31
Out 17

 

publicado por José Manuel Faria às 18:52

 

publicado por José Manuel Faria às 12:08

"A assembleia serviu, sobretudo, para eleger elementos para a sua integração em órgãos de entidades, locais, regionais e nacionais e não contou com a intervenção de qualquer deputado municipal. Relativamente à Ordem do Dia, em duas ocasiões o nome de Manuel Pedrosa, presidente da Junta de Freguesia de Santa Eulália, eleito pelo Movimento Vizela Sempre (MVS), foi apresentado nas listas do Partido Socialista (PS), o que veio a causar algum burburinho na sala. No final da sessão, em declarações à Rádio Vizela, o líder da bancada do PS, Carlos Alberto Costa, disse que a escolha de Manuel Pedrosa foi feita tendo por base “razões que neste momento apenas dizem respeito ao Grupo Municipal, mas penso que as pessoas inteligentes perceberam porquê”. Garantiu ainda que a sua bancada vai acompanhar e fiscalizar o trabalho da Câmara Municipal e, passo a citar, “daí não nos vamos desviar um milímetro que seja”. Fernando da Costa Leite tem neste mandato a sua estreia na vida política ativa e logo na qualidade de líder da bancada da coligação PSD/CDS-PP. À Rádio Vizela, no final da sessão, disse que as suas expetativas “são grandes” para os próximos quatro anos e abordou ainda o acordo celebrado entra a coligação “Vizela é para todos” e o MVS. Acordo que se fez notar nesta sessão com a apresentação de algumas listas em conjunto. Jorge Oliveira é o líder da bancada do MVS e também para si este mandato 2017/2021 significa uma estreia na vida política do concelho. O deputado disse ter ficado surpreendido com o Grupo Municipal socialista. No final da AMV também ouvimos o presidente da Câmara Municipal de Vizela. Victor Hugo Salgado acusou os socialistas de “gozar com a democracia” e disse ter ficado “claro e patente algum desnorte nas decisões que foram assumidas” pelo PS. Todos os pormenores na próxima edição do RVJornal"

rádio Vizela

publicado por José Manuel Faria às 11:48

30
Out 17

 

publicado por José Manuel Faria às 19:17

 

 

publicado por José Manuel Faria às 11:53

29
Out 17

"Serei só eu a indignar-me pelo facto de apenas metade dos deputados se encontrarem no hemiciclo quando teve início a sessão parlamentar dedicada ao debate do relatório da comissão técnica independente sobre a tragédia de Pedrógão Grande?

Isto revela quais são afinal as prioridades de suas excelências, os supostos representantes da nação. Confirma o fosso crescente entre eleitores e eleitos em Portugal. E serve para demonstrar, por evidente contraste, que não é por acaso que o Presidente da República se destaca hoje - e a larga distância dos demais - como o político com maior popularidade em Portugal.

Não poupemos nas palavras: a ausência dos deputados num debate tão relevante como este - acompanhado por 30 representantes das famílias das vítimas nas galerias da Assembleia da República - é uma vergonha."

Pedro Correia

publicado por José Manuel Faria às 11:47

publicado por José Manuel Faria às 10:58

28
Out 17

 

publicado por José Manuel Faria às 23:37

Há algum partido político parlamentar português que se importe com a retirada da autonomia e marcação de eleições na Catalunha por parte do Governo espanhol? E, a esquerda não defende a auto/determinação dos povos à sua libertação?

publicado por José Manuel Faria às 12:08

27
Out 17

 

Declaração de independência: http://oje-50ea.kxcdn.com/.../uploads/2017/10/Catalunha.pdf

publicado por José Manuel Faria às 16:43

Na corrida para a liderança do PSD, há uma discussão sobre “ideologia” que me parece colocada em termos equivocados. Parece que há quem ache que o PSD deve voltar a ser “social-democrata”. José Eduardo Martins escreveu mesmo um manifesto contra os “tecnocratas” que têm liderado o partido e conduziram a política do anterior governo.
Ninguém duvida de que o PSD, com Passos Coelho na liderança, foi diferente (mais à direita) do PSD tradicional. Mas nunca no seu passado o PSD foi social-democrata. O partido que em Portugal tem aplicado políticas social-democratas (mais ou menos à esquerda, consoante o líder e o contexto histórico) é o PS. Social-democracia é centro-esquerda, coisa que o PSD nunca foi. O PS oscila entre o centro-esquerda e a tecnocracia. O PSD, entre a tecnocracia e a direita. Durante a liderança de Passos, uma direita assumida e orgulhosa de o ser. Todas as medidas que marcaram o seu mandato tinham um propósito ideológico: diminuir drasticamente a presença do Estado na sociedade portuguesa, através de privatizações e cortes. Não havia “tecnocracia” nenhuma.
Para este equívoco de classificar as políticas do anterior governo como “tecnocráticas” contribui o discurso da “TINA” – “there is no alternative”. O ex-ministro Vítor Gaspar, já como quadro do FMI, chegou mesmo a lamentar que as políticas nacionais interfiram na política económica, que pelos vistos é algo que deve ser reservado a “sábios” e ficar fora do escrutínio democrático. Este discurso pode parecer tecnocrático, mas é uma certa ideologia levada ao extremo. Faz parte das ideologias extremistas considerarem-se “científicas” e portadoras da única “solução correta”. Lembro-me de discutir com um apoiante de Passos Coelho sobre o liberalismo enquanto ideologia. O meu interlocutor não aceitava que o liberalismo fosse classificado como ideologia – considerava-o acima disso.
Não me cabe a mim decidir o futuro do PSD. Apenas aponto, em resumo, dois factos. O que causa a diferença entre este PSD de Passos e o PSD a que estávamos habituados não é a falta de ideologia – é talvez o excesso. O PSD tem de decidir se quer mais ou menos ideologia, mas se optar por mais ideologia não será com certeza para ser parecido com o PS, pelo que talvez devesse mudar de nome.

