15
Set 12


"Deputados do PS, PCP e BE participarão nas manifestações contra as medidas de austeridade, convocadas para hoje pelas redes sociais e que contam com mais de 42 mil presenças "confirmadas" no facebook."


DN


 - A Ugt e a Cgtp tiveram tempo para se juntarem ao protesto: imagine-se uma concentração desse tipo ( 500 mil a 1 milhão) - o governo desfalecia.

publicado por José Manuel Faria às 11:21

14
Set 12


- 12 JULHO, 2011 - 01:23

 

A VII Convenção realizou-se numa data nada propícia à actividade política interna do Bloco. Nós todos deveríamos estar nas ruas, no contacto directo com as populações, nas instituições várias, nos comícios a apoiar os nossos candidatos às legislativas. A Mesa decidiu, está decidido.

Nestes dois anos, o Bloco, atravessou momentos positivos: intensa actividade política no parlamento com resultados práticos, caso das chamadas “questões fracturantes”, mas, na maioria das vezes as propostas caíram em “saco roto” derrotadas por Sócrates; actividade positiva no apoio às greves na participação em manifestações e na dinâmica da realização de encontros, conferências e debates e resultados positivos nas legislativas e europeias 2009.

Nestes dois anos, o Bloco teve uma estrondosa derrota eleitoral nas autárquicas: falhou todos os objectivos ? vereação em Lisboa, Porto, Braga, Coimbra e Setúbal. Errou em não ter discutido com as concelhias, distritais e Mesa nacional o apoio a Alegre, candidato do sistema e de Sócrates, com os vergonhosos resultados conhecidos, errou no ataque que fez à ideia da possibilidade do PCP apresentar uma moção de censura ao governo e alguns dias depois entregou-a na Mesa da assembleia da república, pedindo ao PSD que a não aprovasse.

Nestes dois anos, o Bloco transformou-se numa organização partidária rígida e altamente hierarquizada, o contrário do que tinha vindo a ser. O funcionalismo exacerbado, o controlo, elevado a doutrina: a existência de responsáveis distritais para as concelhias: levando a orientação política, a nomeação, a tarefa aos camaradas da estrutura “mais baixa”, o excessivo poder na decisão da entrada de aderentes camaradas no Bloco, a escassez ou nula realização de plenários concelhios sem dar explicação aos aderentes. Longe vão os tempos em que todos os aderentes eram convidados a participarem em reuniões de concelhia. O poder intocável do grupo parlamentar que só responde perante a comissão política que na sua esmagadora maioria são os mesmos. E o fim dos convites à participação das “minorias” nas listas às legislativas.

O Bloco de Esquerda altamente institucionalizado tem de voltar a ser o grande partido da “osmose”, onde as suas organizações de portas abertas acolhiam e têm de acolher ainda mais os movimentos de cidadãos pelas suas lutas locais, os movimentos sociais contra o pagamento das Scuts dos precários ou da geração à rasca entre centenas, sem controlo partidário ou manipulação dos dirigentes.

O BE na próxima legislatura tem de passar à prática o diálogo, a convergência nas lutas sociais e eleitorais com o PCP e outras esquerdas extraparlamentares, só uma grande plataforma unida pode um dia governar o país.

Apresento à discussão uma proposta uma ideia para a futura direcção, o grupo parlamentar e, claro todos os aderentes reflectirem é sobre o sistema eleitoral.

O sistema eleitoral português: distribuição proporcional do número de mandatos (230) por 18 distritos e Açores/Madeira/Europa/fora da Europa (22 Círculos eleitorais), esta realidade legal constrói círculos onde se elegem 47 deputados (Lisboa) e 2 (Portalegre), a média de eleição de um mandato está compreendida entre os 19.000 e os 23.000 votos validamente expressos. Na prática este sistema penaliza todos os partidos à excepção do PS e PSD que são beneficiados. Este sistema faz “valer” menos um voto no Bloco de Esquerda em Bragança do que em Lisboa. Os votos no BE contam nos círculos de: Braga, Porto, Aveiro, Leiria, Santarém, Lisboa, Coimbra e Faro, nos restantes a tradução do voto em mandato é quase impossível ou impossível, mesmo: nestes círculos a bipolarização coarcta por completo a esperança em eleger mandatos e, ao mesmo tempo dificulta o crescimento do partido (dificuldade na criação de núcleos e ou concelhias) prejudicando-o fortemente nas eleições autárquicas.

