

- Tendo em conta as circunstâncias políticas locais: Voto pela primeira vez no Partido Socialista

"Venho para servir e não para ser servido. Para servir com rigor, honestidade e competência.
As provas dadas, tanto ao nível profissional como em regime de voluntariado em muitas associações vizelenses, mas sobretudo nos Bombeiros Voluntários de Vizela, comprovam o meu percurso de rigor, transparência e isenção.
Estou aqui Por Vizela. Ao contrário do que muitos tentam fazer passar, com mentiras e atentados contra a minha honra e bom nome, estou aqui por Vizela e pelos Vizelenses. Sou o candidato do PS a Presidente da Câmara Municipal de Vizela contra os interesses pessoais e corporativos, pela ética e pela moral.
Por diversas vezes, já tive necessidade de fazer a defesa da minha dignidade e honra, apresentando provas factuais que à partida deveriam ser suficientes, mas assim não aconteceu. Estejam, pois, atentos!
Acreditem, os políticos não são todos iguais. Cheguei há pouco tempo à política, mas acabei por ser dos primeiros a apresentar as ideias que projeto paVizela. Fui o primeiro a apresentar o Programa Eleitoral e o único a fazer a sua apresentação detalhada aos cidadãos em todas as freguesias do Concelho.
A candidatura do Partido Socialista, por mim liderada, é indiscutivelmente a que tem a melhor equipa para os diversos órgãos concelhios, para servir bem o nosso Concelho. Eu e todos os candidatos do PS que me acompanham prometemos rigor, honestidade, competência e eficiência no desempenho das funções.
Acompanhado pelos nossos candidatos e por um grupo alargado de cidadãos, peritos nas respetivas áreas que voluntariamente abraçaram o desafio e que se assumiram como Mandatários Setoriais, apresentamos aos Vizelenses um Programa eleitoral verdadeiramente participado. Trata-se de um compromisso para ser cumprido.
Comprometo-me com todos a ter um concelho bem governado, com rigor e transparência, assente numa gestão participada e partilhada com a comunidade vizelense.
Comprometo-me com todos a fazer um concelho ainda mais solidário com as famílias mais desfavorecidas.
Comprometo-me com todos a tornar o concelho favorável ao desenvolvimento de um tecido empresarial forte, moderno, inovador e competitivo.
Comprometo-me com todos a dotar o concelho de um sistema de ensino de qualidade, apostando em novas qualificações e ao longo da vida, a fim de adequar a oferta formativa às necessidades do tecido empresarial.
Comprometo-me com todos a tornar Vizela um concelho de cultura e atrativo, capaz de se afirmar local e regionalmente como destino cultural e ambiental.
Comprometo-me com todos a construir um concelho com qualidade urbana, assente num espaço público qualificado e num património edificado regenerado.
Comprometo-me com todos a apostar na Saúde e Bem-Estar, principal produto turístico do Concelho.
Comprometo-me com todos a apostar fortemente na defesa do meio ambiente e na despoluição do rio e dos seus afluentes e que, por isso, não irei dar tréguas aos seus poluidores.
Comprometo-me com todos a valorizar os jovens e a abrir espaços para se tornarem os protagonistas da mudança.
Fizemos um trabalho sério de esclarecimento aos cidadãos. Fizemos uma campanha eleitoral consciente e de contenção. As nossas ideias, projetos e ações contrariam a tentativa de muitos de enganar os Vizelenses tentando impressionar pelo aparato, pela imagem e pela ostentação vaidosa, mas sem qualquer conteúdo programático ou viabilidade técnica e rigor financeiro de projetos.
Como Presidente da Câmara Municipal de Vizela trabalharei norteado apenas por princípios e valores democráticos e humanistas, em prol dos reais interesses de Vizela e dos vizelenses. Como Presidente da Câmara Municipal de Vizela, servirei todos os Vizelenses e saberei ouvir e corresponder aos vossos apelos e opiniões.
