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Jan 14

 

O Imposto Municipal sobre Imóveis (para prédios urbanos avaliados) a pagar/ano/2014, no Concelho de Vizela, será de 0,50% do seu valor,contra os 0,30% de 2013. Um Imóvel de 100 mil euros custou o ano passado, 300 euros. Agora, custar-lhe-á, 500 - 60% - de aumento. 

 

http://www.radiovizela.pt/noticias/local/12678-Aprovada-esta-tarde-diminuio-IMI-005-2013.html

 

http://www.radiovizela.pt/noticias/local/16020-Vizelenses-pagar-taxas-mximas-impostos.html

publicado por José Manuel Faria às 10:10

ex: UDP

 

1. A austeridade determina a luta política e social do nosso tempo. Tendo a
divida como instrumento de chantagem permanente, a austeridade
orçamental justifica o maior ataque aos direitos de abril com um
programa de empobrecimento a longo prazo. A ofensiva para o aumento
da exploração entrelaça-se com uma vaga conservadora, atacando
direitos sociais e liberdades políticas. Em toda a Europa, os partidos da
alternância seguem o rumo deste retrocesso civilizacional. O
aprofundamento da crise do capitalismo financeiro exige à esquerda a
afirmação de alternativas anticapitalistas e intransigentes na defesa da
dos direitos sociais e do aprofundamento da democracia, sem cedências à
política da chantagem que destrói o Estado Social e arrasa os direitos
constitucionais. Em Portugal, o Bloco de Esquerda é o sujeito político
que nasceu para representar essa exigência de transformação social.

 

2. Vivemos um tempo diferente no Bloco de Esquerda. As corrente

fundadoras do partido/movimento estabeleceram entre si, e 

também com muitas pessoas que não eram oriundas dessas correntes, os
consensos necessários ao progresso deste espaço político alternativo, sem
prejuízo das votações democráticas estatutárias que impulsionaram o
Bloco. Contudo, antes e depois da Convenção de novembro de 2012,essa
visão foi posta de parte por protagonistas vários, empobrecendo o
pluralismo essencial ao Bloco. Esse facto alterou o relacionamento
interno. A proclamação de que as correntes originais estavam superadas,
mesmo na sua tarefa de reflexão teórica, e de que apenas as tendências
inscritas no Bloco teriam legitimidade, obriga a uma atitude. Rejeitamos
os pressupostos que resumem a riqueza interna do Bloco à existência de
tendências mas, naturalmente, não subestimamos o desafio deste novo
tempo. Assim, constituímos, ao abrigo dos regulamentos vigentes no BE,
a tendência ESQUERDA ALTERNATIVA. Uma pessoa, um voto, sempre
foi a nossa perspetiva fundadora e a nossa proposta, e é nesse respeito Projeto
que trabalhamos com respeito pelas deliberações coletivas. A valorização
da articulação anterior entre correntes, única e singular na esquerda
portuguesa, é onde pomos o pé no chão.

Subscritores:

 

Alberto Matos
André Moreira
Fabian Figueiredo
Fátima Marras
Fernando Sequeira
Francisco Alves
Helena Pinto
Humberto Silveira
Isabel Pires
João Dias
João Vasconcelos
José Castro
José Pedro Oliveira
Luís Fazenda
Luís Monteiro
Mariana Aiveca
Nelson Peralta
Odete Costa
Rute Simão
Sandra Cunha

 

Nova Corrente: Esquerda Alternativa

publicado por José Manuel Faria às 08:59

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