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Jan 14

 

A propósito de um ano 2014 ultra/difícil – juros de dívida, passivo altíssimo, receitas insuficientes (apesar de aumentos de taxas e impostos) e diminuição de fundos do OE-, de gerir, o executivo PS (o que “governa”) abre as portas às oposições municipais (PCP, Coligação) e extra/municipais (BE)) e oposição camarária (Coligação). Através de reuniões formais (Dinis Costa, Vitor Hugo Salgado e João Polery) com as direcções dos outros partidos, o executivo compromete-se a trabalhar em conjunto os planos, os projectos e as propostas alternativas na tentativa de criar consensos políticos alargados. Creio que o PCP já aceitou, espera-se que o BE e a Coligação, PSD/CDS não caiam nesta tão previsível armadilha, pois, o único interesse do PS é, colar, as oposições à estratégia do poder: esta, pesca à linha (no futuro de arrasto) e obedece a uma táctica(s) (plano curto) primeira à qual se seguirão outras com o sentido de amarrar os adversários, afirmando que, a haver resultados negativos a responsabilidade é de todos e, caso sejam positivos só ao executivo é assacado os louros.

 

Há um modo de quebrar esta ânsia conciliadora do PS: a Coligação exigir pelouros para os seus Vereadores. {#emotions_dlg.smile}

publicado por José Manuel Faria às 09:23

Janeiro 2014
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