A propaganda é livre e pode ser desenvolvida a todo o tempo, fora ou dentro dos períodos de campanha. As únicas proibições existentes são a afixação de propaganda em determinados locais e o recurso aos meios de publicidade comercial.
Toda despedida é dor... tão doce todavia, que eu te diria boa noite até que amanhecesse o dia.
William Shakespeare
"(...)O PCP, porque está seguro da sua independência de classe e confia nas massas, não receia convergências e acordos desde que, como no caso da posição conjunta com o PS, tal seja do interesse dos trabalhadores, do povo e do País. O PCP conhece experiências positivas e negativas na história do movimento comunista em matéria de política de alianças e sabe que elas só podem favorecer o desenvolvimento da luta quando salvaguardam a completa independência política, ideológica e organizativa do partido comunista. E quando, intervindo no imediato não se perde de vista a perspectiva e se não confunde táctica e estratégia.
Sim, na etapa actual da revolução portuguesa, o PCP luta por transformações progressistas profundas sem colocar como tarefa imediata a luta pelo socialismo, o que nada tem de ilusão reformista. Porque a questão nunca foi a de procurar mudanças no quadro de um sistema capitalista. Esse é o sentido imediato da resistência e da luta quotidiana dos trabalhadores que, claro, o verbalismo menospreza. A questão é procurá-las nos limites do capitalismo sem uma perspectiva e uma linha de intervenção revolucionária. Se se confunde governo com poder, se se cai numa linha eleitoralista e não se tem em conta que as massas – a sua organização e mobilização – são o factor determinante do processo de transformação social, se se ignora que sem a transformação da base económica e social não é possível consolidar mudanças positivas no plano político e, sobretudo, se se perde de vista que o Estado é a questão central de cada revolução, resvala-se inexoravelmente para a adaptação ao sistema, a claudicação e a traição.(...)"

A propaganda é livre e pode ser desenvolvida a todo o tempo, fora ou dentro dos períodos de campanha. As únicas proibições existentes são a afixação de propaganda em determinados locais e o recurso aos meios de publicidade comercial.


O Secretariado e a Comissão Política Concelhia de Vizela do Partido Socialista, promovem no próximo dia 24 de abril, um jantar para militantes e simpatizantes, comemorativo do 43º aniversário do 25 de Abril de 1974. Socialistas com 25 anos de militância serão distinguidos.
"Os Documentos de Prestação de Contas de 2016 foram aprovados por maioria na Assembleia Municipal de Vizela, realizada esta noite, na Casa das Coletividades. A bancada PS e o deputado da CDU votaram favoravelmente, já a coligação PSD/CDS-PP optou pela abstenção.
José Abreu, durante a sua intervenção, sublinhou que 2016 foi o ano em que menos se investiu no concelho e que, durante os últimos anos, “estivemos perante um Município em manutenção”. O deputado da coligação PSD/CDS-PP enalteceu o valor do passivo, que se situa nos 33 milhões de euros, lamentou os elevados impostos que os vizelenses pagam e rematou dizendo que os Documentos de Prestação de Contas de 2016 “merecem muitos reparos”.
Agostinha Freitas, líder da bancada socialista, enalteceu que este é um fechar de ciclo para Vizela, atendendo a que nos últimos anos o Município esteve sujeito às condições do PAEL e do Reequilíbrio Financeiro. Este é um “cortar de meta”, vincou a deputada. Para Agostinha Freitas, a dívida atual do Município, no valor de 15.863.645 euros, deve-se à não introdução da dívida da Vimágua, do Fundo de Regularização Municipal e também à amortização de juros de mora.
Dora Gaspar, vice-presidente da Câmara Municipal de Vizela, admitiu que a receita dos impostos é importante para os cofres do Município, no entanto, espera que os impostos diminuam e que os vizelenses sintam esta redução já no próximo ano. Dora Gaspar repetiu que o bom desempenho dos últimos seis meses de 2016 foi fundamental para atingir o valor da dívida expresso nos Documentos de Prestação de Contas.(...)"