Através da minha página no facebook, do Programa Eleitoral que apresentei e que pode ser conhecido na íntegra na internet (https://pt.slideshare.net/PSVIZELA/programa-eleitoral-do-ps-vizela), do jornal da minha candidatura onde constam, entre outros, os nove princípios, os nove eixos e as nove medidas principais do Programa Eleitoral e das comunicações que já fiz nas redes sociais ou em atividades políticas, ou através dos documentos distribuídos, encontrará as respostas que precisa para bem decidir em quem votar no próximo domingo!
Como lia esta semana num jornal, “não podemos deixar nas mãos de alguns o futuro de todos”. É pelo todo que me candidato, daí ter escolhido para lema da candidatura PS 2017 - Juntos, Vizela Vencerá.
Se quer garantir um futuro risonho para os seus filhos e netos, vote na nossa candidatura. O seu voto é decisivo para o futuro de Vizela.
Vote João Ilídio Costa. Vote Partido Socialista."

"Demorou a prestar o serviço a quem há muito o encomendou. Fê-lo…a que preço, não sabemos. A forma de pagamento irá ser descoberta… e a justiça decidirá o que lhe compete”, refere João Polery.
Refere que “não cede a chantagens nem a intimidação de quem nem a legislação é capaz de citar corretamente” e que “recorda-se à mesma que a prova documental do que afirmou resulta dos próprios relatórios de contas da sociedade Veta Larga – Trading Lda., que aquela invoca”, lê-se.
Acrescenta que “não basta citar documentos, sendo preciso lê-los” e que desses “relatórios de contas resulta tratar-se de empresa inativa há mais de 8 anos, período no qual não transacionou quaisquer bens e serviços”.
João Polery desafia Cidália Cunha “a provar o contrário”, adiantando que “a incompatibilidade resulta do exercício de funções efetivas ou de qualquer atividade societária que, não existe durante o exercício de funções no Município” pelo próprio, “não decorrendo da mera manutenção, no registo comercial, da qualidade de gerente, sem correspondência factual com qualquer ato de gerência”, lê-se.
Diz não ter dúvidas que Cidália Cunha “invocou, reiterada e falsamente, uma qualidade de gerente que não existia, a propósito de uma sociedade e, não satisfeita, ignora o teor dos meios de prova que invoca – prestações de contas – donde resulta a inatividade de outra sociedade”.
“Nada é mais claro e insofismável. Se a Senhora Vereadora entende que os seus deveres de comunicação às entidades tutelares ficam condicionados à sua exoneração, agradece-se a amnistia mas fica desde já dispensada dessa condição”, acrescenta João Poley que garante que “jamais acumulou outros rendimentos de proveniência societária com a remuneração das funções desempenhadas no Município, o que - isso sim - o constituiria na obrigação de restituição de salários”, adianta.
O Chefe do Gabinete de Apoio ao Município diz-se de “consciência tranquila” e “aguarda serenamente tudo que o futuro tenha para lhe reservar, com a confiança de que os Vizelenses saberão separar o trigo do joio”, termina a resposta de João Polery"

É já no Domingo, 01/10/2017, que os Vizelenses, uma vez mais, vão ser chamados a decidir o que pretendem para o seu concelho e para si próprios.
São cinco as candidaturas que, autonomamente, se apresentarão a sufrágio. No entanto e sem menosprezo, antes pelo contrário, sempre com o maior respeito por todas as opções, nas próximas eleições autárquicas - quiçá as mais importantes para o futuro de Vizela - os Vizelenses terão de fazer a sua escolha entre as três seguintes candidaturas:
1ª- Vizela Sempre - Víctor Hugo Salgado < Independentes;
2ª – A Coligação PSD/CDS/PP - Vizela é para todos; e
3ª- A coligação, que designarei por: RPSV/EPSDV/RR/I, ou seja: Restos do Partido Socialista de Vizela/Excluídos do Partido Social-Democrata de Vizela, Reunidos e Recauchutados. Formada, pela parte sobrante do PS concelhio, os excluídos e melindrados do PSD e, também, diga-se em abono da verdade, por alguns, poucos, independentes, pessoas de bem, mas que, ainda, não se aperceberam da fragilidade da falsa luz que os atraiu.
