23
Dez 18

publicado por José Manuel Faria às 11:24

publicado por José Manuel Faria às 11:07

publicado por José Manuel Faria às 10:25

22
Dez 18

publicado por José Manuel Faria às 12:06

publicado por José Manuel Faria às 11:52

A senhora esteve muito distraída, a manifestação foi descaradamente apoiada pela generalidade da comunicação social portuguesa, indicando até os locais das concentrações, entrevistando os tais ditos organizadores, e se alguns poucos escreveram sobre ligações á extrema-direita, que como se viu , foi a realidade, foi porque centrais -sindicais, e algumas personalidade políticas isso referiram. Quanto ás ditas reivindicações um conjunto de propostas, confuso contraditório, e nada mobilizador. Aumento do salário mínimo nos privados, mas com o Estado a contribuir, em suma os contribuintes a pagarem os aumentos de salários nas empresas privadas....e os patrões metiam os lucros ao bolso?

João Ruão

publicado por José Manuel Faria às 11:44

21
Dez 18

publicado por José Manuel Faria às 22:13

 

publicado por José Manuel Faria às 12:27

Quero contar-vos algo muito sério. Não sei se aconteceu, se aconteceu a esquerda caiu na primeira casca de banana de Steve Banon, o líder da extrema direita, que pode ter chegado a Portugal.

Não estou preocupada agora com a força da extrema-direita em Portugal, são poucos, fortemente associados a actividades criminosas, sem propostas sofisticas para o país. Mas isto pode mudar, não a curto mas a médio prazo. E se sim, estamos em perigo, como país civilizado. Este bloqueio mobilizou pessoas comuns em defesa de proposta justas, inspirados na França - salário mínimo, descida de impostos. E foi desmobilizado pelos media que aderiram, junto com o Governo, à ideia de que esta era uma manifestação de extrema-direita. Ao insistentemente dizerem que era da extrema direita desmobilizavam o sector de esquerda que poderia participar massivamente. Mas ao falarem tanto da manifestação, os media e o Governo acabaram por a mobilizar.

Ora, esta pode ter sido - pode, não sabemos - uma táctica de contra informação de guerra: é na base desta contra-informação, adquirida no Vietnam, que trabalham a Cambridge Analitics e Steve Banon, o estratega que levou Trump e Bolssonaro ao poder. A ideia é a seguinte: pega-se num mal estar social real, mobilizador, diz-se que é de extrema-direita, a esquerda sai, e fica a direita extrema a dirigir. É curioso que, se não me falha a memória, o primeiro jornal em Portugal a dizer que o protesto era de extrema direita foi justamente o Correio da Manhã, o jornal mais à direita em Portugal. .

A minha opinião sobre isto, preocupada com a democracia, é que a esquerda e sectores democráticos devem encabeçar protestos justos, e não deixar esse espaço vazio para ser ocupado. Sair de um lugar é garantir que outros o ocupam porque a política tem "horror ao vazio".

O exemplo francês de como a extrema-direita foi derrotada é um bom exemplo. O protesto começou, os media informaram que era de extrema-direita, assim estiveram 3 semanas, mas o protesto aumentou, os sindicatos passado uns dias aderiram bem como os partidos de esquerda, e no fim Marie Le Pen saiu das manifestações dizendo que já não as apoiava...

Como tudo isto se baseia em premissas cujos factos na realidade se desconhecem, tal tese por agora pertence ao campo da especulação. As práticas de contra informação de guerra da CA e Steve Banon essas estão publicadas e baseiam-se de facto no Vietnam. Também não acho que foi isso que levou Trump ou Bolsonaro ao poder, há mais, mas ajudou.

Seja como for tantos aqui me perguntaram se eu não estava na minha página a dar espaço a uma manifestação de extrema-direita. Primeiro eu não acho que a minha página sirva para proselitismo, eu escrevo sobre a realidade, mesmo quando ela não é o que eu desejaria. Segundo, mantenho inalterada a minha posição inicial - sou a favor de populações que lutam por um sistema fiscal justo e salários decentes. E sou contra a extrema-direita, que na realidade não é sequer uma ideologia tout court como tantos pensam, mas uma associação criminosa.