publicado por José Manuel Faria às 11:39

 

publicado por José Manuel Faria às 11:23

 

publicado por José Manuel Faria às 11:17

26
Out 17

 

publicado por José Manuel Faria às 21:47

"Anunciou-se esta sexta-feira, 20 de outubro, através da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) que na próxima sexta-feira dia 27 de outubro decorrerá uma greve. Fonte do Jornal PÚBLICO e LUSA. Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof explicou que não só “esta greve será dos educadores de infância, dos professores do ensino básico e secundário, dos docentes do ensino superior, dos investigadores e dos demais trabalhadores científicos que trabalham em serviços públicos ou de resposta social”, assim como em cima da mesa estarão assuntos tais como: “o descongelamento das carreiras em condições iguais à restante administração pública e outras matérias”. 
Também aqui o secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE) acrescentou haver “um conjunto de matérias muito vastas, nós queremos abrir um espaço de negociação. Se não houver resposta por parte do ministro da Educação em relação a estas matérias, entendemos que o recurso à greve ou a manifestações é uma solução”. 
Pois bem, uma vez mais é chamado o governo a intervir. É mais uma vez, necessário, que se crie um espaço de intervenção, de negociação, onde a urgência para que seja marcada uma reunião por parte do ministro da Educação impera! Onde a urgência de dar voz aos professores uma vez mais é colocada em causa. 
Professores e educadores têm um horário de 35 horas semanais, muito embora, da forma que o Governo está a fazer o seu levantamento, deu indicação de que os professores estão a trabalhar, semanalmente, 46 horas e 40 minutos. Isto, por si só, coloca em causa o facto de os professores se encontrarem a trabalhar diretamente com os alunos em atividades como os apoios, assim como, a coadjuvação (colaboração) em projetos específicos da promoção do sucesso e, não contabilizarem essas mesmas horas que são também elas consideradas componente letiva. 
Critica-se o Orçamento do Estado para a Educação, querendo, por parte dos professores, “os descongelamentos das progressões na carreira, com garantia de recuperação de todo o tempo de serviço perdido, negociações da atualização dos salários, melhores condições de trabalho e horários em que toda a catividade direta com alunos se integre na componente letiva”. 
Há, também, indicação que para 10 de novembro estará prevista a entrega de um abaixo-assinado com todas as exigências dos professores, “o tempo é de luta porque, como a Fenprof afirma na campanha que promove de valorização da Educação e dos seus profissionais, 2017/2018 terá de ser tempo de resolver problemas”.   Num tempo em que é necessário e imperativo cuidar da qualidade do ensino, necessário é que o Ministério da Educação se preocupe mais com a qualidade ao invés da quantidade do ensino. Não impera apenas e por si só passar de 35horas para as 40 horas semanais, importa que o mesmo tenha a consciência e não de amnésia sofra e, que se lembre que a atividade dos professores – dos bons professores – sempre teve e tem um enorme acrescento de horas, usando-se assim dos fins-de-semana e do tempo que deveria caber à família, ao espaço familiar. O Ministério da Educação continua a tratar os professores como que de máquinas de uma qualquer unidade de intensivo trabalho se tratasse. O que separa, ainda, Portugal dos demais países mais evoluídos e que necessariamente apresentam uma melhor situação económica, bem melhor que a nossa, não passa por um aumento de horas de trabalho, mas sim, na capacidade que apresentam e na qualidade das suas decisões, pela qualidade que reside no próprio trabalho"

Rádio Vizela

publicado por José Manuel Faria às 11:53

25
Out 17

 

publicado por José Manuel Faria às 18:20

Joaquim Meireles Pereira Gonçalves:

 

 - Pelouro dos Obras Municipais (serviço de área de apoio administrativo e empreitadas, serviço de topografia e desenho, serviço de fiscalização de empreitadas e higiene e segurança, serviço de administração direta, serviço de armazém de obras municipais e controlo), Pelouro do Urbanismo e Plano Diretor Municipal, Serviço de Fiscalização Municipal, Serviço de Oficinas Gerais, Serviço de Sinalização e Trânsito.

publicado por José Manuel Faria às 12:11

 

Referente à Reunião nº 1 da Câmara Municipal de Vizela – 19 de outubro de 2017


Os vereadores da Câmara Municipal de Vizela eleitos pelo Partido Socialistas, movidos pelo sentido de responsabilidade, verdade e transparência no exercício das funções para as quais foram mandatados pelos Vizelenses, vêm por este meio pronunciar-se sobre a Reunião de Câmara do passado dia 19 de outubro e esclarecer, adicionalmente, sobre posições assumidas.

