


Para Carlos Pinto, a posição do atual presidente do PSD foi a “gota de água”. Apoiar a eutanásia, escreve o histórico, é “colar o PSD a um momento de retrocesso civilizacional” e uma decisão que “marca a rutura com a afirmação humanista, mas também marcadamente cristã, que constituíram base de valores fundacionais do próprio partido”. Entre vários outros ataques à liderança de Rio, o antigo deputado garante que “o PSD de hoje não passa de um partido sem memória”.
Na semana passada, chegaram críticas ao posicionamento de Rui Rio sobre a morte medicamente assistida, vindas das bases. O PSD de Coimbra aprovou um voto contra os projetos de legalização da eutanásia, exigindo uma discussão interna do tema. “A Rui Rio só se conhece uma posição genérica, em abstrato, no capítulo de um livro. O PSD é democrático, não é presidencialista”, disse o presidente da concelhia, Nuno Freitas.(...)