Os vereadores do PS também se abstiveram na votação desta proposta. No final da reunião, Dora Gaspar mostrou-se “surpresa” com esta intenção do Executivo, liderado por Victor Hugo Salgado. “É uma incongruência. A nossa postura é de lamentar que o presidente de Câmara insista em atacar o PS e o passado quando no presente faz exatamente o oposto daquilo que diz e vai muito para além daquilo que o PS fez”. A vereadora sublinha que o PS sempre defendeu “que havia carência de recursos humanos na Câmara Municipal de Vizela (CMV), nomeadamente na área da Educação e das Obras Municipais”. Por essa razão, explicou, em 2017 o anterior Executivo criou “um vínculo para 15 precários, com contrato de trabalho a termo certo, por um período de três anos, e ouvimos o senhor presidente, na anterior Reunião de Câmara e na Assembleia Municipal, a criticar”. “Isto é lamentável, é deplorável”, afirmou Dora Gaspar. A vereadora do PS recordou também a intenção do anterior Executivo em integrar 45 precários, que na perspetiva de Dora Gaspar “fazem falta à CMV, e o presidente de Câmara veio dizer que só vai integrar 23 e que esses são suficientes”. “Depois, na prática,
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