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Jun 18

 

"Pierre é um viúvo solitário e misantropo que praticamente não sai de casa. Depois de muitas tentativas frustradas de o ajudar, a filha decide oferecer-lhe um computador. Para se assegurar de que o pai consegue desenvencilhar-se, pede a Alex, um técnico de informática, que lá vá a casa e lhe explique as principais funcionalidades. Pierre inicia a sua primeira incursão pela internet, descobrindo um mundo novo e um prazer inesperado. É então que, depois de várias noitadas em experimentações, se inscreve num “site” de encontros. Lá, o velho senhor conhece Flora, uma jovem muito atraente por quem sente uma ligação imediata. Com o tempo, e com o evoluir da “relação”, ela propõe o inevitável primeiro encontro. Mas, para isso se torne possível, ele só tem de resolver uma questão algo constrangedora: a foto que usou no perfil é a de Alex, não a sua.
Escrita e realizada por Stéphane Robelin (“E Se Vivêssemos Todos Juntos?”), uma comédia sobre segundas oportunidades que tem os actores Pierre Richard, Yaniss Lespert, Fanny Valette como protagonistas."

publicado por José Manuel Faria às 18:38

 Andoni Ortuzar: PNV

publicado por José Manuel Faria às 10:59

Carlos Pinto, antigo deputado do PSD e ex-presidente da Câmara da Covilhã, vai entregar hoje o cartão de militante ao presidente do partido, em protesto contra a posição favorável de Rui Rio sobre a eutanásia. 

A decisão, comunicada numa carta a que o i teve acesso (verem baixo), acontece na véspera de o Parlamento debater os projetos de lei do PS, Bloco de Esquerda, PAN e PEV sobre a morte medicamente assistida. Rui Rio é a favor da despenalização e a direção do partido deu liberdade de voto aos deputados sociais-democratas na votação que decorre amanhã.

Para Carlos Pinto, a posição do atual presidente do PSD foi a “gota de água”. Apoiar a eutanásia, escreve o histórico, é “colar o PSD a um momento de retrocesso civilizacional” e uma decisão que “marca a rutura com a afirmação humanista, mas também marcadamente cristã, que constituíram base de valores fundacionais do próprio partido”. Entre vários outros ataques à liderança de Rio, o antigo deputado garante que “o PSD de hoje não passa de um partido sem memória”.
Na semana passada, chegaram críticas ao posicionamento de Rui Rio sobre a morte medicamente assistida, vindas das bases. O PSD de Coimbra aprovou um voto contra os projetos de legalização da eutanásia, exigindo uma discussão interna do tema. “A Rui Rio só se conhece uma posição genérica, em abstrato, no capítulo de um livro. O PSD é democrático, não é presidencialista”, disse o presidente da concelhia, Nuno Freitas.(...)

publicado por José Manuel Faria às 10:11

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