O Bloco de Esquerda pugna pela alteração do sistema eleitoral, defende o desaparecimento dos 22 círculos em troca por um único círculo eleitoral ? Vantagens:

- Todos os votos no BE contam, fazendo com que os indecisos votem;

- Elege a democracia política a um patamar elevado;

- Termina com a bipolarização eleitoral nos círculos “pequenos”;

- Dificulta a criação de falsas (45%) maiorias absolutas do PSD e do CDS;

- Coloca todas as listas em igualdade absoluta;

- Com este sistema a putativa diminuição do nº de deputados no parlamento influência proporcionalmente quase nada os “pequenos” partidos.

 

publicado por José Manuel Faria às 21:35


"Considerando que a declaração do primeiro-ministro é suscetível de gerar equívocos", o Gabinete do Secretário-geral do PS torna público que: "1º O Secretário-geral do Partido Socialista foi informado, via telefone, das medidas que o Primeiro-Ministro anunciou ao país, cerca das 18h00 (uma hora antes) do próprio dia (sexta-feira passada, 7 de setembro).  

2º Em nenhum momento anterior àquela data o Secretário-geral do Partido Socialista foi informado de qualquer medida que o Primeiro-Ministro veio a apresentar.  

3º O Secretário-geral do Partido Socialista comunicou com toda a clareza ao Primeiro-Ministro, durante o telefonema referido no primeiro ponto, que discordava das propostas que iam ser apresentadas.  

4º O gabinete do Secretário-geral do Partido Socialista lamenta as circunstâncias que motivam a necessidade de divulgar este esclarecimento".


Expresso

publicado por José Manuel Faria às 19:27

13
Set 12

publicado por José Manuel Faria às 19:50


De hoje a uma semana- dia 20 – serão entregues as Moções à VIII Convenção (Congresso) do Bloco de Esquerda e, pelo que se sabe, a Moção da Direcção há muito no terreno terá de discutir com ela própria, caso não seja construída uma alternativa aglutinadora da maioria dos críticos. Espera-se “oposição” ou o Encontro tornar-se-á numa homilia: o BE não é um Igreja!

publicado por José Manuel Faria às 10:22

12
Set 12


Ouvi o recente discurso de Passos e mais recentemente a entrevista do Ministro das Finanças com o jornalista José Gomes Ferreira da Sic. Li e ouvi comentários desfavoráveis de ex-ministros e políticos consagrados, de D. Januário Torgal Ferreira e muitos outros ilustres cidadãos do nosso País.No final uma conclusão e muitas certezas, vamos continuar a ter muita Austeridade e são inevitavelmente os que menos ganham, os reformados, o que ainda resta da classe média que vão de novo ser chamados a contribuir para garantir a sustentabilidade do sistema por mais alguns meses.Seja por falta de vontade política ou cegueira ideológica, por obediência ao capital, por receio de conflitos com os senhores do capital ou por falta de sensibilidade politica e desrespeito para com o povo trabalhador e todos os que menos rendimentos auferem, a verdade é que este Governo não consegue apresentar uma medida capaz de se tornar alternativa à crise.POdem ser Doutores ou Engenheiros, gente muito competente ou simplesmente que tenham caído na politica à falta de melhor, uma coisa sabemos só conseguem apresentar medidas de austeridade que visem perda de poder de compra, desemprego, taxas, impostos, penalizações e mais recessão.Somos um País de idosos...motivo para os tratar com dignidade e carinho, seria assim em qualquer lado mas não por cá.Dificulta-se o acesso à Saúde e à Justiça, retiram-se rendimentos mesmo a quem vive com o salário minimo, para compensar uma taxa única reduzida para as Empresas e irónicamente dizem-nos daí podem resultar novos empregos! para logo a seguir nos dizerem que o desemprego vai continuar a aumentar e breve atingirá os 16%! Posto isto sabemos vamos ter de novo de suportar novos encargos enquanto os que vivem com rendimentos elevados podem continuar a ir de férias e a garantir rendimentos em qualquer lado...na verdade mudaram os Governantes mas a política não, hoje sabemos que a obediência ao grande capital não tem limites e a dignidade das pessoas pode sempre ser posta em causa, os direitos ou garantias valem muito pouco.A legitimidade permite tudo...o acordar dos portugueses demora e a indignação estará controlada como no passado, por polícia e forças militares, agora não a bem da Nação, mas para fazer cumprir a ordem pública.Estamos a regredir e nem os anos de algum progresso escapam ao retrocesso, em áreas como a saúde, o ensino, o emprego, a segurança social, a pobreza...tudo tende a recuar muitas décadas e curiosamente os Governantes, alguns saídos das Jotas, tudo fazem por bem, porque acreditam nos seus idealismos e nas "regras de mercado" a que obedecem.Até quando será possível esquecer ou fazer mal ás pessoas! que capitalismo é este que nada respeita!Bom Dia.


