31
Jan 18

"Marco António Alves, deputado do Partido Socialista (PS) na Assembleia de Freguesia de Santa Eulália, eleito nas últimas Autárquicas desvinculou-se do partido. O anúncio foi feito através de comunicado enviado à Comunicação Social esta quarta-feira.

O deputado justifica a decisão com as “mudanças operadas no PS ao longo dos últimos meses”, afirmando não se rever “minimamente” nessas alterações que não especifica. No entanto, o deputado garante que, apesar da desvinculação do partido, vai manter-se em funções até ao final do presente mandato como membro da Assembleia de Freguesia de Santa Eulália. 
Por fim, o deputado reitera que, no futuro, como no passado, tudo fará “para honrar cada voto” que recebeu nas últimas eleições autárquicas e, deste modo, “não desiludir os eulalenses”.
Diz ainda que “foi com enorme honra e sentido de responsabilidade que, nas últimas eleições” aceitou o compromisso de encabeçar as listas do PS à Assembleia de Freguesia de Santa Eulalia”, lembrando que “ao longo de vários meses de campanha”, lutou por esta candidatura por acreditar que podia fazer a diferença como presidente da Junta, e por entender que tinha “o melhor projeto para a freguesia”. Vai continuar como deputado por defender que deve assumir as suas responsabilidades, estando ou não, ligado ao partido."

radio vizela

publicado por José Manuel Faria às 12:35

publicado por José Manuel Faria às 12:29

30
Jan 18

publicado por José Manuel Faria às 12:04

29
Jan 18

 

publicado por José Manuel Faria às 12:32

Caso seja constituído arguido pelo MP pela prática do crime de “recebimento indevido de vantagem”, Centeno acordou com o primeiro-ministro que se irá demitir do cargo de ministro das Finanças, avança o “Correio da Manhã” esta segunda-feira.

publicado por José Manuel Faria às 12:25

28
Jan 18
 

publicado por José Manuel Faria às 10:23

27
Jan 18

A "ala direita" do PS e a nova liderança do PSD unem-se no combate à exclusividade dos Deputados, estes defendem advogados da parte de manhã e fins -de- semana e à tarde representantes do povo. Promíscuidade pura.

publicado por José Manuel Faria às 11:52

26
Jan 18

 

publicado por José Manuel Faria às 12:41

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) contratou os serviços de um fotógrafo profissional, para acompanhar o presidente da Autarquia, Fernando Medina, por cerca de 72 mil euros, acrescidos de IVA.

publicado por José Manuel Faria às 12:19

25
Jan 18

 

publicado por José Manuel Faria às 17:35

É conhecida a enorme disponibilidade de Marcelo Rebelo de Sousa para, no exercício das suas funções de Presidente da República, contactar directamente com o povo, como ele próprio afirma, facto que já lhe valeu o «título», que não recusa, de «presidente dos afectos». Marcelo foi, e bem, muito lesto a visitar populações afectadas pelos incêndios e por outras tragédias ou acidentes mais ou menos recentes. Foi também solícito a ser director da revista Cais por um dia ou a embalar géneros no Banco Alimentar. O seu activismo estende-se ao pronunciamento político sobre inúmeras questões, a muitas dezenas de audiências a associações, à participação em vários seminários e conferências – como o recentemente realizado pela «Plataforma para o crescimento sustentável», fundada por Jorge Moreira da Silva – e à representação internacional do Estado português – realizou em menos de dois anos 31 viagens oficiais a 25 países.

 

É inegável que temos um Presidente da República extremamente activo e disponível. Contudo, esse activismo e disponibilidade parecem desvanecer-se quando o tema é a vida, os direitos e o sustento de centenas de trabalhadores. As trabalhadoras da Gramax (antiga Triumph) estão há meses em luta, estão em risco os seus direitos constitucionalmente garantidos, o seu sustento e o sustento de famílias inteiras. As trabalhadoras em luta pelas suas vidas queriam falar com o Presidente da República e até se deslocaram à sua residência para o efeito. Mas o Presidente não estava lá, delegou nos assessores. Tal como não esteve em nenhuma concentração contra o encerramento dos CTT, em nenhuma acção em defesa dos direitos dos trabalhadores da Altice, ao lado dos trabalhadores da Autoeuropa, ou dos da Cofaco que vai encerrar enviando para o desemprego cerca de 6% da população activa da Ilha do Pico, uma autêntica tragédia social. É que, tal como tudo na vida, até o activismo e os «afectos» têm um conteúdo de classe.

