16
Mai 18

 

publicado por José Manuel Faria às 11:56

15
Mai 18

MVHS/PSD-CDS

 

(...) A proposta constava da Ordem de Trabalhos da Reunião da Câmara Municipal de Vizela (CMV) realizada esta terça-feira, nas instalações do Centro Social e Paroquial de Santa Eulália, e foi apresentada pelos vereadores do PS.

Recorde-se que esta proposta já havia estado em votação, há nove atrás, tendo sido, na altura, defendida pela Coligação PSD-CDS/PP, sob liderança do então vereador Miguel Lopes. Na altura, teve o mesmo destino – o chumbo – com os votos contra da vereação socialista, da qual fazia parte o atual presidente Victor Hugo Salgado mas, também, Dora Gaspar. “Entendemos que é este o momento de apresentar esta proposta”, justificou agora a vereadora do PS. Esta terça-feira ficou-se ainda a saber que a proposta apresentada em 2009 foi da autoria do vereador do PS, Horácio Vale, que na altura integrava o projeto político da Coligação.

De acordo com os agora eleitos pelo PS, a figura do Provedor do Munícipe deveria ser entendida como um sinal de reforço da democracia participativa e da salvaguarda dos interesses das populações. Desta feita, Horácio Vale defendeu que ao Provedor do Munícipe caberia desempenhar uma função pedagógica e de mediação entre os munícipes e a autarquia, com a ajuda na resolução dos problemas suscitados e no esclarecimento dos cidadãos queixosos. Desta feita, entendem os socialistas, que a sua existência viria contribuir para a melhoria dos Serviços Municipais e para o reforço da imagem do Poder Local junto dos cidadãos.(...)

rádio vizela

publicado por José Manuel Faria às 18:37

14
Mai 18

publicado por José Manuel Faria às 14:03

13
Mai 18

"O aviso de António Costa - sem OE 2019 aprovado, demite-se -, na primeira parte da entrevista ao DN, acontece porque este maio está a ser o mais quente dos meses em matéria de contestação social desde o nascimento da geringonça e talvez apenas porque sim, porque pode.

Servirá para acalmar a rua? Nem por isso. A resposta do PCP sugere que quer manter o lume quente até outubro e novembro, quando se cozinhar em definitivo o OE 2019 e, mais importante, boa parte da agitação está relacionada com estruturas sindicais fora da esfera dos comunistas, sobretudo na área da saúde. Com uma capacidade de intervenção social muito menor, o Bloco tem uma reação que acaba por revelar o jogo fraco na mão de Catarina Martins. A líder do Bloco diz que quer ver o OE 2019 a ir "mais além" do acordado com o PS em 2015. É este o ponto. Os acordos estão a ser cumpridos e falta mesmo muito pouco para que se esgotem. O líder socialista afirma, por diversas vezes ao longo da entrevista, que nenhum dos parceiros pode apontar o que quer que seja ao PS nesse tema.

Os acordos estão quase esgotados, a economia está bem comportada, logo, que argumentos sobram a Bloco, PCP e Os Verdes para arriscarem uma crise política? No fundo, António Costa estica a corda porque... pode. Sabe que, com maior ou menor dramatização, vai ter todos os votos de que precisa para aprovar o Orçamento. A alternativa, para PCP e Bloco, é avançarem para uma crise que entregaria ao PS uma maioria absoluta que, a eles, só retiraria poder. Mas tudo isto não passa de jogo. Bem mais interessante é verificar que, tal como estava já sinalizado na moção que vai levar ao Congresso da Batalha - nunca houve verdadeiro tabu sobre acordos pós-eleitorais -, António Costa assume que quer ganhar eleições com uma agenda de esquerda. Entre a afirmação de alguma autonomia programática e a tentação de capitalizar os sucessos do governo que apoiam, Bloco e PCP vão ter uma campanha complicada de gerir se quiserem evitar o abraço do urso."

