17
Mar 17

«A degola inocente de consoantes mudas tem originado um caos. Em muitos casos, não respeitando a etimologia também comum a outras línguas (p. ex., actor, factor, sector), permitindo a ambivalência de critérios e o (ab)uso de todo inaceitável do AO (facto, fato; pacto, pato, etc). Já o h no início de uma palavra - a mais muda consoante do nosso alfabeto - subsiste enquanto grafema, dizem os ideólogos do AO, por razões etimológicas. Noutros casos de mudez da consoante, este fundamento não interessa, no h já é decisivo. Haja coerência! Claro que homem sem h seria uma pena impedindo a existência de homens com H grande. E uma hora H, sem o inicial h? seria "Ora O"?»

António Bagão Félix, no Público

publicado por José Manuel Faria às 18:28

 

publicado por José Manuel Faria às 12:06

 

 

publicado por José Manuel Faria às 11:53

 

publicado por José Manuel Faria às 10:55

Março 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9


20



comentários recentes
Realmente????????Vejam se concordam:Tal como aos d...
agora é o Abrunhosa com a banda, é o toy, é a luis...
Que bem que o presidente da ACIV está nas fotos do...
Ás vezes o estar calado é o melhor, no JV vem uma ...
Preocupações pertinentes e que foram apresentadas ...
Um PSD ressabiado, tentando misturar nas tricas do...
-O futuro de Vizela foi abordado por Victor Hugo q...
O gury vais ver que foi por isso que o povo te pôs...
O gury vais ver que foi por isso que o povo te pôs...
No tempo em que lá andei resolvia-se o assunto com...
subscrever feeds
mais sobre mim

ver perfil

seguir perfil

13 seguidores

pesquisar neste blog
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

blogs SAPO