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                                                                                                  LIVRE/TEmpo de Avançar

publicado por José Manuel Faria às 17:36

 

publicado por José Manuel Faria às 17:03

 

publicado por José Manuel Faria às 09:41

 

publicado por José Manuel Faria às 08:31

 

 

(...) 1. Vêm aí vários novos partidos, mais do que alguma vez aconteceu desde o pós-25 de Abril de 1974. Tal corresponde à insatisfação quanto aos partidos existentes e à generalizada crença de que são irreformáveis por dentro, de par com uma vontade de participação política que, mal, só através de um partido pode realizar-se por inteiro. Deixando de lado o que resulta de simples desejo de afirmação/promoção pessoal ou de grupo, trata-se de um movimento democraticamente salutar e que no mínimo poderá contribuir para diminuir a abstenção. Situando-se a maioria desses novos partidos à esquerda, e propondo-se alguns contribuir para a sua unidade ou convergência, há dúvidas sobre se ou como isso poderá acontecer.

Nítido, desde já, é que nenhum tem ou sequer pode aspirar a ter, a curto?/médio prazo, a expressão e força de um Podemos e de um Ciudadanos, em Espanha. Porém, no modo de funcionamento, em particular na procura de novas formas de participação, na escolha dos seus candidatos a eleições, sobretudo o Livre/Tempo de Avançar constitui uma experiência a ter em conta, com a intervenção já de diversas figuras de respeitado percurso cívico, pessoal e profissional.

A tudo isto voltarei. Agora quero salientar que, face a este acrescido número de partidos, mais se impõe uma lei que há muito devia ter sido aprovada, e não foi, talvez por suspeita de antidemocrática, que não é, pelo contrário. Uma lei que acabe com partidos hoje de facto inexistentes, que não têm nem fazem nada de nada, mas aparecem a concorrer a eleições, às vezes como uma espécie de barrigas de aluguer, só contribuindo para criar confusão e problemas, mormente ao nível dos tempos de antena. Claro que não me estou a referir a partidos históricos e, a seu modo, sempre intervenientes, como o MRPP, ou a partidos recentes e ativos, como PAN, entre outros - e claro que a sua extinção só deve ocorrer se não fizerem prova de ter o número de membros e/ou apoiantes necessários para... constituir um partido.(...)"

JC Vasconcelos

publicado por José Manuel Faria às 07:59

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