23
Jul 14

publicado por José Manuel Faria às 10:47

 

Guiné Equatorial é uma a ditadura, a mais longa em temos de poder no mundo, é um país onde se pratica sistematicamente a tortura em relação aos opositores e dissidentes, onde se fuzilam e executam as pessoas que são opositoras. É um país que tem petróleo, tem recursos financeiros, onde grassa a maior das corrupções.

 

Se Obiang se mantém no poder é porque a comunidade internacional, os países do ocidente, a China, a Rússia e as suas empresas que importam o petróleo da Guiné querem. O petróleo é mais importante para eles que os direitos humanos e preferem olhar para o outro lado", afirmou, Andrés Eso Ondo, líder do único partido da oposição da Guiné Equatorial com assento parlamentar (um lugar em cem).

publicado por José Manuel Faria às 08:10

22
Jul 14

 

 - Receitas, despesas municipais, competitividade económica, serviços públicos, sustentabilidade financeira.
O portal de transparência municipal é uma ferramenta onde, a partir de agora, todos estes dados estão à disposição dos cidadãos.

 

O que é que quer saber sobre o seu município?

 

exemplos:

 

- Divida total(2013) - 24,1 milhões

 

- 1100 euros por habitante

 

Concelho de Vizela: aqui.

publicado por José Manuel Faria às 08:54

21
Jul 14

 

 Estudo feito pela DELOITTE  sobre a Fundamentação Económica Financeira da CMV.

 

A Câmara alterou a regulamentação das Taxas e Licenças e a lei exige uma fundamentação económica financeira independente.

 

 Custo que fica ao HORÁRIO PÚBLICO o Gabinete de apoio ao Presidente,(Nomeações Politicas). (pag.117 e 118)


 -1,25 Euros ao Minuto

- 75,00 Euros à Hora

- 600,00 Euros ao Dia

- 13.200,00 Euros ao Mês

- 184.800,00 ao Ano + Encargos

publicado por José Manuel Faria às 23:08

publicado por José Manuel Faria às 11:52

  Ditador

 

 - Um tipo, o Eduardo dos Santos (pr angolano) é dono e sr. de um país, Angola - amissíssimo de Portugal.....e não passa nada.......Hipocrisia em estado puro.


publicado por José Manuel Faria às 08:33

20
Jul 14

Mais: independentes e, comunistas renovadores, Luxemburguistas, correntes ultra/minoritárias trotskistas e grupo dos 35 de Pedro Soares.

 

 

publicado por José Manuel Faria às 10:20

19
Jul 14

publicado por José Manuel Faria às 08:14

18
Jul 14

 

O Bloco de Esquerda atravessa um período difícil com repercussões públicas evidentes. Poder-se-ia dizer que essa crise não é exclusivamente sua, uma vez que outras formações políticas, à direita e à esquerda, e o sistema político-institucional no seu conjunto vão sendo severamente atingidos pela abstenção e pelo desprestígio. No entanto, no que diz especificamente respeito ao Bloco não é possível ocultar que se trata de uma trajectória que se vem exprimindo em perdas de influência e abandonos individuais e de grupos de aderentes com implicações preocupantes.

O episódio mais recente é o abandono da Associação Fórum Manifesto, que decidiu em Assembleia Geral reunida no último sábado desvincular-se do Bloco de Esquerda, arrastando consigo a demissão de alguns membros da Mesa Nacional e outros aderentes. Esta atitude poderá ser criticável na medida em que enfraquece a luta por uma esquerda socialista, solidária e anticapitalista no interior de um partido que pretende ser renovador da própria Esquerda e, por isso, lamentamos o seu abandono.

Porém, consideramos que esta saída da Manifesto tem um significado qualitativamente diferente de outras uma vez que se trata de uma corrente fundadora do projecto Bloco de Esquerda e, por isso, coloca em risco o seu próprio contrato fundacional.

