17
Dez 17

  - E a UE, o Euro, a Nato e a "social/democracia burguesa"?

publicado por José Manuel Faria às 10:25

 Nós não somos prisioneiros desse dilema, a questão não está em voltar para trás, está em romper com esta submissão, estas imposições da União Europeia, do capital monopolista, com uma política diferente, que nós considerámos patriótica e de esquerda", explicou, Jerónimo de Sousa.

publicado por José Manuel Faria às 09:55

16
Dez 17

 Paula Brito e Costa (Raríssimas)

publicado por José Manuel Faria às 12:05

15
Dez 17

Sou socialista marxista libertário, o que faz com que várias organizações tenham posições políticas que me interessam: BE; PCP; POUS; MAS; Mudar de Vida; Socialismo Revolucionáro/CIT; Em Luta; corrente anticapitalista do BE.Posso beber orientações/ideias em todas elas. Deixei cair o LIVRE pelo seu forte "desvio de direita".

publicado por José Manuel Faria às 18:55

 

publicado por José Manuel Faria às 18:05

 

Sondagem Expresso.

 

 

publicado por José Manuel Faria às 12:20

 

publicado por José Manuel Faria às 12:04

14
Dez 17

"Um partido político é um instrumento de materialização de uma ideologia. Não é uma ideologia em si mesmo. Um partido político que seja uma ideologia em si mesmo já não é estritamente um partido, mas uma organização fascista. É nisso que o sistema partidário português se está a transformar – um sistema fascista dominado pela corrupção.

Uma sequência interminável de acontecimentos veio mais uma vez expor aos olhos de todos a promiscuidade das relações entre representantes dos poderes públicos e empresas ou instituições privadas. No caso das IPSS o assunto toma dimensões raras, levando essa promiscuidade a níveis que mesmo o mais céptico anarquista teria dificuldade em imaginar.

A verdade é que se houvesse em Portugal três jornalistas como a Ana Leal, da TVI, o país desapareceria, simplesmente. Deve desenganar-se quem pense que o caso da Raríssimas é uma excepção, pois o que realmente se verifica é que ele é a regra. E é desta regra que Portugal é feito e foi isto que o 25 de Abril construiu – um poço de miséria moral. E em face dessa miséria, da promiscuidade que campeia na política de alcova, em que um secretário de Estado se demite em directo depois de lhe mostrarem imagens de uma romântica praia brasileira, que faz o Governo? Segue a lógica inatacável da psicologia analítica de Carl Jung – “se te vires a afundar num pântano, não tentes sair, mergulha!” – e nomeia para o seu lugar a mulher de um deputado europeu militante do partido no poder. Isto é o fim da indignação no reino da indignidade. Fechem a porta e apaguem a luz à saída."

Bruno Santos

publicado por José Manuel Faria às 18:12

"Numa declaração pública na Casa dos Marcos, na Moita, a coordenadora da associação que representa os trabalhadores, Manuela Duarte Neves, explicou que a associação Raríssimas deixou de ter acesso às contas bancárias desde a demissão da presidente, Paula Brito e Costa, na terça-feira.

"Corremos o risco de fechar porque não temos dinheiro por muito tempo para dar comida. Corremos o risco de fechar porque não temos dinheiro por muito tempo para dar medicamentos" aos quase 200 utentes da associação, disse.

A responsável apelou ao primeiro-ministro, António Costa, para que envie para a Casa dos Marcos "uma comissão de gestão ou uma direção provisória que possa fazer funcionar a casa". A Casa dos Marcos, afirmou Manuela Duarte Neves, "paralisou por falta de capacidade de tomar decisões", já que não existe ninguém atualmente que possa "decidir com legitimidade".

publicado por José Manuel Faria às 14:07

13
Dez 17

 

publicado por José Manuel Faria às 11:52

 

Debate de atualidade (PCP) sobre a falta de concretização de medidas relativas ao Emprego Científico/ Declarações Políticas/ Petições sobre o descongelamento da progressão nos escalões da Carreira de Docente e das posições remuneratórias do Pessoal Não Docente/ Petição pela resolução da situação contratual precária dos técnicos especializados nas escolas"

