07
Nov 14

 expresso

publicado por José Manuel Faria às 11:13

 

publicado por José Manuel Faria às 09:24

06
Nov 14

 

publicado por José Manuel Faria às 18:20

 

 

"(...)Vinte e cinco anos passados sobre a chamada «queda do muro de Berlim», acontecimento que a reacção e a social-democracia estão a celebrar como símbolo da derrota definitiva do projecto e do ideal comunista, o que temos perante nós não é a «morte do comunismo» mas a evidência de que o sistema capitalista, incapaz de superar as suas taras e contradições, se debate com o aprofundamento da sua crise estrutural e com uma crise de sobreprodução e sobre-acumulação de capital que se prolonga há já mais de seis anos sem fim à vista, tornando patente a necessidade da sua superação revolucionária. Criação da Revolução de Outubro, a URSS representou para o mundo um poderoso factor de paz e progresso social e o seu desaparecimento um dramático retrocesso. O imperialismo passou à contra-ofensiva. Mas como sublinhou Lénine «todas as nações chegarão ao socialismo, isso é inevitável, mas não chegarão todas de modo exactamente idêntico…». Esta é também a profunda convicção do PCP que na sua luta quotidiana em defesa dos interesses dos trabalhadores e por uma alternativa patriótica e de esquerda tem sempre presente o seu Programa de uma «Democracia avançada, os valores de Abril no futuro de Portugal» parte integrante e indissociável da sua luta pelo socialismo e o comunismo."

 

Avante

 

publicado por José Manuel Faria às 08:45

 

 

"O líder parlamentar do Partido Socialista, Eduardo Ferro Rodrigues, admitiu hoje que o partido não tem ainda uma posição sobre a reestruturação da dívida pública, mas disse esperar que venha a ter.

Em entrevista à rádio «Antena 1», quando questionado sobre a posição do PS sobre a reestruturação da dívida pública, Ferro Rodrigues admitiu que «o que é facto é que o Partido Socialista não tem uma posição assumida sobre essa questão».

«E espero que um dia venha a ter», acrescentou o líder parlamentar do PS, justificando que «quando se tem uma função de responsabilidade política partidária, não se pode pensar apenas na opinião individual», sendo necessário perceber «até que ponto a opinião global e coletiva do partido vai nessa direção»."

Dívida

publicado por José Manuel Faria às 08:15

05
Nov 14

 

publicado por José Manuel Faria às 11:07

 

 

"Membro do Fórum Manifesto, Daniel Oliveira diz que se o PS optar por "austeridade boazinha" colocará em causa diálogo à esquerda, do qual não exclui o PS. Está a preparar um movimento, sobre o qual não abre o jogo. Defende que partido como o Podemos seria impossível em Portugal"

- Manifesto + LIVRE+ dissidentes do BE+ M3d +CDA + independentes.

dn

publicado por José Manuel Faria às 10:44

04
Nov 14

 

"O debate entre Rui Tavares e Pedro Mexia estava marcado para quinta-feira, sobre o tema "Haverá espaço para as ideologias no mundo actual?". A resposta à pergunta chegou antes. Pelo menos na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC) não há espaço para ideologias - a direcção da instituição proibiu a iniciativa nas suas instalações. Argumento: a faculdade "não é palco para debates ideológicos". "Isso nunca foi permitido", garantiu o director, António Santos Justo."

(...) Um argumento contestado por Alexandre Amado, mas também por Luís Silva, que ocupou o mesmo cargo em 2010/2011, no primeiro mandato de António Santos Justo à frente da instituição. "Fizemos debates sobre matérias tão ou mais politizadas e foram permitidas. Nem nunca se levantou a questão", afirmou ao i, lembrando como exemplo um debate antes das eleições presidenciais que teve a presença de um dos candidatos, Defensor Moura. Não é exemplo único. Pedro Delgado Alves, deputado do PS, lembra um debate em 2012 sobre o "Estado do Estado", em que estiveram também o deputado do PSD Carlos Abreu Amorim ou Michael Seufert, do CDS. Assim como uma outra iniciativa, em Junho de 2013, sobre a co-adopção. Na mesa estava também o então bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho e Pinto. Para o parlamentar socialista esta é uma decisão "incompreensível".(...)

FDUC

publicado por José Manuel Faria às 09:00

03
Nov 14

 

O crescimento do sistema científico e tecnológico nacional da última década foi baseado no investimento na formação de recursos humanos e na internacionalização e desenvolvimento das instituições de I&D, que resultaram num saldo positivo inegável nos indicadores de produção científica e na crescente qualificação de uma nova geração de portugueses.

Contudo, aumentou também a precariedade laboral dos investigadores, pois o crescimento do setor foi baseado em contratos de bolsa e em contratos de trabalho a termo, com a duração de cinco anos, que não se traduzem na integração ou na progressão na carreira de investigação. Esta situação está a ser agravada nos últimos dois anos pela diminuição drástica do número de contratos resultantes dos concursos Investigador FCT, face aos anteriores contratos do Programa Ciência, e do número de bolsas de pós-doutoramento atribuídas nos últimos concursos para bolsas individuais.