E digo que são estas três porque, não obstante do BE ter tido o importante apoio - que desperdiçou e não capitalizou - de, pelo menos três das suas figuras mais importantes, o facto é que, em Vizela, ainda ninguém viu a campanha desta força política e, pior do que tudo, não se sabe ao certo quem a lidera, como e de onde, a concelhia!
Não tendo passado em claro para os Vizelenses que, nos últimos meses, pelo menos até que Catarina Martins veio colocar ordem na casa, era flagrante a colagem do BE ao antigo PS!
Atitude, aliás, que, com excepção no tange à actual liderança, esta bem entregue a António Veiga, também se aplica à CDU nos tempos em que António Monteiro se apresentava como “aliado” do mesmo antigo PS.
Daí que, na minha opinião, a escolha no próximo Domingo não ofereça quaisquer dúvidas, sendo, inclusive, óbvia, porquanto, tratando-se, como se trata, do futuro do Município e dos Vizelenses, optar-se pelo RPSV/EPSDV/RR/I, era o mesmo que parar no tempo. Vizela, correria sérios riscos de, em vez de ser Cittaslow passar a ser designada de “cidade caranguejo”.
Na verdade, com o Senhor João Ilidio Costa à frente da Câmara Municipal de Vizela, qualquer assunto, por mais banal que fosse, atenta a sua natureza hesitante, excessivamente lenta e receosa, levaria tempo infinito a obter decisão, demasiado tempo, mais do que a Vizela é permitido aguardar!
Por outro lado, a segunda opção, a Coligação PSD/CDS/PP - Vizela é para todos - com raras e honrosas excepções como é o caso da sua actual líder do Grupo Municipal na AM - por mais que tentem fazer-se passar por despercebidos os seus principais intérpretes, para além da inabilidade respeitante à maioria deles, não conseguem libertar-se do estigma, ou se quisermos, do ferrete, traduzido no apoio sempre incondicionalmente manifestado ao principal partido que a compõe. O PSD nacional que, como os mais idosos não esqueceram, e os mais jovens também conhecem, reiterada e injustificadamente, sempre foi contra a independência autonómica de Vizela que pretendeu presa ao jugo administrativo imposto por Guimarães.
Coligação PSD/CDS/PP que, deverá estar já arrependida de ter passado valioso tempo em ataques reiterados e inconsequentes ao Movimento Vizela Sempre - Víctor Hugo Salgado < Independentes, esperando, também ela, dividir para reinar e constatar, agora, tarde demais, que andou a alimentar a nova coligação"

O Partido Socialista (PS) Vizela emitiu um comunicado onde afirma que, ao longo da campanha se “empenhou em mostrar que é possível recuperar a confiança dos Vizelenses no PS, como partido capaz de fazer mais e melhor por Vizela”.
Visa aqueles que dizem se terem servido do poder “para ocupar cargos no poder local para satisfazer clientelas e interesses particulares” para afirmar que o PS Vizela “é hoje um partido onde se respira democracia”, que se abriu à sociedade integrando nas suas listas pessoas às quais reconhece “grande valor, do melhor que Vizela tem e que sempre defenderam a restauração do concelho de Vizela”, lê-se.
Definindo-se como uma equipa “apta para governar com eficácia, competência, rigor e transparência”, diz que foi elaborado um programa eleitoral “centrado nas pessoas, com propostas credíveis e exequíveis” apresentado em todas as freguesias.
