
As eleições municipais de 29 de Setembro são aquelas em que o BE/Vizela poderá retirar o máximo de “dividendos”: mais votos e mandatos.
1 – O BE tem um bom programa;
2 – A equipa mistura juventude com “velhos” políticos;
3 – A candidatura tem um forte apoio distrital (propaganda/logística);
4 – Paradoxalmente beneficia da bipolarização (PS + Coligação), porque ambas as listas apresentam candidatos menos populares e menos reconhecidos relativamente a 2009;
5 – Ambas as listas estão desgastadas, uma por 15 anos de poder e a outra por 15 anos de oposição;
6 - PS e PSD/CDS discutem protagonistas em vez de política;
7 – PS com um mandato medíocre: poucas obras municipais, obras inacabadas e a maioria de responsabilidade central;
8 – Um executivo que deixa a câmara na “bancarrota”: incompetência na sua gestão;
9 – Vizela é um município de frágil poder de “negociação” e apresenta uma fraca credibilidade perante o poder central.
Os abstencionistas, os eleitores do PS insatisfeitos com a candidatura e os desiludidos da Coligação têm uma oportunidade de votar na alternativa: BE.