Assim, no período Antes da Ordem do Dia o Presidente de Câmara foi questionado sobre:
- Por que motivo a reunião tida com os Bombeiros Voluntários de Vizela não incluiu o comando da corporação, considerando os dramáticos acontecimentos ocorridos no fim-de-semana anterior e a necessidade de delinear uma estratégia eficaz de Proteção Civil no concelho de Vizela que impulsione novas ações, nomeadamente de cariz preventivo?

- Se vai cumprir a promessa feita em 2016 de nomear o Comandante Operacional Municipal de Proteção Civil, que na legislação atual é designado de Coordenador?
- A ilegalidade cometida no agendamento da Reunião de Câmara, convocada com menos de 48 horas de antecedência, como determina o artigo 48º, da Lei 75/2013, de 12 de setembro.
A todas as questões, o chefe do executivo deu respostas evasivas, não respondendo, nomeadamente à questão sobre a nomeação do Coordenador Municipal de Proteção Civil, ao mesmo tempo que não negou a existência da promessa.

Já no período da Ordem do Dia, na proposta de fixação de vereadores em regime de meio tempo, segundo a qual seriam atribuídos pelouros ao vereador Jorge Pedrosa, eleito pela coligação de direita PPD-PSD/CDS-PP, foi pedida a entrega de uma cópia do acordo assinado entre o Movimento Vizela Sempre (MVS) e os partidos de direita e repudiada a aliança firmada com base nos seguintes factos:
- A entrevista dada ao JN em 21 de junho de 2017 por Vítor Hugo Salgado, na qual assumia que preferia acordos pontuais em vez de coligações pós eleitorais.

- A entrevista de Jorge Pedrosa ao JN de dia 22 de junho de 2017 no qual pedia aos Vizelenses para acreditarem na credibilidade da Coligação que liderava e assumindo que o MVHS não era credível.
- Os artigos de opinião publicados por Jorge Pedrosa no RVJornal em 2016 com alguns ataques como: “fez recair sobre ele (Vítor Hugo Salgado) o pesado fardo de ajudar à quase falência do Concelho”, “os Vizelenses não se deixam levar por inexequíveis promessas de quem já mostrou não saber gerir os dinheiros públicos. Será que descobriu, a poucos meses das eleições, a poção mágica de encontrar financiamento, onde nunca o conseguira antes?” ou ainda “é hora de acordar, por em causa promessas enganadoras impossíveis de concretizar, por parte de um grupo que, nesta atitude só revela desprezo para com os seus eleitores, numa desesperada ânsia pelo poder”.

- O discurso de Vítor Hugo Salgado no Comício do dia 24 de Setembro na Praça da República onde, mais uma vez e sem qualquer pudor, afirmou que “votar PS ou PSD é a mesma coisa”, ao mesmo tempo que se diziam socialistas.
Para além destes, foi lembrado a todos os presentes que a Câmara Municipal de Vizela foi governada em minoria pelo PS no último ano e meio do seu mandato, tal como havia acontecido entre 2012 e 2013 e, no entanto, foram dados grandes e importantes passos para o Município. Para além da aprovação do orçamento e das prestações de contas de 2016, o Executivo do Partido Socialista conseguiu baixar o IMI por duas vezes, passando de 0,5% para 0,398%, conseguiu um abaixamento recorde da dívida total do Município, ficando muito abaixo do limite imposto pela Lei das Finanças Locais em cerca de 4 milhões de euros, em junho de 2017.

Por outro lado, afirmar, tal como o chefe do executivo faz que “a gestão seria difícil e desgastante” caso governasse o Município em minoria, revela que alguns continuam a navegar ao sabor do vento, pregando à maneira de Frei Tomás – “melhor o diz, pior o faz”.
Porque confiamos nas pessoas, porque os Vizelenses saberão interpretar e julgar aqueles que pensam unicamente em si próprios, esquecendo levianamente as palavras proferidas e os atos cometidos até à tão bem pouco tempo, os vereadores eleitos pelo Partido Socialista continuarão a honrar os compromissos assumidos, adotando uma postura de elevação e de construção de soluções alternativas, numa oposição firme e fiscalizadora da ação do executivo.
Lutaremos sempre pelo desenvolvimento e progresso do Concelho de Vizela e dos Vizelenses.

Vizela, 25 de outubro de 2017
Os Vereadores eleitos pelo Partido Socialista,
João Ilídio Costa
Dora Gaspar

publicado por José Manuel Faria às 11:28

24
Out 17

 

publicado por José Manuel Faria às 20:08

 

publicado por José Manuel Faria às 18:31

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