O que levou Pedro Passos Coelho a ultrapassar a linha que separa um líder civilizado de um líder xenófobo? Descaiu-se? Não queria dizer aquilo mas disse (como nos falsos suicídios de Pedrógão)?
Foi uma manobra azarada do inconsciente? Nenhuma destas explicações mais ou menos bondosas é aceitável para o discurso xenófobo que o líder do PSD fez no Pontal. A questão é que podemos estar mesmo perante uma deriva de Pedro Passos Coelho, um líder naturalmente em estado de desespero político – afinal, a situação diabólica nas secções de economia e finanças do país, que anunciou repetidamente, não só não aconteceu como Portugal teve um crescimento de que não havia registos desde o ano 2000.
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