É neste contexto que surge a proposta de “Princípios orientadores para a criação do Estatuto do Trabalhador de Investigação Científica e restruturação da Carreira de Investigação Científica” apresentada pela ANICT (uma associação com menos de 200 sócios efetivos, que pretende representar os Investigadores em Ciência e Tecnologia à escala nacional), e que vem alertar para a precariedade da situação dos investigadores mais jovens. Mas esse é o único mérito da proposta, que propõe resolver o problema da precariedade laboral dos investigadores bolseiros através do agravamento da situação laboral de todos os investigadores, propondo uma redução de rendimentos, inclusive dos bolseiros, como moeda de troca para que estes possam vir a usufruir de contratos de trabalho.

Trata-se de uma proposta baseada numa metodologia de recolha de dados pouco representativa e enviesada (baseada em questionários online, divulgados aos membros da associação), que não tem em conta a situação real de todos os investigadores - bolseiros e não bolseiros – e que assume pressupostos errados (como a alegada falta de independência científica dos jovens investigadores doutorados). A sua concretização teria como consequências o aumento da precariedade na carreira de investigação científica e a sua mercantilização, o aumento da emigração de jovens qualificados e, previsivelmente, a desvalorização futura da carreira docente. É uma proposta que em nada contribui para o reforço e desenvolvimento do sistema científico e tecnológico nacional.

No relatório Ciência Portugal 2010, da Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, lê-se que “apesar do crescimento recente, ainda não atingimos o nível dos países mais desenvolvidos, e um abrandamento do crescimento agora seria desastroso. O financiamento público da ciência em Portugal deve continuar a aumentar”. Tal não aconteceu, com o investimento público em ciência a diminuir mais de 10% em 2012 face a 2010, tendência que se mantém em 2013. Neste ponto não está todo o problema, que tem origem na inexistência de uma política de emprego científico, mas está o desastre: a precariedade dos recursos humanos no sistema científico nacional está a ser fortemente agravada pelo desinvestimento neste sector.

O LIVRE considera urgente que se inverta a tendência de desinvestimento público no sistema científico e tecnológico nacional e que se estabeleçam políticas sustentadas de emprego científico, capazes de enquadrar bolseiros e investigadores nas carreiras de investigação, impedindo que o investimento já feito em ciência se perca. O LIVRE rejeita que este enquadramento seja feito à custa dos rendimentos dos investigadores e bolseiros. O LIVRE entende que é também urgente atuar diretamente no seio das Universidade e Institutos, descongelando contratações e carreiras. O LIVRE defende que estes objetivos apenas podem ser alcançados se houver uma retoma do nível de financiamento público em Investigação & Desenvolvimento para valores nunca inferiores aos de 2010, em particular no que diz respeito ao financiamento para formação avançada e emprego científico.

publicado por José Manuel Faria às 17:59

 

 

publicado por José Manuel Faria às 09:06

 

"Chegou ao governo com 33 anos acabados de fazer, quando o doutoramento em Direito Público estava a meio. Trocou a vida "bastante mais confortável" de professor universitário pelo lugar de secretário de Estado da Administração Local (...)"

"(...)Esteve a estudar em Harvard...

Onde estava bem. Fá-lo-ia hoje outra vez. Para estar nestas funções é preciso sentir verdadeiramente um grande grau de satisfação e realização por, independentemente das circunstâncias financeiras da nossa vida, do trabalho que temos de ter, da apreciação genérica sobre a classe, podermos tentar ajudar os outros. Isso é um privilégio. Foi-me dada uma honra enorme e trabalho ao limite das minhas forças todos os dias da semana por uma razão simples: eu não conseguiria dormir se sentisse que, tendo-me sido dado tão novo este privilégio, não tinha ido ao limite das minhas forças. Às vezes discuto isso em família e peço às pessoas à minha volta que compreendam. Não era capaz de viver com a ideia de que não dei tudo o que tinha nesta altura."

jornal i

publicado por José Manuel Faria às 08:43

02
Nov 14

 

Em Vizela há um conjunto de pessoas de intereses diferenciados: política/desporto/indústria/cultura, dispostos/as a criarem um grupo abrangente/plataforma política para concorrerem às municipais de 2017. Há  elementos ex: PS, PSD, BE e PCP das direcções de empresas e de movimentos culturais/sociais assim como independentes, insatisfeitos com o poder autárquico actual e com as actuais lideranças dos partidos das  oposições.

O modo de concretização (Independente ou partido) dessa plataforma estará em discussão, assim como programa e protagonistas. Nos inícios de 2015.

 

publicado por José Manuel Faria às 10:27

 

 

 

publicado por José Manuel Faria às 09:41

01
Nov 14

 

 

"Entretanto, há uma pergunta fatal, embora muito politicamente incorrecta, que não pode deixar de ser feita: as mulheres são hoje mais felizes? Mulheres que se levantam de madrugada para ir levar os filhos à escola, que vão a correr para o emprego, que vêm a correr do emprego para chegarem a horas de ir buscar os filhos, que vão a correr para casa para fazer o jantar (contando ou não com a ajuda dos maridos) terão uma vida melhor do que as que ficavam em casa a tratar dos filhos? Mais independentes são, sem dúvida. Mas serão mais felizes?"

JAS

publicado por José Manuel Faria às 09:58

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