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Jun 16

Foi uma deliberação que não correspondeu à divisão entre Grupos Parlamentares apoiantes do Governo e Grupos Parlamentares da Oposição, nem à clássica distinção entre direita e esquerda”, lê-se no site, onde é também acrescentado que o Parlamento deve “ter a oportunidade de ponderar, uma vez mais, se quer acolher as condições preconizadas pelo, agora não consagradas ou mesmo afastadas”.

 

PS: O que diz Marcelo sobre Cristiano Ronaldo que comprou o filho à mãe? Nada ou ele não fosse o CR7.

publicado por José Manuel Faria às 10:31

Com duas candidaturas anunciadas da área socialista - uma oficial do PS outra paralela (Dinis/Victor) é, obviamente previsível a não existência de maioria absoluta (quatro mandatos) no próximo executivo. Esta realidade deixa campo aberto para o CDS e PSD concorrerem em Listas próprias, assumindo-se assim, ambos como alternativa e, provavelmente a criação de coligação pós/eleitoral ,agora há novas direcções políticas/partidárias.À partida, poder-se-ia dizer que a multiplicação de candidaturas à direita e no centro/esquerda favoreceria, o PCP e o BE, mas creio que acontecerá o inverso: ou apresentam listas renovadas ou serão vergastadas politicamente, Tenho um dedo "mindinho" que me diz da forte possibilidade de aparecer em Abril/Maio/2017 uma sétima alternativa de pendor menos ideológico e mais de teor realístico/pragmático.

Ao eleitor Vizelense não lhe faltarão hipóteses de escolhas.

publicado por José Manuel Faria às 09:43

 
O título original já diz tudo, trata-se de uma obra sobre a juventude de um rapaz. Mason (Ellar Coltrane) é um filho de pais divorciados (Patricia Arquette e Ethan Hawke) que vive com a mãe e com a irmã (Lorelei Linklater, filha do diretor). Ele tem que lidar com a ausência do pai, com as idas e vindas das relações da mãe, com a mudança de cidades, ou seja, com a vida.

Curiosamente, o filme encontra algumas semelhanças com Azul é a Cor Mais Quente. Se ali vemos uma adolescente se transformar em mulher (Adèle Exarchopoulos), aqui temos um rapazinho que se transforma em jovem, com a diferença significativa de que este processo acontece não só narrativamente, mas também fisicamente.

Se por um lado podemos culpar Linklater de ter guardado para si um promissor ator, por outro temos que aproveitar o facto de estarmos diante de algo especial. Coltrane já cresceu, então aquele garotinho que vemos não será mais visto na tela dos cinemas. Apenas em Boyhood.

Trata-se de um filme sobre a beleza do ordinário, nada é extraordinário (salvo o resultado final da obra). Temos um menino comum em situações comuns cercado por gente comum.

publicado por José Manuel Faria às 09:32

 

publicado por José Manuel Faria às 08:56

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