Paulo Tavares

publicado por José Manuel Faria às 10:31

12
Mai 18

publicado por José Manuel Faria às 11:38

11
Mai 18

 

publicado por José Manuel Faria às 12:29

publicado por José Manuel Faria às 12:22

10
Mai 18

 

"A propósito das notícias que têm vindo a público sobre casos de corrupção na vida nacional, montou-se uma linha de debate e argumentação que visa, entre outros, dois objectivos.

Em primeiro lugar, afirmar que são todos iguais, que os políticos, seja lá de que partido forem, estão, à partida, envolvidos em casos reprováveis, que são suspeitos da prática de um qualquer crime, com o único e exclusivo propósito de envolver nesse lodaçal aqueles que não só nada têm a ver com ele, como, desde sempre, apresentaram propostas para o prevenir.

Não foi por acaso que quando o PCP avançou com propostas diversas, das quais a última foi a definição do enriquecimento injustificado (apresentada e chumbada três vezes e de novo reapresentada), assobiaram para o lado, fizeram de conta que não viram e não se indignaram com o seu chumbo.

Mas elas visam também absolver os corruptores, sempre a coberto desse remanso colectivo em que quem precisa safa-se, procurando esconder as promiscuidades imensas, ou melhor a subordinação, de facto, do poder político ao poder económico. Assim se procura afastar as responsabilidades da política de direita (por definição ao serviço dos interesses e da gula do capital) e iludir que estes casos estão directamente ligados com as opções de entrega do património nacional aos grupos económicos e financeiros, tão evidente no processo de privatizações, das PPP, das rendas garantidas nos diversos sectores, e a autêntica plataforma giratória em que se transformaram sucessivos governos, que os agora paladinos da transparência nunca questionaram.

Visam, de facto, absolver o sistema que origina a corrupção, pois do que se trata aqui é da a natureza criminosa do capitalismo."

Os que, de forma determinada, se lhe opõem, são naturalmente avessos a tais práticas.

 

João Frazão

publicado por José Manuel Faria às 12:30

publicado por José Manuel Faria às 11:59

08
Mai 18

publicado por José Manuel Faria às 11:34

07
Mai 18

 

 


 

 

José Manuel Faria 

No DiEM25, a nossa visão não é só soundbites e slogans – inclui propostas políticas concretas e credíveis. A nossa plataforma política mostra que existe uma alternativa antisistema. Mostra também que estamos aptos a levar a Europa para um mundo melhor.
 
É por isto que vamos redobrar os esforços para expandir a nossa Agenda Progressista para a Europa – e pedimos por isso as vossas contribuições.
 
Como podes ver pelo nosso novo site, estamos no caminho certo para concluir todos os documentos dos pilares até ao Outono deste ano.
 

  • Em Abril, lançamos oficialmente o nosso  Pilar do Trabalho – coordenado pelo Jacques Terrenoire – que vai entregar o nosso primeiro Green Paper até ao final de Junho.
 
  • Hoje lançámos o nosso pilar da  Transição ecológica, coordenado pela Patrizia Pozzo e pela Ksenia Gerasimova, com a colaboração do DSC temático da Transição ecológica. Envia as tuas ideias para transition@diem25.org.
   
É uma semana preenchida!
 
Os outros pilares também estão a avançar. Estamos a avançar com o paper da Constituição Europeia e com o trabalho sobre Tecnologia e a Internet das Pessoas. Vamos manter-te a par de todos os desenvolvimentos, por isso mantenham-se atentos.
 
Nos próximos meses vamos agrupar as nossas políticas num programa político para a nossa lista transnacional - a Primavera Europeia. Juntamente com os nossos parceiros estamos a construir uma plataforma para encaminhar a ala eleitoral do DiEM25 para as eleições parlamentares de Maio de 2019. Em Junho teremos um rascunho que enviaremos para todos membros para poder ser consultado.
 
Apesar de estarmos muito contentes com o nosso progresso na nossa plataforma, não podemos cumprir o nosso trabalho sem as vossas ideias, contribuições e comentários. Portanto por favor entrem na discussão  dos processos de desenvolvimento político e façam parte da Agenda Progressiva que vai tornar a Europa muito melhor!
 