publicado por José Manuel Faria às 10:16

12
Dez 17

"Ao longo dos últimos tempos, o edifício sede do Município de Vizela, o aproveitamento do seu espaço, assim como a sua conclusão, têm sido temas em cima da mesa e sujeitos a discussão. Depois de aprovada a proposta de conclusão do auditório municipal, uma proposta da Coligação, a vereadora Fátima Andrade, por iniciativa própria, decidiu visitar as instalações do edifício. No período de intervenção dos vereadores, demonstrou o seu “repúdio” com o que viu e questiona agora a verba gasta na infraestrutura. A vereadora refere-se ao rés-do-chão e ao piso inferior. “Ninguém faz ideia como isto está”, disse. “Está tudo em grosso, desorganizado e fiquei chocadíssima com o lixo amontoado, com o Arquivo, com pastas em cima de cadeiras e muito pó”. Depois, descreveu o que encontrou numa sala destinada aos manuais escolares: “Há tanta gente a precisar de livros, caros, amontoados e atirados para o lixo, é incompreensível (…) o Arquivo Municipal não está salvaguardado”, lamentou.

“Olhando ao montante que tem sido publicitado, ao longo destes anos, que está enterrado neste edifício, não é possível. Se calhar da minha parte é perigoso dizer que não é possível terem gasto o dinheiro que anunciaram mas tenho direito de zelar pelos interesses dos vizelenses”. E a vereadora quer que se apurem responsabilidades: “Demonstro o meu repúdio pelo facto do PS ter estado aqui tantos anos e de só ter deixado lixo”.

Também João Ilídio Costa, vereador do PS socialista, se pronunciou sobre esta matéria: “Ao nível pessoal, estou de acordo com a sra. vereadora Fátima Andrade”. Lembrou também que durante a campanha eleitoral, a candidatura por si liderada solicitou ao anterior Executivo documentos e informações sobre o atual estado e o processo de conclusão do edifício que não lhe terão chegado, adiantando que as mesmas informações serão solicitadas ao atual. No entanto, frisou que o edil Victor Hugo Salgado também deveria estar a par desta situação, olhando ao cargo que desempenhou no passado, como vereador. “É corresponsável e este é um caso que merece especial atenção”, acrescentou.

Edil confirma degradação que disse desconhecer

Questionado no final da sessão sobre o cenário descrito pela vereadora Fátima Andrade e sobre se tinha ou conhecimento do atual estado em que se encontra o edifício, Victor Hugo Salgado respondeu negativamente. Na sessão, o edil referiu que o que viu Fátima Andrade foi a realidade que o seu Executivo “constatou no primeiro dia de governação”. “Quando cheguei à Câmara, em 2010, o que verifiquei foi que os funcionários das oficinas municipais não tinham condições de trabalho. A situação no antigo Matadouro era degradante e fui impulsionador de uma reforma ao nível das Obras Municipais, transferindo-as para um novo pavilhão. Agora, a vereadora que ficou com a pasta [Dora Gaspar] não teve o cuidado de acompanhar aquela realidade, bem pelo contrário, é inadmissível”. Criticou o edil, os “60 mil euros que a Câmara, no mandato anterior, gastou a certificar serviços municipais”: “Há um Arquivo desorganizado, atrasos nos processos e há uma empresa que certifica tudo isto. É grave”.

 

Vereador do PS critica postura de edil na apresentação do livro de António Veiga

Na sessão, João Ilídio Costa criticou a postura adotada pelo presidente da Câmara Municipal de Vizela, na cerimónia de apresentação do livro de António Veiga, “Olhares na Memória”, no passado dia 02. “O sr. presidente estava na plateia e acabou por fazer uma intervenção oficial, desrespeitando o papel da sra. vereadora Agostinha Freitas, que estava na mesa, em representação do Município”, disse o vereador do PS. Entendeu se ter tratado de um desrespeito pela vereadora, apelidando o discurso de Victor Hugo Salgado de “vazio”.

Agostinha Freitas quis responder ao vereador do PS, lembrando que foi convidada por António Veiga e que a sua presença na mesa se deveu, não só à representação do Município, mas também pelo facto de ter sido convidada, pelo autor, a ler e a comentar um dos capítulos do romance. “Além disso, quem chamou o dr. Victor Hugo a intervir foi a bibliotecária, a dra. Márcia Castro por achar pertinente, olhando à sua presença”.

“Os vizelenses estavam habituados às ausências do presidente da Câmara e dos vereadores, agora isso não acontece”, começou por dizer o edil. “Fiz uma intervenção e sei que o senhor a faria também se estivesse no meu lugar”, respondeu o edil vizelense.

