12
Jan 15

Sinopse: No dia do seu quinto aniversário de casamento, Nick Dunne (Bem Affleck) regressa a casa do seu passeio matinal para descobrir a sua esposa Amy (Rosamun Pike) desaparecida. Os sinais de luta em casa levam Nick a contactar a polícia e a iniciar um movimento local pela busca de Amy. Quando pormenores do seu passado e da sua relação começam a surgir, o papel de Nick e de Amy no misterioso desaparecimento pode ser completamente diferente do que as pistas levam a acreditar -.

publicado por José Manuel Faria às 09:11

"O Bloco de Esquerda anunciou hoje que estará "na rua" até março, lançando uma campanha nacional contra a austeridade que se concretizará com a entrega no parlamento de uma petição para desvincular Portugal do Tratado Orçamental.

Este conjunto de acções políticas foi transmitido no final da reunião da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda, em conferência de imprensa, em Lisboa, pela porta-voz desta força política, Catarina Martins, que também acusou o Presidente da República, Cavaco Silva, de tentar "condicionar o voto dos portugueses" nas próximas eleições legislativas.

Catarina Martins disse que a petição a favor da desvinculação de Portugal do Tratado Orçamental da União Europeia estará aberta à subscrição e participação de cidadãos de outras forças políticas (como o PCP), a sindicalistas (por exemplo da CGTP-IN), assim como a outras entidades formais ou informais com intervenção cívica, mas fechou a porta ao PS, alegando que os socialistas liderados por António Costa têm dado claros sinais de "indisponibilidade" para entrarem nessa luta.(...)"

jornal i

publicado por José Manuel Faria às 08:49

11
Jan 15

Ana Beatriz Barros

publicado por José Manuel Faria às 12:14

 

 

  - Na Palestina, Libia, Iraque, Afeganistão, Libano e Siria entre outros.

publicado por José Manuel Faria às 10:15

10
Jan 15

 

publicado por José Manuel Faria às 17:24

 

 

 

–  toda a gente clama ser “Charlie”, vão poucos anos (1987) sobre a censura explícita ao programa “Humor de Perdição“, de Herman José. Depois de uma “entrevista histórica” à rainha Santa Isabel, o programa foi tirado da antena: uns quantos bois haviam-se queixado à RTP que não podia ser, isto de andar a gozar com personagens históricas, não pode ser. E o programa foi cancelado

Aventar

publicado por José Manuel Faria às 10:00

09
Jan 15

 

 

Um dia, Uma vida. Roma, na Noite de 2 de Novembro de 1975 ... O grande poeta e cineasta italiano Pier Paolo Pasolini E assassinado. Pasolini e Um Símbolo de Uma arte that Batalha contra o Poder. Os SEUS Escritos São escandalosos, OS SEUS filmes São Perseguidos Pelos Censores, Muita gente o ama e muitos odeiam o. No dia da SUA morte, Pasolini Passa como Ultimas Horas COM A SUA amada do mãe e Mais tarde COM amigos Os Mais Próximos, e Finalmente sai parágrafo A Noite não Seu Alfa Romeo em busca de aventura na Cidade Eterna. Pela aurora, Pasolini E Encontrado morto n'uma praia em Ostia Nos Arredores da Cidade. Num Filme flutuante e visionário, Uma Mistura de Realidade e Imaginação, Abel Ferrara reconstrói o ultimo dia do Poeta Grande.

Festival de Veneza - Selecção Oficial - Competição

publicado por José Manuel Faria às 19:09

0

A questão é: quantos cartoons do Charlie Hebdo o Público publicou antes dos acontecimentos?
publicado por José Manuel Faria às 10:24

08
Jan 15

 

 

Os adeptos, simpatizantes e sócios do Belenenses estão tristes, "Cristo" sangra. Sábado no Porto as Torres levantar-se-ão.

publicado por José Manuel Faria às 09:01

 

 