https://www.facebook.com/notes/jos%C3%A9-carlos-queiroz/e-agora/523813284299483?notif_t=note_tag

publicado por José Manuel Faria às 10:24


"O Governo está a pedir aos portugueses um esforço de redução do défice "na ordem dos 4,9 mil milhões de euros", valor quase seis vezes superior à redução necessária combinada com a troika"


DN

publicado por José Manuel Faria às 09:59

11
Set 12


"O ministro das Finanças anunciou que acordou com a troika a passagem do limite do défice de 5% em 2012, 4,5% em 2013 e 2,5% em 2014. Admitiu que as alterações às tabelas do IRS representarão um aumento de impostos, disse que os rendimentos de capitais serão mais taxados e ficou-se a saber que o aumento das contribuições para a Segurança Social passará a ser de 30,7% para os 'recibos verdes'. E ainda vai haver mais privatizações."


VG

publicado por José Manuel Faria às 18:25

publicado por José Manuel Faria às 10:46


"Os portugueses sabem, pela realidade dos mercados e o reconhecimento internacional, que os sacrifícios que estamos a pedir têm tido o reconhecimento daqueles que nos avaliam, de que Portugal está hoje melhor do que estava antes": Miguel Relvas


 - Mais empobrecimento;

 - Mais déficit;

 - Mais falências; 

 - Mais desemprego;

 - Menos receita;

 - Menos investimentos públicos e privados;

 - Pior saúde e educação...


Dos casos de corrupção mais mediáticos - Freeport, submarinos, SLN, BPP, BPN, secretas, sobreiros....etc. Há um tipo preso: Duarte Lima.

publicado por José Manuel Faria às 09:39

10
Set 12
publicado por José Manuel Faria às 18:11



4 – NUM PARTIDO-MOVIMENTO A DIRECÇÃO É TODO O SEU COLECTIVO …

 

Eis que de um momento para o outro, o actual coordenador da direcção política do Bloco, resolveu introduzir a discussão da “renovação” da “liderança”. E fê-lo como a imprensa gosta: lançar nomes separados de políticas!

O Bloco de Esquerda não é uma monarquia nem propriedade de nenhum “líder”. Aliás essa figura de “líder” é estranha aos estatutos do Bloco e só ganhou força devido às exigências do circo parlamentar. Num partido-movimento como o Bloco de Esquerda todos os militantes são activistas e porta-vozes, por muito que isto não se enquadre nos esquemas do circo mediático e nos arquétipos da democracia liberal.

O actual “líder” do Bloco de Esquerda é, para todos os bloquistas, o coordenador da direcção política. A imagem de “líder” à semelhança de qualquer partido tradicional, em nada contribuiu ou contribui para tornar o Bloco de Esquerda um partido-movimento de activistas, militantes e porta-vozes do seu programa político. A imprensa habituou-se a reduzir o Bloco aos seus militantes mais conhecidos. Primeiro o “líder” e depois os deputados. Para além destes, a imprensa pintava sobre o Bloco um autêntico deserto.

