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publicado por José Manuel Faria às 22:38

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Mesa Nacional anula adesão de grupo infiltrado

     

09-Jan-2017

A Mesa Nacional do Bloco de Esquerda aprovou este domingo o relatório da Comissão de Inquérito à adesão coletiva da organização Socialismo Revolucionário.


O inquérito interno foi aberto na sequência de um conjunto de adesões e pedidos de adesão provenientes de uma organização política que, externamente ao Bloco de Esquerda e sem qualquer contacto com os órgãos legítimos do partido, decidiu infiltrá-lo.

A organização Socialismo Revolucionário apresenta-se como a secção portuguesa do "Comité para uma Internacional dos Trabalhadores" (CIT). De acordo com o site oficial do SR, “o CIT é um partido marxista internacional”. O SR publica a revista A Centelha e mantém uma página oficial na internet (socialismohoje.wordpress.com). De acordo com as declarações dos filiados, o “CIT promove que os seus membros filiados façam trabalho junto das organizações e partidos de esquerda e, dependendo do contexto, integrá-los”.

Nas teses do Congresso de 2013, o CIT escreveu que a sua secção portuguesa tenta “construir pontes com os melhores ativistas do Bloco de Esquerda, criticando a direção de sua liderança. A forma como se desenvolve o Bloco de Esquerda no próximo período é uma questão em aberto, com o seu desempenho desastroso nas eleições locais de Setembro, uma lembrança das consequências da mudança da liderança para a direita em direção à social-democracia. Exigimos táticas flexíveis que podem significar a procura de oportunidades noutros locais, incluindo uma orientação para o PC português, que, apesar de muitas das características burocráticas que retira do seu passado stalinista, é um dos poucos partidos tradicionais de trabalhadores de massa que ainda existem na Europa.”

Numa declaração de junho passado, o Comité Executivo do SR anunciou no seu site a sua integração no Bloco de Esquerda e, em dezembro, enviou à Mesa Nacional um pedido de formalização da tendência interna Socialismo Revolucionário.


A Mesa Nacional aprovou por maioria o relatório da Comissão de Inquérito. A anulação das adesões e a não-ratificação dos novos pedidos de adesão, num total de seis, foi decidida por voto secreto com 47 votos a favor, 24 contra e 4 abstenções. Esta decisão resulta da verificação de fraude ao princípio legal e estatutário da adesão individual. Não são abrangidos pela decisão três dos aderentes visados pelo inquérito, que integraram o SR quando já eram aderentes do Bloco de Esquerda.   

 

 

 

Através da influência que exerce sobre a Mesa Nacional do Bloco de Esquerda, o Secretariado do Partido — entre os quais se encontram alguns dos nomes mais conhecidos e mediatizados — acusou um grupo de militantes de “infiltração”, instaurando e conduzindo contra estes uma fraudulenta Comissão de Inquérito que resultou, até ao dia 8 de Janeiro, em seis expulsões apresentadas como uma “anulação de adesão”.

Todos os militantes do Bloco de Esquerda que estão neste momento a ser expulsos e perseguidos fazem parte de um colectivo político que anunciou publicamente as suas intenções de se constituir enquanto tendência do Partido, tal como prevêem os estatutos, tendo-se mostrado ainda disponível para uma reunião com os órgãos eleitos.

Este colectivo existe sob o nome Socialismo Revolucionário, é reconhecido como secção portuguesa de uma organização internacional marxista, o Comité por uma Internacional dos Trabalhadores. Tudo isto é comum no Bloco de Esquerda que tem, desde a sua fundação, membros de tendências como a Esquerda Alternativa, membros de organizações políticas como a UDP, membros de organizações internacionais como o Secretariado Unificado da Quarta Internacional e ainda membros de variados movimentos sociais, associações e organizações culturais e políticas de cariz não partidário

publicado por José Manuel Faria às 18:32

 - Qual é a melhor solução quando o Estado já colocou 3 mil e 500 milhões de euros.

 

publicado por José Manuel Faria às 10:57

 

publicado por José Manuel Faria às 10:18

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