"Fevereiro 2014 «Charlie Hebdo» vai mais uma vez a julgamento. Desta vez, por iniciativa da Liga da Defesa Judiciária dos Muçulmanos, liderada pelo ex-advogado Karim Achoui que ataca a manchete «O Alcorão é uma merda, não trava balas». O julgamento foi realizado em Estrasburgo: o direito da Alsácia-Moselle prevê o delito de blasfémia. Nessas regiões, a lei de 1905 de separação entre a Igreja e o Estado não é aplicada."

publicado por José Manuel Faria às 08:40

07
Jan 15

 

"São acusações de vária ordem: “Falta de respeito, injustiça, discriminação negativa, desprezo e estigma para com as pessoas da AIREV”Mas há mais:Falta de cumprimento dos seus compromissos, falta de honra da palavra, opressão, retaliação, hipocrisia, falta de reconhecimento do direito da independência e liberdade da instituição”.

Há muito que Alfredo Ribeiro ia deixando escapar o seu descontentamento e agora, nesta comunicação, pretende esclarecer. O presidente da AIREV, aquando da sua reeleição, disse encarar o mandato com “otimismo relativo”: “No caso da Segurança Social e do diretor distrital de Braga verificamos um forte empenho (…) em relação ao poder local, e concretamente do presidente da CMV, continuamos a aguardar o cumprimento dos seus compromissos”.(...)

(...)Na resposta, o e dil Dinis Costa refere que não se revê “em qualquer das afirmações e injúrias proferidas pelo Sr. Presidente da AIREV, sendo que as acusações pessoais ficam com quem as profere. Apelo, como sempre, à continuidade do diálogo a bem dos superiores interesses da Instituição e do Concelho”, lê-se. O autarca refere ter ponderado responder ao comunicado emitido pelo presidente da AIREV, “ atendendo à cordial relação” que mantem com Alfredo Ribeiro, “e face ao estranho teor do comunicado”.(...)"

rv

publicado por José Manuel Faria às 17:42

 

publicado por José Manuel Faria às 11:09

 

 

publicado por José Manuel Faria às 10:49

06
Jan 15
 
Manuel Oliveira analisa as virtualidades do processo de convergência em curso, com o "Tempo de Avançar", de que é um dos animadores, e as perspetivas que se podem abrir para uma mudança política real.

A certa altura dos seus trabalhos, Einstein verificou que para avançar com a sua teoria seria necessário reconsiderar a análise Newtoniana do espaço, tempo e movimento. E foi o que fez com o êxito conhecido, inaugurando no início do século vinte o advento da física moderna.

Lembrei-me deste extraordinário exemplo de coragem e inconformismo ao constatar que, a escassos nove meses das eleições legislativas, a Esquerda parece adormecida e resignada a aceitar a “fatalidade histórica” que, mais uma vez, parece querer condenar o povo português a mais quatro anos de rotativismo politico (ou ao bloco central) que ao longo de décadas tem inquinado o nosso regime democrático e depauperado o país.

Num extremo, o PCP e o BE continuam com a sua estratégia de “tolerância zero” em relação ao PS. Bem sei que o PS não perde uma oportunidade para justificar essa estratégia (como aconteceu ainda recentemente, já sob a liderança de A.Costa, ao subscrever e votar conjuntamente com o PSD uma proposta que pretendia ver recuperadas as pensões vitalícias. Felizmente, o clamor popular e a intervenção do BE acabaram por gorar a iniciativa), e por isso compreendo a relutância em alterá-la. Todavia discordo dela, pois como é evidente, para alem de outras considerações, tem sido completamente inútil e contraproducente.

Mas, se o PCP e o BE estão mesmo convencidos de que esse é o melhor caminho e sendo tão próximos os seus pontos de vista sobre matérias essenciais, porque não juntam as suas forças? Porque não concorrem coligados numa CDU de nova geração? Porque desbaratam a possibilidade real de criarem uma força politica de grande envergadura que obrigaria o PS a pensar duas vezes e manteria em respeito toda a Direita?