Depois, visa os que apelida de “ex-socialistas”, afirmando que estes se encontram “desorientados e desesperados” quando afirmam que “é preciso terminar com o reinado do PS em Vizela” mas que “continuam hipocritamente a integrar o Grupo Municipal do PS na Assembleia Municipal”, lê-se no comunicado. Mas não se fica por aqui. O PS Vizela critica “os ex-socialistas de Vizela que se dizem independentes” que afirmam que a candidatura de João Ilídio Costa está sozinha “quando na verdade”, refere o comunicado, o PS “está acompanhado diariamente pelos fundadores do partido”. Recusa a afirmação de Victor Hugo Salgado, quando este afirmou que “as pessoas do PS estão a matar o PS”, garantindo que “todos os dias chegam à sede do partido o apoio de socialistas e simpatizantes que não se deixam enganar por palavras ocas”.
O PS Vizela adianta ainda que “os vizelenses perceberam que o argumento” usado para justificar a saída destes elementos do partido rosa “foi mais uma mentira que utilizaram”, isto porque, acrescenta a nota, “Dinis Costa dignificou o PS” porque cumpriu o que prometeu e “honrou a sua palavra”. Vai mais longe quando diz que Vizela já percebeu que “Victor Hugo Salgado faz de conta que é candidato à Câmara” uma vez que por trás de si “tem Francisco Ferreira” e refutam a acusação de integrarem nas suas listas elementos ligados a outras forças partidárias, devolvendo ao Movimento Vizela Sempre essas considerações.
As críticas prosseguem e o PS refere que, após a divulgação dos rostos que integram a lista independente, se ficou a saber “que os que saíram do PS foram os que chegaram ao partido para se servir dele, ocupando cargos no poder local de forma a satisfazer clientelas e interesses pessoais e particulares, que fizeram construções em terrenos classificados como reserva agrícola e reserva ecológica e sem licença”. O PS refere que o Município foi lesado “em centenas de milhares de euros no loteamento de Bouçós, em Infias, porque a Câmara, à altura presidida pelo Dr. Francisco Ferreira, não registou os seis lotes dados para garantia da regular execução das obras de urbanização”, lê-se.
Os socialistas voltam a acusar Joaquim Meireles de ser contra a integração de Santa Eulália no concelho de Vizela, realçando sim o papel contrário de Carlos Alberto Costa, candidato do partido à Assembleia Municipal de Vizela.
A fechar a comunicação refere o PS Vizela que o Movimento “passa o tempo a ameaçar pessoalmente, por telefone e por SMS” os seus candidatos e apoiantes e apelam à população para que “não se deixe intimidar nem acredite nos novos cantos da sereia”.

COMUNICADO
"Na qualidade de membro da lista do Partido Socialista candidata à Assembleia Municipal às próximas Eleições Autárquicas, venho tomar posição sobre um documento divulgado durante a passada noite, porta a porta, o qual traduz mais uma torpe e vil forma de fazer política que ilustra bem o carácter e idoneidade - ou falta dela - dos seus mentores.
Como é bom de ver, cumpre chamar a atenção para o facto de que ninguém assina uma carta que lhe é, simultaneamente, dirigida, a não ser como mera expressão de tomada de conhecimento, não tendo exprimido qualquer aceitação ou concordância da minha parte.
Sobre o teor dessa carta e sobre as circunstâncias e diferendos relativos às relações comerciais com a referida sociedade MOSTRATUS, reagi nas formas e meios que entendi mais adequados, tendo – designadamente – instaurado procedimento judicial contra a mesma, cuja ação foi julgada procedente em julho do presente ano.
A devassa a que o meu passado tem sido sujeito evidencia bem o desespero de certos adversários políticos, que não se coíbem de utilizar meios cobardes e anónimos de difusão de escritos para confundir os destinatários menos atentos e, com isso, manipular a liberdade de escolha dos Eleitores.
Cabe aos Eleitores julgar se preferem ter na equipa a eleger alguém que atua de rosto tapado, no silêncio da noite, ou empreendedores que correram riscos em negócios com países estrangeiros, em que a margem de reação ou discordância não é regida pelas mesmas regras.
Vizela, 26 de setembro de 2017
João António Fernandes Polery"