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Jul 14

 

(...)um município em que o número de docentes necessários seja, por exemplo, de 400, mas em que o número real de docentes seja 399, a autarquia passaria a receber um “prémio” de 12.500 euros por ano letivo. Isto assumindo que esse docente custaria por ano ao ministério 25 mil euros, o custo estimado para um professor em início de carreira.(...)

 

(...)Para Manuel Pereira, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), a proposta é, “no limite, muito perigosa”, porque poderia levar alguns autarcas a “criar turmas de 30 alunos para conseguirem poupar nos professores e amealhar mais dinheiro”. 

 

Crato

publicado por José Manuel Faria às 10:41

publicado por José Manuel Faria às 09:36

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