No extremo oposto, e com origens politicas várias, encontram-se os “companheiros de viagem” do PS. Dizem eles que não há nada a esperar da Esquerda: os comunistas do PCP são sectários; a pequena burguesia urbana do BE é radical; e os restantes grupos são demasiado folclóricos. Basicamente defendem aquele aforismo popular “se não os podes vencer, junta-te a eles” e propõem constituir-se numa espécie de “Verdes” do PS, apelando desde já ao voto no PS com o fim de alcançarem a almejada e improvável ”maioria absoluta”. Ou seja, deliberadamente ignorando todo o historial do PS, querem fazer crer que são eles e o PS a única solução!
Evidentemente, esta arrogante “tese” não tem “ponta-por-onde-se-lhe-pegue” e, por isso, seria uma perda de tempo estar a demonstrá-lo. Mas talvez já valha a pena perguntar: Acreditando na vossa boa-fé, e sendo uma evidência que “entra pelos olhos dentro” que não têm uma expressão politica significativa que possa minimamente influenciar o PS a alterar as suas politicas e a recusar o bloco central, não acham que seria mais eficaz, então, procurar exercer a vossa influencia no interior do PS?

É verdade que a Esquerda tem a sua quota de responsabilidade pela situação a que chegamos. Mas só por má-fé ou miopia politica se pode ignorar o papel que tem hoje na defesa dos direitos dos trabalhadores, na resistência às políticas de direita, na defesa do regime democrático e na construção de um país melhor.

Felizmente, entre a intransigência politica inconsequente de uns e o conformismo político de outros está a surgir a vontade de convergência indispensável para a constituição de um Pólo de Esquerda (Tempo de Avançar) disponível para depois de sufragado, e na base de um compromisso programático público, integrar uma maioria parlamentar que suporte um governo liderado pelo PS. Não incluindo por razões conhecidas o PCP e o BE, não podemos dizer que esta seja a solução ideal mas é, sem dúvida, no quadro partidário actual a única possível.

São muitas as dificuldades para a concretização deste Tempo de Avançar. Não é fácil encontrar um denominador político comum às várias organizações que o integram; não é fácil desenhar um esquema organizativo e de funcionamento que seja simultaneamente ágil e democrático; não são fáceis as soluções jurídicas que têm de ser observadas. E também não me consta que exista algum Einstein no Movimento. E mesmo que se concretize, como espero, nada garante que eleja o número de deputados necessários, ou que o PS esteja disposto a assinar um compromisso político que implique uma alteração de algumas das suas políticas, ou mesmo que evite o PS de coligar-se com a Direita.

Ainda assim, a constituição deste Tempo de Avançar tem o mérito de ser a primeira tentativa séria para pôr fim ao rotativismo político e de colocar o PS perante as suas responsabilidades. E mesmo que não consiga atingir o seu principal objectivo, sempre ficam lançadas as sementes que mais tarde ou mais cedo acabarão por germinar. Só por isso já terá valido a pena.

Natal de 2014, Manuel Oliveira
publicado por José Manuel Faria às 22:52

 

 

Carvalho da Silva: O melhor Candidato da Esquerda às presidenciais 
 

António Costa não está refém de Guterres, está dependente da sua decisão. São coisas diferentes, parecendo idênticas. Estaria refém se, em carteira, pudesse ter outras opções com condições para ganhar Belém, o que não manifestamente não tem. Costa esperará até ao limite por uma resposta de Guterres, simplesmente por ser o único candidato à esquerda que poderá garantir uma vitória eleitoral nas presidenciais.

Os dois devem ter combinado uma data-limite. Qualquer outra hipótese é inverosímil. Se não avançar, o candidato será o ex-reitor Sampaio da Nóvoa. Um retórico com uma poética de esquerda e uma dimensão moral garantida não por obras especiais, mas por não se ter maculado no jogo político-partidário. Acontece que o país não o conhece e tenho dúvidas de que possa ficar à frente de um candidato que concorra à margem dos partidos, como Fernando Nobre fez há quatro anos (que, numa declaração ao i, diz não descurar a hipótese de voltar a avançar) ou como Marinho e Pinto ou Paulo Morais ameaçam fazer.