Executivo Municipal de Vizela lembrou Alcides Campelos

A reunião do Executivo Municipal de Vizela começou com um minuto de silêncio em memória de Alcides Campelos, cujo funeral coincidiu com a realização da sessão. O presidente da Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado introduziu este momento descrevendo Alcides Campelos como homem de causas, dedicado sobretudo ao associativismo local, um dos ícones do PS local e ex-deputado municipal. Um voto de pesar seria votado por unanimidade, mais à frente nesta sessão. Também João Ilídio Costa falou de Alcides Campelos que, além de socialista, deixa marca no mundo associativo local. Refira-se que, nesta sessão, não marcou presença a vereadora do PS, Dora Gaspar, uma vez que marcou presença nas cerimónias fúnebres do vizelense, conhecido pela sua forte ligação ao partido do qual era militante.  

 

Túnel da Cor Alfredo Ribeiro

Entende o vereador do PS, João Ilídio Costa, que Alfredo Ribeiro, presidente da AIREV e da Confraria de S. Bento das Peras, que foi vítima de um atropelamento mortal, merece ser para sempre recordado. Como tal, propõem os socialistas uma alteração de toponímia no que diz respeito ao Túnel da Cor, que deverá passar a designar-se de Túnel da Cor Alfredo Ribeiro pela dedicação que deu ao projeto lançado pela Confraria que presidia. Ouviu o vereador do edil Victor Hugo Salgado que o seu Executivo está recetivo a colocar essa ideia em prática depois de avaliação dessa possibilidade. Será um assunto a abordar em breve, em sede de reunião camarária.

 

Propostas aprovadas

A Ordem do Dia incluía uma série de propostas relativas à Vimágua, empresa de água e saneamento de Guimarães e Vizela. Destas, a primeira em votação foi a de minuta de contrato de gestão do gestor público da Vimágua, aprovada por unanimidade com a abstenção da Coligação. De seguida, foi aprovada por unanimidade a proposta de tarifário para o ano de 2018. Com exceção das tarifas de saneamento que terão um aumento, resultante do aumento de tarifa aplicada pela Águas do Norte, todas as restantes, nomeadamente, as tarifas de água, não terão qualquer aumento em 2018, pelo quarto ano consecutivo. A coligação também se absteve nas propostas de designação de fiscal único da Vimágua, para o mandato 2017/2021, e a de contrato de gestão delegada da Vimágua.

A proposta de constituição do Conselho Municipal de Educação e proposta anual de feiras e mercados do Município de Vizela foram aprovadas por unanimidade, assim como a proposta de aquisição de serviços de fornecimento contínuo de energia elétrica para os edifícios municipais, iluminação pública e contratos provisórios para eventos para o ano de 2018.

O vereador do PS absteve-se na proposta de submissão a discussão pública do projeto de regulamento municipal de incentivo à natalidade - “Cheque Bebé”. Ressalvou a importância do Executivo efetuar um estudo do impacto desta medida na natalidade no concelho e voltou a considerar esta uma medida avulsa que não deverá surtir efeito. “Precisamos de crescimento de economia e da criação de emprego”. “Não conseguimos prever o futuro, não é uma medida isolada mas sim transversal”, respondeu Victor Hugo Salgado"

rádio vizela

publicado por José Manuel Faria às 19:18

Há uma Jonet dentro do coração do povo português. Com a desculpa da justa luta contra a corrupção passa-se logo a defender o miserabilismo, atrás das mãos limpas vem o fado da defesa dos pobrezinhos mas felizes. Eu como camarão e ando de Mercedes. Não visto Dior porque aí passaria de conforto e alimentação decentes a luxos injustificáveis, e obscenos, para a produtividade da humanidade. Acho a roupa do corte inglês imprópria até para as avós de Portugal, quando lá passo penso nas senhoras da Falange e da Opus Dei e num padre a explicar que o corpo é o lugar do pecado... O meu Mercedes tem 11 anos - por mim vai ter mais 20 - não porque sou adepta da pobreza mas porque é bom e portanto dura, espero. Que fique claro, sou contra que o Estado financie qualquer instituição privada - e enquanto o fizer vai ser impossível controlar a corrupção e crimes afins - mas se esta associação fosse um serviço público, totalmente público, como devia ser, e a senhora tivesse que fazer 5 mil quilómetros por mês não vejo mal algum que o faça de BMW. Eu por exemplo que viajo tanto como o Mário Soares mas nunca andei de tartaruga, recuso-me a ir de Lisboa ao Porto num Renault Clio - a última vez que o fiz fiquei 2 dias semi paralisada com dores nas costas. Desconforto é bom ou para quem não se move ou para quem tem conforto e recomenda desconforto aos outros - quem é obrigado a viajar sistematicamente tem que o fazer confortavelmente. De quando em quando vem isto sobre carros dos deputados como se isso - e não as rendas da EDP ou da GALP ou das PPPs - fosse a causa da grande despesa estatal. Sobre o comer camarão, bem, é ridículo, a direita inventou a seguir ao 25 de Abril contra os operários e operárias que comiam marisco o cartoon irónico de «nova burguesia da cintura industrial de Lisboa», isto é, não suportavam que agora os operários comiam o mesmo que os patrões. Já eu passo ali numa tasca e vejo os maquinistas do metro a comer bem e penso «nem tudo se perdeu do 25 de Abril»!. Fico mesmo feliz quando veja as pessoas que trabalham comer bem, vestir-se bem, aprender música, irem de férias. Eis uma boa palavra de ordem para estes dias: «marisco para os operários da Auto Europa já!». Ou só os accionistas da VW é que comem bem?
Finalmente, não menos importante, muito sério. Uma reportagem, ou denúncia nas redes sociais, ou nos jornais não é um julgamento. Há tribunais. Funcionam mal? Sim. Mal. Mas pior mesmo é serem substituídos pelo medievalismo da justiça na hora no facebook.
Dito isto não entreguei nunca na minha vida um euro para a caridade - as pessoas têm direitos que têm que ser assegurados por impostos progressivos, não estendo a mão e espero que alguém de joelhos, ainda que metafóricos, recolha. Luto, todos os dias, por direitos. Entre eles o direito a que todos possam comer camarão.

