
"Através de comunicado enviado para as redações, o BE entende que não se pode compreender como “a presidente da Junta apela à população para que combata a prepotência do governo e lute pela sua freguesia, se ao mesmo tira aos seus fregueses o direito à palavra consagrado na constituição portuguesa”. Segundo se lê na nota a autarca de Tagilde defende que esta alteração surgiu depois de haver “habitantes que só aparecem para apresentar discursos políticos sem sugestões benéficas para a freguesia”. Neste sentido os bloquistas defendem que “a democracia implica aceitar a opinião dos outros não lhes cortando a palavra”.
O BE refere que “o direito de questionar a junta de freguesia não pode ser um direito só de quem sabe escrever”, por isso mesmo apela para que os órgãos autárquicos de Tagilde “reponham a legalidade”."
