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Set 17

 

publicado por José Manuel Faria às 19:25

“Em resposta à ameaça de instauração de processo judicial que Vítor Salgado irá intentar contra a minha pessoa, cumpre-me informar que aguardo ansiosamente para, em sede própria, (tribunal ou outro) poder comprovar tudo que afirmei”, afirma o Adjunto do Gabinete de Apoio à Presidência (GAP) da Câmara de Vizela.

Em comunicado enviado esta tarde para a redação do RVJornal, Miguel Costa diz que “esta é a hábil e habitual forma utilizada por Vitor Hugo, quando não quer ou pode responder às acusações”: “Até ao dia de hoje, no que concerne a processos criminais, ainda não tenho informações de que Dora Gaspar, João Polery e tantos outros a quem este ameaçou tenham sido chamados a depor ou tomado conhecimento de algum processo”. E acrescenta: “O mesmo ocorreu em tantas outras ameaças de processos disciplinares que o mesmo, habitualmente usava como método opressivo. Quem não se recorda que Pedro Oliveira, Serafim Oliveira e muitos outros foram também ameaçados do mesmo?”.

Miguel Costa admite ter convivido “de perto com o lodo da política local”, mas diz que Victor Hugo Salgado se esqueceu de dizer que “este lodo da política local, alguns dos ex-socialistas demissionários ou expulsos, são agora seus apoiantes e mestres ardilosos do maldizer e vitimização”. “Poucos dias passaram, mas afirmo que podem continuar a mandar mensagens e ameaças escritas contra mim, afinal desde que me lembro, sempre as recebi anonimamente no correio, fruto do lodo político local, não me metem medo. Continuem”, remata o Adjunto do GAP"

rv

publicado por José Manuel Faria às 18:27

"Ao longo das últimas semanas, muito se tem falado das contas das campanhas eleitorais das próximas autárquicas, a realizar no próximo dia 1 de outubro.
Aliás, o Partido Socialista de Vizela fez questão de acusar, na última edição do Jornal da Rádio Vizela, o Movimento Vizela Sempre de ter uma campanha com o orçamento mais elevado, esquecendo-se, no entanto, de fazer duas coisas: primeira, a leitura da Lei de financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais – Lei no 19/2003 de 20/6 na sua versão mais atualizada (Lei no 4/2017) (já referenciada num artigo da minha autoria nessa mesma edição), os vários acórdãos do Tribunal Constitucional e as várias recomendações da Entidade de Contas e Financiamentos Políticos (ECFP), e a segunda, seria uma autoanálise à sua campanha.
Quanto ao primeiro ponto, caso o PS Vizela tivesse feito a leitura desses documentos, ia perceber que o Orçamento de uma campanha é um documento, que deve refletir as estimativas das receitas e das despesas da campanha eleitoral, devendo também estar refletido o cálculo do custo real (com IVA) de todos os meios de campanha e ações que vão ser feitas, bem como as despesas de todo o tipo, e inclusive, deverá ser feita a valorização de todos os bens e serviços utilizados em campanha (adquiridos ou cedidos em espécie) com base no valor de mercado e nos preços de referência que foram comunicados pela ECFP. 

Quanto ao segundo ponto, se tivessem feito a sua autoanálise, iriam rapidamente perceber que, para além de ilegal, é imoral utilizar os meios da Câmara na sua campanha eleitoral, desde logo, outdoors, palcos, estrados, cadeiras, púlpitos e estruturas de colocação das telas no palco, mas pior que tudo isto, é o facto de que, os vizelenses estão a pagar os seus impostos, para que a Câmara pague horas extras aos funcionários com esse dinheiro, como aconteceu na passada sexta-feira, dia 08 de setembro. 
Pouco depois de terminar a desfolhada, chegaram à Praça da República, vários funcionários da Câmara, por volta das 24 horas, em várias carrinhas da câmara, para montar um palco para o PS Vizela fazer a sua festa no dia seguinte, repetindo-se o que já tinha acontecido em Tagilde e Santa Eulália, onde durante o fim-de-semana, uma vez mais, os funcionários e as carrinhas da Câmara andaram a transportar o material da Câmara para as iniciativas do PS Vizela, o que é proibido nos termos da Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais. 
A título de conclusão, quando alguns dos seus apoiantes dizem que uma das mais valias da candidatura de João Ilídio Costa é ser uma pessoa séria,  não percebo, como é que ele permite esta situação na sua campanha e para além disso, se neste momento já é assim, como seria se ganhasse as eleições?"

rádio vizela

publicado por José Manuel Faria às 18:15

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