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Jul 12

 

 

 

Pedido de realização de Assembleia Municipal para aprovar referendo concelhio à extinção/fusão de freguesias.

 

Entrou em Vigor no último dia do mês de Maio a famigerada lei da extinção/fusão de Freguesias.

Em alternativa à Lei PSD/CDS, o Bloco apresentou um projeto que condicionava qualquer alteração do mapa das freguesias ao referendo local vinculativo. Este projeto foi rejeitado por todos os restantes partidos que temem entregar o poder de decisão ao povo

O governo e as políticas autoritárias da Troika podem sair derrotadas deste embate frontal com as populações e a democracia local, para isso o Bloco de Esquerda de Vizela apresentou ontem ao Presidente da Assembleia Municipal um projeto de deliberação para a realização de uma Assembleia Municipal, para aprovação de um referendo no município de Vizela, para que os Vizelenses se possam pronunciar se querem ou não a extinção/fusão da sua freguesia.

Para o Bloco de Esquerda, o eufemismo de “agregação” de freguesias para Troika ver, não esconde o conteúdo essencial desta lei, a extinção de freguesias e a menor participação democrática das populações.

Temos ainda que lembrar que apenas 0,9% o orçamento de estado é gasto com às Freguesias e são elas que melhor serviço prestam a População. Tirando que está imposição da Troika, não vai cortar nos custos mas sim aumenta-los. É um atentado a uma das conquistas de Abril.

 

Pela coordenadora do Bloco de Esquerda de Vizela

publicado por José Manuel Faria às 18:24

O presidente da Câmara Municipal de Vizela vem afirmar que o concelho está em festa com a reabertura das Termas.

 

Este contrato (reabertura das termas) foi conseguido por todos: e todos, congratulam-se com o esforço e o trabalho desenvolvidos pelo Executivo nos últimos dois anos ............Estamos prontos a receber os vossos votos, diria Dinis Costa.

publicado por José Manuel Faria às 09:29

 

 

 "Em causa está um procedimento habitual: a indicação, por parte das direcções, dos professores de que a escola necessitará no ano lectivo seguinte e daqueles que se prevê que fiquem sem componente lectiva. Estes têm de se apresentar a concurso, para colocação noutra escola. 


O problema, segundo o dirigente da ANDE, é que “este ano o pedido às escolas para que façam a lista de professores com horário zero está a ser feito antes de serem conhecidos os resultados dos exames nacionais e das matrículas e num quadro de inúmeras alterações, entre as quais as decorrentes da reestruturação dos currículos”.

“Objectivamente não temos dados que nos permitam prever quantos professores, e de que grupos, vamos precisar e, consequentemente, quantos ficarão sem componente lectiva”, afirma Manuel Pereira. Considera que, “neste contexto, é ainda mais grave, inapropriado e inaceitável o tom ameaçador com que o MEC se dirige aos directores”"

publicado por José Manuel Faria às 08:40

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