Posto isto, desilude-me a aparente estratégia de Guterres. O seu silêncio, aliado ao trabalho com os refugiados nas Nações Unidas, garantiu-lhe uma superioridade moral num tempo em que, no país, a moralidade se tem de procurar com uma lupa. Só que Guterres parece subordinar a sua candidatura à certeza de que não será o próximo secretário--geral das Nações Unidas. É humano que o faça, mas esperava um comportamento diferente, esperava que dissesse que não era candidato ou o seu contrário. Ser ambíguo é oferecer de si próprio uma imagem que o distorce: a de que ser Presidente da República é um mal menor, uma alternativa, uma segunda escolha.

Depois, à direita. O candidato preferido é Marcelo Rebelo de Sousa. Mas neste jogo do empurra, o também comentador político parece ter medo da sua própria sombra. Ou então é tão táctico, tão preocupado com o fazer as coisas bem, tão ansioso com o que os outros pensam, escrevem ou dizem, que mais uma vez deixará escapar o comboio.

Há pessoas que têm a tendência para o abismo. Gente que está muito bem e depois faz coisas totalmente ilógicas que deitam a sua vida a perder. E há outros, como Marcelo, que, de tão brilhantes e geniais, parecem tolhidos e não conseguem dar o passo por terem medo de falhar, de não estar à altura, de perder. É o problema de vários alunos brilhantes: são tão perfeitos que não aguentam não ser os melhores, não aguentam falhar. Um psicanalista explicará melhor do que eu. Nesse sentido, Santana Lopes é o melhor candidato da direita. Não tem medo de ir a jogo e será Presidente da República se Guterres não avançar. Não deixa de ser irónico e um ajuste de contas com o passado. E, detalhe delicioso, esteve no aniversário de Mário Soares e ficou à sua mesa. Vale o que vale. Mas, na política, 

i

publicado por José Manuel Faria às 09:30

05
Jan 15

 

publicado por José Manuel Faria às 11:52

"Pedro Santana Lopes admite que pode haver dois candidatos da direita à primeira volta das presidenciais de janeiro de 2016 e não exclui avançar mesmo que Marcelo Rebelo de Sousa o faça."

dn

Actividade política partidária

  • Líder do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata (2008)
  • Presidente do Partido Social Democrata (2004/2005)
  • Vice-Presidente do Partido Social Democrata (2002/2004)
  • Presidente da Mesa da Assembleia-Geral dos Autarcas Sociais Democratas (1997/2001)
  • Presidente da Comissão Política Distrital da Área Metropolitana de Lisboa do Partido Social Democrata (1981/1985)
  • Militante do Partido Social Democrata desde Outubro de 1976

Funções exercidas

  • Vereador da Câmara Municipal de Lisboa (2009-2013)
  • Primeiro-Ministro do XVI Governo Constitucional (2004/2005)
  • Presidente da Câmara Municipal de Lisboa (2002/2004-2005)
  • Presidente da União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas - UCCLA (2002/2004)
  • Vice-presidente do Comité Executivo do Fórum Europeu de Segurança Urbana - FESU (2002/2004)
  • Vice-Presidente da UCCI para a Península Ibérica (2002/2004)
  • Vice-Presidente da Mesa do Comité das Regiões (2002/2004)
  • Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz (1998/2001)
  • Presidente do Conselho da Região Centro (1998/2001)
  • Presidente da Mesa do Congresso e do Conselho Geral da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (1998/2001)
  • Deputado ao Parlamento Europeu (1987/1989)
  • Secretário de Estado da Cultura dos XI e XII Governos Constitucionais (1990/1994)
  • Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros do X Governo Constitucional (1985/1987)
  • Deputado à Assembleia da República nas Legislativas de 1980, 1983, 1985, 1987, 1991, 1999 e 2005
  • Assessor Jurídico do Gabinete do Primeiro-Ministro do VI Governo Constitucional (1980/1981)
  • Adjunto do Ministro-Adjunto do Primeiro-Ministro do IV Governo Constitucional (1978/1979)
  • Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (2011-)