Carpe DiEM!
 
Paola Pietrandrea e David Adler da Coordenação do Conteúdo Político
 

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publicado por José Manuel Faria às 12:17

06
Mai 18

publicado por José Manuel Faria às 11:10

05
Mai 18

publicado por José Manuel Faria às 11:03

04
Mai 18

A pergunta que a Assembleia da República quer fazer ao ex-ministro da Economia Manuel Pinho é simples: é verdade, sim ou não, que enquanto era ministro recebeu através de uma empresa registada num paraíso fiscal cerca de 15 mil euros por mês do universo familiar do BES?

O que milhões de portugueses querem saber a seguir é: porquê? Ninguém imagina o BES a dar uma mesada de 15 mil euros a um cidadão só porque sim. Manuel Pinho não era um cidadão qualquer: era ministro acabado de chegar a um governo do PS, pela mão de José Sócrates. E, a fazer fé nas notícias e documentos 

publicado por José Manuel Faria às 17:55

03
Mai 18

 

publicado por José Manuel Faria às 12:06

 

O assunto foi abordado na reunião do Executivo Municipal de Vizela sessão, realizada esta manhã, foi aprovada por maioria a proposta de sétima modificação aos Documentos Previsionais de 2018. Tal como aconteceu em sessões passadas, em que o vereador do PS, Horácio Vale, criticou as constantes modificações ao Orçamento de 2018, também nesta reunião Fátima Andrade, vereadora da coligação PSD/CDS-PP, lamentou mais uma modificação ao documento o que na sua perspetiva leva a pensar que o Orçamento “foi feito em cima do joelho”, disse no decorrer da sessão. Uma das razões que levam a esta modificação aos Documentos Previsionais de 2018 tem a ver com a intenção do Município de Vizela em querer contratar, até dezembro, em regime de tarefa e avença. Fátima Andrade, que se absteve na hora da votação, referiu, em declarações à Rádio Vizela, que “desde o início se apercebeu que o senhor presidente [Victor Hugo Salgado] teria dito que a Câmara teria pessoal a mais, que não estão bem distribuídos”. Por esta razão, para a vereadora “não é preciso contratar ninguém”, basta que as pessoas que estejam a mais num serviço sejam integradas onde estão a fazer falta, “onde são necessárias”, o que no seu entendimento “daria uma credibilidade muito maior à ação do Executivo”.

Os vereadores do PS também se abstiveram na votação desta proposta. No final da reunião, Dora Gaspar mostrou-se “surpresa” com esta intenção do Executivo, liderado por Victor Hugo Salgado. “É uma incongruência. A nossa postura é de lamentar que o presidente de Câmara insista em atacar o PS e o passado quando no presente faz exatamente o oposto daquilo que diz e vai muito para além daquilo que o PS fez”. A vereadora sublinha que o PS sempre defendeu “que havia carência de recursos humanos na Câmara Municipal de Vizela (CMV), nomeadamente na área da Educação e das Obras Municipais”. Por essa razão, explicou, em 2017 o anterior Executivo criou “um vínculo para 15 precários, com contrato de trabalho a termo certo, por um período de três anos, e ouvimos o senhor presidente, na anterior Reunião de Câmara e na Assembleia Municipal, a criticar”. “Isto é lamentável, é deplorável”, afirmou Dora Gaspar. A vereadora do PS recordou também a intenção do anterior Executivo em integrar 45 precários, que na perspetiva de Dora Gaspar “fazem falta à CMV, e o presidente de Câmara veio dizer que só vai integrar 23 e que esses são suficientes”. “Depois, na prática,

publicado por José Manuel Faria às 11:52

02
Mai 18

 

 

A organização anunciou que dissolveu "completamente todas as suas estruturas"

A ETA anunciou a decisão de encerrar o seu "ciclo histórico de 60 anos".

publicado por José Manuel Faria às 18:35

01
Mai 18

publicado por José Manuel Faria às 10:18

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