Angelo Alves

publicado por José Manuel Faria às 12:53

24
Jan 18

publicado por José Manuel Faria às 11:50

23
Jan 18

 

publicado por José Manuel Faria às 19:16

 

publicado por José Manuel Faria às 12:29

Os Documentos Previsionais 2018 – Opções do Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Vizela foram aprovados por maioria na Assembleia Municipal Extraordinária, realizada esta noite, na Casa das Coletividades.

O documento contou com o voto favorável dos deputados eleitos pelo Movimento Vizela Sempre e pela coligação PSD/CDS-PP e a bancada do PS votou contra.

Os Documentos Previsionais assentam num Orçamento de 17.708.130,26 euros. Victor Hugo Salgado, presidente da Câmara Municipal de Vizela, foi o primeiro a analisar o documento na sessão: “Para quem diz que este Orçamento não tem estratégia é porque na leitura do Orçamento esteve um pouco distraído. Se este Orçamento tem algo, é estratégia. É um Orçamento de contenção, cumpre as regras previsionais, faz uma redução da despesa corrente, aumenta a receita, faz a manutenção das transferências correntes e faz a duplicação das verbas para as freguesias”.

Carlos Alberto Costa, líder da bancada do PS, lamentou que o documento não devolva a glória e a grandeza que Vizela já ostentou e que não nele não esteja vertido uma estratégia para o concelho: “Este documento não apresenta uma nova estratégia governativa de desenvolvimento e progresso para Vizela. Elenca apenas algumas propostas isoladas, mas não integradas num todo harmonioso e é praticamente omisso em setores e áreas que deviam ser prioritárias para Vizela. Ao contrário do que diz o senhor presidente na sua mensagem, o concelho de Vizela não teve uma saída hábil do penoso PAEL, nem um ano eleitoral pejado de excessos, nem uma gestão carente de competência nos tempos mais recentes”.

Já Fernando da Costa Leite, líder da bancada da coligação PSD/CDS-PP, deu a conhecer as razões de o seu grupo municipal votar favoravelmente o documento. A coligação “revê neste Orçamento algumas das medidas da campanha [eleitoral] tais como a conclusão das obras do auditório municipal - ainda que não esteja definida a data da sua execução – um pacote de medidas de estímulo à natalidade que revemos neste Orçamento como o Cheque Bebé, reorganização da rede viária, melhorando o acesso às freguesias e aos seus fregueses, obras e apoio financeiro para as freguesias”.

O líder do Movimento Vizela Sempre, Jorge Oliveira, considera que o documento apresentado ajudará a alcançar o objetivo de se contruir um futuro melhor para Vizela: “O Orçamento em análise nesta Assembleia apresenta apenas o primeiro de quatro momentos que encerrarão em si o mandato 2017-2021 e vão ser vistos, a seu tempo, como um todo, cujo objetivo é devolver Vizela à glória que já ostentou e servir os vizelenses e estamos certos que irá permitir assegurar um futuro melhor para Vizela e ás suas gentes”.

Na sessão foi também aprovada por maioria a proposta de Mapa de Pessoal 2018. O Movimento Vizela Sempre e a coligação PSD/CDS-PP votaram a favor e o PS contra. As restantes propostas foram aprovadas por unanimidade.

 

rádio vizela

publicado por José Manuel Faria às 12:01

22
Jan 18

"Rodolfo Reis , o Diácono Remédios labrego dos programas desportivos....

Quanto à minha idade não te preocupes por eu ser novo. Tem as suas vantagens.
Quanto a ti não estejas tão amargo.... A partir de dia 29 já só te faltam 5 anos para finalmente conseguires fazer outra vez algo de jeito.... (se quiseres mando-te o dicionário)! Assim já não terás de lamber o rabo cordialmente ao JJ...", escreveu Bruno de Carvalho no Facebook.