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

- Santana Lopes é o exemplo vivo da aplicação do Princípio de Peter: em 2015 quer atingir o cume da sua incompetência.

publicado por José Manuel Faria às 08:48

04
Jan 15

 

Clara Ferreira,

em nome do Secretariado Nacional do Movimento, convoca para uma reunião que decorrerá na próxima Terça-feira (6 de Janeiro de 2014) pelas 21 horas na Junta de Freguesia de São Victor. A reunião contará ainda com a presença de Rui Feijó (integrante do Secretariado Nacional da Candidatura Cidadã "Tempo de Avançar") e Manuela Barreto Nunes (Promotora da Convenção Cidadã "Tempo de Avançar" no distrito de Braga).
 
publicado por José Manuel Faria às 22:56

Sócrates impaciente, diria desesperado, tenta empurrar os seus problemas "criminais" para o campo da "cabala política" da perseguição do anátema da caça às bruxas, efectuados por "homenzinhos de laranja ou azul/amarelados" que não querem largar o trono.

Sócrates, oportuno, querendo salvar a pele abraça e declara amor ao PS sempre que é visitado por membros da nova e velha chefia socialista só esquecido, naturalmente, por António José Seguro, que vê neste acontecimento fortes correntes de "vingança branca".

O suspense na visita de Costa, líder do PS, estrategicamente, deveria ter imposto autoridade e independência, não misturar justiça com política e, esperar no mínimo dois/três meses assimuspense na visita de António Costa a Sócrates que ocorreu no final do ano (vai/não vai/vai) em nada favoreceu Costa, antes pelo contrário, fortaleceu a táctica Socrática não deu parte de fraco: não querias ir a Évora, mas tivesses que ir, pensarão as oposições e os eleitores indecisos.

Sócrates esperneia, no entanto já deu para perceber que os indícios criminosos na posse do Juiz do TIC são fortíssimos ou este não obrigava o ex: PM a prisão preventiva.

O ex-primeiro-ministro disse à TSF que o presidente da câmara de Lisboa tem "experiência" e "maturidade política" para ser o líder do PS, defendendo que os portugueses estão à procura de alguém "em quem votar com confiança" nas próximas eleições

publicado por José Manuel Faria às 11:18

03
Jan 15

 "O beijo na boca revela uma proximidade que está conotada do ponto de vista simbólico como exclusiva, que mostra que alguém está para nós de forma única", refere Sílvia Ribeiro, terapeuta sexual e professora universitária

Beijo

Beijo na face
Pede-se e dá-se:
             Dá?
Que custa um beijo?
Não tenha pejo:
             Vá!

Um beijo é culpa,
Que se desculpa:
             Dá?
A borboleta
Beija a violeta:
             Vá!

Um beijo é graça,
Que a mais não passa:
             Dá?
Teme que a tente?
É inocente...
             Vá!

Guardo segredo,
Não tenha medo...
             Vê?
Dê-me um beijinho,
Dê de mansinho,
             Dê!

*

Como ele é doce!
Como ele trouxe,
             Flor,
Paz a meu seio!
Saciar-me veio,
             Amor!

Saciar-me? louco...
Um é tão pouco,
             Flor!
Deixa, concede
Que eu mate a sede,
             Amor!

Talvez te leve
O vento em breve,
             Flor!
A vida foge,
A vida é hoje,
             Amor!

Guardo segredo,
Não tenhas medo
             Pois!
Um mais na face,
E a mais não passe!
             Dois...

*

Oh! dois? piedade!
Coisas tão boas...
             Vês?
Quantas pessoas
Tem a Trindade?
             Três!

Três é a conta
Certinho, e justa...
             Vês?
E que te custa?
Não sejas tonta!
             Três!

Três, sim: não cuides
Que te desgraças:
             Vês?
Três são as Graças,
Três as Virtudes;
             Três.

As folhas santas
Que o lírio fecham,
             Vês?
E não o deixam
Manchar, são... quantas?
             Três!

João de Deus, in 'Campo de Flores'
publicado por José Manuel Faria às 16:59

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Olha os socialistas interesseiros, quando dava jei...
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