É também uma verdade que a actual direcção política do Bloco cedeu às pressões da imprensa reduzindo, muitas vezes, a actividade bloquista à intervenção do grupo parlamentar. Esta não é uma crítica aos camaradas que são deputados. É uma crítica política às prioridades definidas pela direcção política do Bloco para a acção bloquista.

O espaço de intervenção prioritário do Bloco são as lutas sociais, são os movimentos sociais, é a intervenção com clareza no processo de luta de classes. E para esta intervenção o Bloco não precisa de “líder” à imagem de qualquer partido tradicional, não precisa de direcções bicéfalas que mais não fazem que contentar tratados de Tordesilhas entre correntes internas. O que o Bloco de Esquerda precisa é de reforçar essa intervenção social e a partir daí fazer de cada militante um activista e um porta-voz!

Desde um ponto de vista estatutário, não haverá nada a mudar. O coordenador da Comissão Política é o militante que encabeça a lista mais votada, em Convenção Nacional, à Mesa Nacional.

 

João Pedro Freire: núcleo de Matosinhos.

publicado por José Manuel Faria às 17:58

02
Set 12
publicado por José Manuel Faria às 10:47


"O nosso país não é um país corrupto, os nossos políticos não são políticos corruptos, os nossos dirigentes não são dirigentes corruptos. Portugal não é um país corrupto. Existe corrupção obviamente, mas rejeito qualquer afirmação simplista e generalizada, de que o país está completamente alheado dos direitos, de um comportamento ético (...) de que é um país de corruptos", disse a diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), numa conferência na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide"


 - Patética! 


publicado por José Manuel Faria às 10:17

01
Set 12
publicado por José Manuel Faria às 11:33


Praia, 18 de Agosto 2012 –


Frontal e sem papas na língua, como sempre, o jornalista angolano Rafael Marques, disse à Agência Lusa que as eleições gerais de 31 de Agosto servem os “interesses” de Lisboa e que Portugal nunca quis o bem-estar dos angolanos.

“Estas eleições servem os interesses económicos dos portugueses porque esses interesses estão alicerçados na corrupção. Se o Presidente da República de Angola sai do poder, haverá em Portugal uma série de processos contra empresas portuguesas que têm feito negócios ilícitos em Angola”, afirmou o jornalista que, de Luanda, prestou declarações por via telefónica.

“No meio disto tudo Portugal é um vendedor de serviços. É um país que está em situação de crise e procura vender os seus serviços a todos aqueles que têm o controlo dos fundos”, alegou ainda este profissional de comunicação social e activista, responsável pelo portal de informação “Maka Angola”, uma página da internet especializada na denúncia da violação dos direitos humanos e casos de corrupção que envolvem altas figuras da nomenclatura angolana.

Entrando em pormenores e demonstrando conhecer bem os suspeitos negócios entre Luanda e Lisboa, Rafael Marques adiantou que “os investimentos que têm sido feitos em Portugal, sobretudo pela família presidencial, o Manuel Vicente, o general Kopelipa [altos dirigentes da clique de corrupção de José Eduardo dos Santos] claramente configuram actos de branqueamento de capitais porque não podem e não têm como explicar os biliões de dólares que ali são investidos, razões que o levam a enfatizar que o poder político português nunca quis saber do bem-estar do povo angolano, acrescentando: “Portugal colonizou Angola e, durante a guerra [civil], Portugal também tudo fez para prosperar, havendo sectores que apoiavam a UNITA e outros setores que apoiavam o MPLA e vendiam armas, mesmo durante as sanções das Nações Unidas.”

 

E, para o jornalista, “eventualmente, terá de passar uma ou duas gerações até que surja em Portugal uma nova forma de fazer política e que olhe para Angola como uma terra de futuro e que possa desbravar novas relações, mas desta geração não se pode esperar absolutamente nada que seja benéfico para o povo angolano”…

 

Fonte:TVI24


Realpolitik à portuguesa: vergonhoso.

publicado por José Manuel Faria às 11:18

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