Os entendimentos acerca da saída de militantes não podem nem devem ser apagados ou menorizados na política de um partido, sejam eles ou não reconhecidos publicamente, como acontece com a Ana Drago. Eles devem merecer um debate aprofundado que permita corrigir erros e aprofundar a democracia interna, porque um partido não se constrói depurando-se. O Bloco foi e tem de continuar a ser um motor de transformação, para tal deve procurar apresentar-se como uma alternativa política credível e agregadora, que aprenda com os erros e que no combate pela transformação social e pelo socialismo seja capaz de encontrar em cada momento as convergências que contribuam para os alcançar.

subscritores:


1. Adelino Fortunato
2. Albérico Afonso
3. Alice Brito
4. Alexandre Abreu
5. Álvaro Carvalho
6. Amália Oliveira
7. Ana Massas
8. Ana Sequeira
9. António Sequeira
10. Armando Herculano
11. Beatriz Dias
12. Carlos Alexandre Macedo
13. Carlos Cabrita
14. Carlos Gaivoto
15. Cecília Costa
16. Cláudio Alves
17. Daniel Bernardo
18. Eugénio Duarte
19. Filipe Rolão
20. Francisco Colaço
21. Helena Figueiredo
22. Henrique Guerreiro
23. João Madeira
24. Jorge Mendes
25. José Manuel Boavida
26. José Seabra
27. Luís Martins Pote
28. Luísa Gonzalez
29. Margarida Santos
30. Maria Jorgete Teixeira
31. Maria José Vitorino
32. Mariana Maia Nogueira
33. Mi Castro Felga
34. Nuno Teles
35. Paula da Costa Williams
36. Paulo Teixeira de Sousa
37. Ricardo Gonçalves
38. Rogério Miranda
39. Rosário Vaz
40. Rui Alberto
41. Sara Goulart
42. Vítor Sarmento

publicado por José Manuel Faria às 16:19

publicado por José Manuel Faria às 10:14

 

As actuais direcções políticas do PCP e do BE têm estratégias idênticas: Só se comprometem a formar governo quando venceram as legislativas, ora o PCP com um máximo eleitoral de 11 % e o BE de 6%, nunca terão possibilidade de ascender ao poder. Toda a retórica de defesa de unidade à esquerda, associações a movimentos sociais independentes e organizações partidárias com objectivo de “correr” com a direita liberal de interesses financeiros que nos governa – são, isso mesmo, argumentos manipuladores para convencer incautos.

 

- Objectivo 1º do BE: captar eleitorado ao PS, unir independentes de esquerda, colher na área comunista insatisfeitos ideológicos e reunir à sua volta, a juventude ambientalista/ecológica, radical anti/poder, universitária e cosmopolita assim como a comunidade lgbt.

 

 - Objectivo 1º do PCP: crescer nas classes obreiras e no mundo sindical, captar eleitores idosos e pensionistas, e criar esperança de alternativa de sociedade na juventude de interesses revolucionários.

 

Tanto o BE como o PCP não pretendem coligações pré/eleitorais nem pós/eleitorais: os seus eleitores também não o desejam.

publicado por José Manuel Faria às 09:12

17
Jul 14

 

 “Não há em Portugal ninguém que tenha tido uma mudança de posição tão radical sobre a saída do euro” como Francisco Louçã.(Daniel Oliveira)

 

“como o novo partido leva a sério o seu putativo acordo com o PS (...) anuncia já que os seus promotores moderam as suas posições e vão à negociação”. Pelo caminho cita um texto da Fórum Manifesto, de Dezembro de 2013, onde se afirma que “não há, dentro do euro, futuro para um crescimento económico do país que seja socialmente sustentável”. E diz também que “Oliveira, que defendeu a saída do euro como única solução de fundo para Portugal e que considera que o Tratado da austeridade é um “atentado à soberania””, mudou de posição “num relâmpago”.

