decidiram dar um passo adiante no terreno da intervenção política, e aos quais temos que saber responder, integrando-os na actividade regular do Movimento.

Com mais aderentes, a nossa intervenção tem necessariamente que ser reforçada qualitativa e qualitativamente, e por isso subscrevemos a orientação distrital de criar núcleos territorialmente mais restritos, como os de freguesia ou de agregados de freguesias, bem como de intervir no mundo do trabalho e nas questões de índole ambiental. É nossa convicção que da interligação destes dois vectores – local de trabalho e de residência – deve resultar o aprofundar do conhecimento da realidade local nas diferentes esferas, e daí a nossa presença mais actuante e eficaz.

3. A rede de comunicação que temos construído, deverá ser suporte para a informação, o debate e a proposta política consequente. As reuniões regulares continuam a ser imprescindíveis, não podendo ser encaradas de forma rotineira, mas sim como espaço de interacção directa, em que a política prevaleça sobre as questões organizativas e o tarefismo.

A necessidade de uma sede para ter ano uma utilização diversificada, possibilitada pela melhoria das condições físicas. “As Grandes Revoluções da Época Contemporânea”, em colaboração com a Cultra, e a reunião de professores, em preparação das grandes movimentações em defesa da escola pública são uma necessidade. A elevada participação nestas iniciativas sinaliza que os aderentes não estão desmotivados para a participação, mas também que é necessário que as propostas a apresentar correspondam a necessidades efectivas no plano político, social e cultural, abrindo a sede a muitos não aderentes que convidaremos para percursos comuns.

4. A intervenção autárquica no concelho tem sido o centro do nosso trabalho, nomeadamente através do eleito na assembleia municipal, enquadrados no Grupo de Trabalho Autárquico, onde é determinada a orientação política do movimento no plano local.

Com a exigência própria de quem não se limita a contemplar a realidade mas tem a pretensão de participar na sua transformação, não podemos deixar de traçar objectivos ambiciosos para as autárquicas de 2013 e para o trabalho subsequente.

Na Assembleia Municipal, traçamos como objectivo mínimo para a próxima concelhia a duplicação de listas nas freguesias e, porque é possível e expectável, duplicar o número de autarcas eleitos, incluindo a entrada na vereação da Câmara Municipal.

A constituição de listas é uma tarefa a iniciar de imediato, tendo em atenção a necessidade de corrigir erros do passado, que levaram a que nem sempre os eleitos nas freguesias tivessem o necessário acompanhamento político. Neste sentido, as listas e programas deverão assentar em equipas solidariamente comprometidas para todo o mandato.

5. A presença de jovens na organização concelhia tem crescido ao longo dos anos, sendo de sublinhar que a partir dessa experiência, importa alargar a intervenção aos estudantes do secundário, e também aos jovens trabalhadores, em largo número na situação de precariedade.

Assumindo a orientação nacional de que o Bloco não tem “jotas”, os jovens aderentes deverão participar de corpo inteiro na actividade concelhia, integrando-se em todos os sectores de acordo com a sua motivação própria, em plena igualdade com os aderentes mais experientes. Com dois anos de vida, é imperioso que a renovação de quadros no BE seja acelerada, sem a qual o Movimento não beneficiará das novas ideias e do activismo próprio da juventude.

6. A presença de mulheres no Bloco de Vizela é de há muito identificada como insuficiente, sem que tenhamos até à data encontrado os melhores caminhos para inverter esta situação. Propomos para a próxima Concelhia a criação de um pelouro específico que tenha como desígnio trazer mais mulheres para a actividade política, identificando e eliminando os obstáculos a essa participação. O imperativo estatutário de paridade nos órgãos do Bloco não deve ser considerado uma fatalidade, sendo antes factor despoletador da participação, ainda que para tal seja necessário mudar radicalmente o estilo de trabalho que temos praticado.

7. A definição de objectivos específicos não implica que nos esqueçamos do fundamental, expresso de forma clara nos Estatutos do BE: “O Bloco de Esquerda defende e promove uma cultura cívica de participação e de acção política democrática como garantia de transformação social, e a perspectiva do socialismo como expressão da luta emancipatória da Humanidade contra a exploração e a opressão”.

E é com estes objectivos globais presentes que devemos encarar a acção local, considerando que não existe um “Bloco de Vizela”, distante das grandes fracturas ideológicas. A nossa luta não esquece em qualquer momento o confronto com o capitalismo e o neo-liberalismo, quer estejamos a combater a privatização da água, as propinas de Bolonha, a precariedade e os baixos salários, ou a predação do espaço público pelos interesses especulativos, em Vizela exemplarmente personificados pelo sinistro triângulo câmara-empreiteiros-futebol.

Recordando o Maio de 68, urge que a nossa imaginação contrarie o cinzentismo da política, para que estejamos à altura dos desafios e lutas que temos pela frente.

Por estas razões apresento a minha candidatura à coordenadora concelhia de Vizela.

João Paulo Monteiro.

publicado por José Manuel Faria às 17:27

 

publicado por José Manuel Faria às 14:00

publicado por José Manuel Faria às 10:13

 

 

 

Debate aberto: Eleições para a Concelhia de Vizela do Bloco de Esquerda

 

 - textos de opinião;

 - crónicas;

 - argumentos/contra - argumentos;

 - Discusão a nível municipal ou nacional, etc...

 

Os protagonistas devem ter nome. 

publicado por José Manuel Faria às 08:58

 

Casal de negros ingleses (operário e doméstica) informaram as polícias do desaparecimento de sua filha (foto) nos subúrbios de Liverpool em 2007: quatro anos depois, de investigação mínima o caso é encerrado – sem nunca terem directos/bibliografia e quejandos à volta do caso, registe-se que a filha tinha 3 anos. Caso idêntico ocorreu no Algarve (em férias) com Madeleine McCann filha de médicos ingleses – o caso irá ser reaberto.

 

Ps: O casal McCann visitou Sua Santidade 

publicado por José Manuel Faria às 08:37

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