Raquel Varela

publicado por José Manuel Faria às 12:06

A administração da Autoeuropa comunicou, esta terça-feira, aos trabalhadores a intenção de avançar unilateralmente, em janeiro, com um novo horário de produção de 17 turnos semanais, face à rejeição de dois pré-acordos negociados previamente com a Comissão de Trabalhadores.

Os novos horários de laboração contínua preveem quatro fins de semana completos e mais um período de dois dias consecutivos de folga em cada dois meses para cada trabalhador.

publicado por José Manuel Faria às 11:51

11
Dez 17

Vieira da Silva diz que ficou a conhecer caso (A reportagem divulgada no sábado pela TVI coloca em causa a gestão da instituição financiada por subsídios do Estado e donativos) pela TVI, apesar de haver cartas de ex-tesoureiro a apontar irregularidades. Ministro pede "inspecção global" à Raríssimas, da qual fez parte entre 2013 e 2015.

publicado por José Manuel Faria às 18:52

 

publicado por José Manuel Faria às 11:50

10
Dez 17

 

publicado por José Manuel Faria às 11:14

"O senhor Saraiva não acredita no capitalismo, o que, vindo do presidente de uma confederação de patrões, industriais, não deixa de ser surpreendente. Ou o senhor Saraiva acredita no capitalismo mas não sabe o que é o capitalismo - a versão bondosa, o que, vindo do presidente de uma confederação de patrões, industriais, não deixa de ser menos surpreendente. O senhor Saraiva e os associados do sindicato a que preside. Caso contrário saberiam que o capitalismo funciona e prospera quando as pessoas têm dinheiro no bolso para gastar, à farta, e não quando chegam ao dia 15 do mês a contar os dias que faltam para o dia 30.

O senhor Saraiva quer fazer depender o aumento do salário mínimo nacional do aumento da produtividade, na mesma linha de pensamento do falecido senhor Azevedo, sem perceber as razões que levam a que os melhores trabalhadores do mundo em França, Alemanha, Inglaterra, Holanda, Luxemburgo, não sejam lá grande espingarda aqui, em Portugal.

O senhor Saraiva, que veio fazer o elogio fúnebre do senhor Azevedo como o independente que não queria saber do Estado para nada e quase desprezava o poder político, um exemplo a seguir por todos os empresários, passados, presentes e futuros, quer o apoio do Estado para os associados do sindicato a que preside, seja ele pelo corte de feriados, pela diminuição dos dias de férias, pela baixa do preço da hora extra, pelas indemnizações a pagar por despedimento, pela baixa do IRC, pelos estágios pagos, não interessa, o que importa é que o Estado entre, que se dane a independência exemplar do senhor Azevedo.

 

O senhor Saraiva, que não acredita no capitalismo, ou que se acredita não sabe o que é o capitalismo, nunca foi à América, a pátria do capitalismo, nem sequer alguma vez falou com 'amaricanos' que lhe explicassem a velha máxima capitalista "You pay peanuts you get monkeys"."

Der Terrorist

publicado por José Manuel Faria às 10:13

09
Dez 17

 

publicado por José Manuel Faria às 12:25

 

publicado por José Manuel Faria às 11:26

Dezembro 2017
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