
“PS nunca foi claro quanto ao buraco financeiro da autarquia”. “Aos 33 milhões de que temos vindo a falar talvez ainda terão de ser somados alguns milhares da campanha do Partido Socialista, que parece estar desesperado”, atirou Miguel Lopes."
Miguel Lopes voltou ainda a falar dos ajustes diretos que considera serem tomados como regra pelo Executivo PS “para beneficiar os amigos”. “Se a coligação vencer as eleições terá como regra os concursos públicos transparentes. Os ajustes diretos propiciam o aumento do passivo e a corrupção”, atirou. Ainda no âmbito da Administração Pública, o candidato defendeu uma maior delegação de competências e meios financeiros às Juntas de Freguesia".
"Este é um projeto realista que à data de hoje podemos cumprir, enquanto que o do PS é um projeto mentiroso”, afirmou ainda ontem à noite Miguel Lopes."

