Desta vez iremos fazer uma vigilia em frente à Assembleia da República, no próximo dia 2 de Outubro e só sairemos de lá quando tivermos respostas às nossas reivindicações.
REFORÇO IMEDIATO DO ORÇAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE APOIO.
A gravidade desta situação é ainda maior dados os baixos níveis de
rendimentos disponíveis (63,2% dos agregados familiares que integram pessoas com deficiência têm menos de 800 € de rendimento mensal, 27,6% não ultrapassam os 403€) e os custos acrescidos que as pessoas com deficiência têm de suportar para viver (estes custos, dependendo do tipo de deficiência, variam entre 4.103€ e 25.307€ anuais) que não são nem de perto nem de longe compensados. Para fazer face a esta situação são urgentes, entre outras medidas: o aumento das prestações sociais, como as pensões de invalidez, apoio de 3ª pessoa, subsídio de dependência, etc.; promoção de condições de vida independente e escolha de projecto de vida; apoio ao emprego e o cumprimento das quotas estabelecidas na lei; reposição dos benefícios fiscais que foram eliminados pelo governo de José Sócrates.

"A Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) quer manter o corte de 5,75% da taxa social única (TSU) paga pelas empresas e, para compensar esta redução, vai propor o aumento em 30% do imposto sobre o tabaco."
Ou 30% sobre o vinho e demais bebidas alcoólicas