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Mai 17

 

publicado por José Manuel Faria às 19:56

 

Reunião, dia 18 de Maio, quinta-feira, 21horas

Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (Rua Fialho de Almeida, nº 3, próximo do Corte Inglês)

Cara(o) camarada,

Fazemos parte dos militantes portugueses que – pertencendo a diferentes quadrantes político-partidários – se associaram à convocação da Conferência Mundial Aberta (CMA), subscrevendo o seguinte texto:

«Nós, militantes operários, sindicalistas, militantes anti-imperialistas de acordo com toda ou parte desta Declaração consideramos que os problemas que ela coloca estão no centro das preocupações de todo o movimento operário, para resistir e agir em defesa da classe operária, das organizações independentes e das nões oprimidas.

Que primeiras lições se podem tirar dos combates levados a cabo, neste novo período, pela classe operária, a juventude e os povos oprimidos?

Que lições podemos tirar sobre o posicionamento político das diferentes forças e correntes que se reivindicam do movimento operário e anti-imperialista?

Que lições podemos tirar sobre os métodos adoptados, em cada um dos nossos países, para superar os obstáculos encontrados e dar os primeiros passos sérios no agrupamento massivo da classe operária no seu próprio terreno?

Como apoiarmo-nos uns aos outros nesta batalha?

Sobre estas bases comuns, para debater e encontrar soluções, assumimos a responsabilidade de vos convidar a participar na Conferência Mundial Aberta, iniciativa do AIT

As respostas às questões aqui levantadas irão depender da contribuição de cada delegação e da capacidade de elaboração do conjunto de todos quantos estão a preparar a CMA (ver Apelo actualizado em anexo).

O que está em jogo no continente europeu?

Que contribuição poderá ser a de Portugal para a CMA?

Temos conhecimento que militantes da Alemanha estão a procurar discutir os problemas com que estão confrontados os trabalhadores do seu país e, ao mesmo tempo, a forma de participar na CMA, em conjunto com delegações do Comité Nacional de Resistência, de França, para defender os direitos laborais e sociais, e também da Polónia, nomeadamente dos sindicatos dos enfermeiros, recentemente envolvidas em movimentos de greve.

Será que não poderíamos perspectivar uma iniciativa semelhante com militantes do Estado espanhol?

Tudo está em aberto.

Para podermos trocar opiniões sobre o que poderá ser realizado pela nossa parte, propomos uma reunião aberta informal, no próximo dia 18 de Maio, pelas 21 horas, nas instalações do SPGL em Lisboa.

Saudações de Abril em Maio

Lisboa, 12 de Maio de 2017

Carmelinda Pereira​

 

publicado por José Manuel Faria às 19:18

 

publicado por José Manuel Faria às 11:41

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