publicado por José Manuel Faria às 12:14

21
Jan 18

 

publicado por José Manuel Faria às 12:32

20
Jan 18

publicado por José Manuel Faria às 10:52

19
Jan 18

 

publicado por José Manuel Faria às 12:03

18
Jan 18

"É verdade, são polícias, taxistas e médicos que confirmam. À noite - diz a polícia - na zona de Santos, em Lisboa, as ruas enchem-se de adolescentes e copos. Cerveja, vinho, sangria e misturas. Alguns acabam alcoolizados no hospital. Mas é assim de Norte a Sul no país: todos os meses há miúdos a chegarem às urgências com intoxicações ou comas alcoólicos. Os mais novos não contam ainda 13 anos.
A PSP encontra regularmente cenas degradantes: menores a caírem de bêbedos e a vomitarem. Conta um agente que viu sentados numa roda, no passeio, dez adolescentes. Cada um com um copo de líquido escuro – shots, dose de bebida alcoólica com “Vodca” que se bebe num só gole – ergueram-nos ao centro, brindaram à mais nova de entre eles e beberam a “mistela” num trago. Era o ritual de um grupo de primos e quele estava a ser o baptismo de um. Passava quase uma hora da meia-noite quando todos gritaram o nome dela – era uma rapariga de 14 anos – e incentivaram-na: bebe, bebe, bebe!
Diz a polícia, que é naquele Largo de Santos, que se juntam à noite muitos adolescentes com idades entre os 13 e os 17 anos. Começam a chegar por volta das 10:30 e pouco depois, todos seguram nas mãos copos de cerveja que compram nos bares do lado oposto da rua. Alguns seguram garrafas de vinho e outros garrafas de um litro de cerveja. “Litrosas”, como lhe chamam. Todos com 15 e 16 anos, proibidos de comprar álcool, arranjam sempre maneira de “contornar a dificuldade”. Todos com ar de “menino bem”, orgulhosos do que emborcam, vão dizendo: sozinho, bebi quase uma garrafa de whisky; já vou com a terceira “Vodca”; só bebi duas “Litrosas”, e já estou a ficar “acelerado”. O pior é quando de madrugada, bêbedos, atravessam as ruas a correr, a rir, a vomitar e a gritar, sem olhar para os carros que passam, e sem noção de que podem ser atropelados.

Os taxistas são muitas vezes anjos de salvação. Quantas vezes – diz um – sou obrigado a parar para não atropelar os que a cair de bêbedos e a vomitar, estão no meio da rua de braços no ar e garrafas na mão, a pedir ajuda. Quantas vezes os quero levar a casa, mas tão embriagados que estão, que não sabem, não conseguem explicar onde moram. A solução que encontro é levá-los ao hospital onde os deixo nas salas de urgência. Lá, vejo cenas que chocam, tristes, tristes, tristes, como a de ver pais comovidos, a chorar quando deparam com filhos em estado lastimoso. No hospital de Santa Maria – diz o taxista – vi uns pais a chorar por encontrarem a filha deitada numa maca com intoxicação alcoólica, fruto dos festejos das praxes. Tu? Perguntaram os pais que a encontraram por acaso.
Os médicos então, contam situações vividas, que parecem pesadelos. Quando “restabelecidos” – diz um médico – alguns jovens contam porque vieram parar ao hospital. Eu – disse um – vim cá parar porque me embebedei, julgando que estava no recreio da escola secundária. O espaço era igual, tinha bancos de madeira corridos e umas mesas com cadeiras. Só que, em vez de dia era de noite, e em vez de livros, os rapazes e raparigas traziam nas mãos copos com bebidas alcoólicas. Alguns fumavam. Vim parar ao hospital não sei como, tive sorte, porque outros mais bêbedos que eu, passaram lá a noite deitados no chão, de borco, em aflitivos arrancos para vomitar, e com a roupa ensopada com o vomitado de todos. Outro muito preocupado, perguntou pela Bibi. Era uma rapariga de 16 anos que, embriagada, depois de troca de beijos com muitos rapazes, correu a soltar gargalhadas para o mar, ou para o rio, para tomar banho. Não sabia se tinha morrido afogada. Muitos não dizem nada quando chegam, nem quando vão embora. Mas dizem os maqueiros das ambulâncias quando os trazem “todos partidos e bem bebidos”: mais um que esbarrou o moto que o papá lhe deu!
Uma médica diz que ficou estupefacta quando lhe apareceram os pais a quem tinha telefonado para irem buscar os filhos, já refeitos das bebedeiras. Os dois chegaram completamente embriagados, a mãe mais que o pai. Não deixei levar os filhos – disse a médica – e chamei a Polícia para resolver o problema
Foi a avó dos miúdos que apareceu para os levar e aos pais. Arreliadíssima, lamentava: nunca vi filhos tão parecidos com os pais. Que Deus me ajude a carregar cruz tão pesada e negra! Que vergonha, que vergonha ..."

Domingos Pedrosa

publicado por José Manuel Faria às 17:33

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