 

Ao i, Daniel Oliveira rejeita a acusação. “A minha posição foi sempre a mesma, considero o euro um problema grave para a economia portuguesa e que o debate em torno da saída do euro não deve ser um tabu. A minha posição sempre foi de abertura, nunca fiz do euro uma questão decisória entre quem pode e não pode convergir”. Já Francisco Louçã tinha uma “posição radicalmente contra” a saída do euro, ao ponto de “chamar aos defensores da saída “nacionalistas”, “idiotas úteis de Angela Merkel” e “defensores do autoritarismo austeritário””. “No último ano a posição de Francisco Louçã evoluiu para o extremo oposto”, sublinha Daniel Oliveira, antes de concluir: “Não vejo como é que alguém que passou de um extremo para o outro me pode apontar falta de coerência”.

 

Se a esquerda argumentar que não é possível reestruturar a dívida nem recusar o autoritarismo do Tratado Orçamental, então fica igual à direita e governará para empobrecer o seu povo. (Louça)

 

 

 

Louça versus Oliveira.

publicado por José Manuel Faria às 08:44

16
Jul 14

 

O economista João César das Neves afirma que «é criminoso subir o salário mínimo» de tal forma que teria «consequências dramáticas sobre os pobres».

 

«As pessoas que não são pobres acham que aquilo tem impacto benéfico sobre os pobres, mas a pobreza é muito traiçoeira», explica o professor.

publicado por José Manuel Faria às 11:21

publicado por José Manuel Faria às 09:06

15
Jul 14

publicado por José Manuel Faria às 12:13

 

Quarenta anos após/Abril, Portugal nunca “experimentou” um governo de esquerda (com mais esquerda para além do PS). Nem o PS, PCP e, nos últimos quinze anos o BE em algum momento estiveram interessados na construção de uma ampla plataforma de esquerda que combatesse o neoliberalismo económico e suas bifurcações industrial/financeiras impondo políticas sociais/culturais/económicas consequentes de interesse para a maioria desfavorecida da população portuguesa (salários, reformas, pensões dignas), segurança social, educação tendencialmente gratuita e um serviço nacional de saúde exemplar.

Depois de três anos a espoliar as populações colocando fortes garrotes e humilhantes vergastadas sobre os portugueses; urge a premente obrigatoriedade de por cobro a este governo de Paços/Portas e afins com interesses germânico/financeiros.

É hora da esquerda radical democrática encetar diálogos/fóruns/convenções/congressos que possibilite o aparecimento de uma plataforma política de esquerda consistente e unida na vontade de governar o País: há tropas na esquerda do PS, na renovação comunista, no LIVRE, no Movimento 3d em áreas bloquistas e ex: bloquistas, ecologistas e moderados anarquistas sem esquecer os “independentes de esquerda” de sempre, insatisfeitos com os partidos tradicionais (às vezes votam branco/nulo). Esta proposta, tem fortes possibilidades de vingar: é uma alternativa aos “corredores por fora” (CDU/BE) e PS – uma plataforma a discutir mandatos às legislativas/2015 nos círculos de: Braga, Porto, Aveiro, Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal e Faro/mais de 10 deputados.

publicado por José Manuel Faria às 09:16

14
Jul 14

 

A saída de Ana Drago tem um grande peso político e eleitoral, mas não altera o caminho do BE”, garantiu esse mesmo dirigente. Outro dirigente, que também pediu para não ser identificado, disse que “tem um mau efeito político e aumenta muito a pressão sobre o partido”.

 

direcção do BE

publicado por José Manuel Faria às 18:42

publicado por José Manuel Faria às 10:01

13
Jul 14

 

"Em parte, a discussão que houve dentro do Bloco sobre interlocutores e convergências já é conhecida. Entendemos que houve um conjunto de pessoas que se reuniu em torno do Manifesto 3D, que demonstraram essa vontade e esse sentido de urgência - e eu creio que é possível iniciar um diálogo com essas pessoas, assim como que em relação ao LIVRE, que nasce de um conjunto de membros que, em determinadas momentos, cruzaram os seus caminhos com o Bloco de Esquerda. Deve começar-se exatamente por aí, por esses interlocutores, que estavam já disponíveis aquando do debate 
europeu, pensando como é possível gizar uma solução para o futuro", 

 

frisou Ana Drago.

publicado por José Manuel Faria às 18:12

publicado por José Manuel Faria às 08:57

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