 

publicado por José Manuel Faria às 12:01

20
Dez 18

Expresso

publicado por José Manuel Faria às 12:09

publicado por José Manuel Faria às 11:45

19
Dez 18

O comissário europeu para os Assuntos Económicos disse, esta terça-feira, que a França não será sancionada se o défice público ultrapassar os 3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, mas pediu que o Governo “seja sério no futuro”.

Venham daí as luminárias dissertar sobre as virtudes de um número, 3%, escrito nas costas de um guardanapo, para tapar a boca dos opositores, e sobre o desígnio da austeridade saudável. E recorde-se a chantagem do défice, qual guilhotina pronta a cortar a credibilidade financeira, tão presente como arma de arremesso quando a geringonça se estava a constituir com alternativa ao governo daquele se sentou em Salazar.

Não é a primeira vez; regista-se mais esta iteração da história dos porcos que são mais animais do que os outros.

“Sério”, diz o farsola. Façam-se, depois, machetes sobre o inacreditável crescimento dos populistas.

Aventar

publicado por José Manuel Faria às 12:10

18
Dez 18

Era longa a agenda de trabalhos da reunião do Executivo Municipal de Vizela, que se realizou na terça-feira, dia 18, na Tenda de Espetáculos na Praça do Município. Ao todo, a vereação discutiu e votou – não todas por unanimidade – 22 propostas.

Mas o tom subiu no momento seguinte e que dizia respeito ao período de intervenção dos vereadores e quando Victor Hugo Salgado percebeu que Fátima Andrade não havia pedido para intervir. Disse estranhar tal posição:Por duas vezes veio à reunião de Câmara dar nota de que Vizela só é notícia pela negativa. Reuni recortes dos últimos dois meses que comprova o contrário. Faço isto porque não pode destacar o negativo, quando o positivo é grande”. Mas o autarca não ficou sem resposta. “O senhor entendeu tudo ao contrário e não pode pensar que é o dono da verdade, tem que dar liberdade de expressão aos que se querem exprimir. Em nenhum momento critiquei o Município, e o senhor tem esse conhecimento do que sai em todos os jornais porque tem um assessor de Comunicação só para si. Eu trabalho, tenho uma vida preenchida e não tenho tempo de ver os jornais. No entanto, nunca foi ao Executivo que imputei qualquer crítica. Tenho respeito pela Comunicação Social mas posso lamentar, como aconteceu. Até àquela altura Vizela fez coisas boas e não tinha sido notícia e qualquer coisa mais negativa é logo publicada por aquele jornal [Jornal de Notícias]”. E continuou: “Se não consegue admitir que se há pessoa que elogia as atividades desenvolvidas por esta Câmara sou eu, então está a agir por má fé”. Neste período quis intervir também Dora Gaspar e fê-lo para relembrar, na última reunião camarária do ano 2018, para lembrar as cerca de 20 propostas/recomendações apresentadas pela oposição PS ao longo do presente ano. No final, ao RVJornal, a vereadora socialista explicou que o fez para mostrar que o “PS não faz oposição destrutiva”: “Fazemos alertas sobre o que achamos que não está bem, sobre as violações aos Regulamentos que têm sido sistemáticos. Temos uma visão diferente do Executivo e ao contrário do que passa para a opinião pública, provamos que não é verdade, que queremos o melhor para Vizela e para os vizelenses”. 

rvjornal

publicado por José Manuel Faria às 18:22

publicado por José Manuel Faria às 12:07

Os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e os sininhos de Natal têm chamado a atenção para a situação da pobreza em Portugal. Os pobres e quase-pobres que vivem no nosso país serão um terreno propício às marés negras que vemos algures? É interessante observar como alguns dos que lamentam a pobreza no nosso país nesta altura do ano são os mesmos que repudiam os impostos sobre as grandes fortunas, os altos rendimentos, e as transacções vultuosas, são os mesmos que têm a perspectiva rentista de pôr o dinheiro a salvo e a render seja onde for, são os mesmos que discutem o aumento do salário mínimo, euro a euro, que são “tão bons” que já pagam 630 euros a alguns a quem podiam pagar 580. São os que exigem “menos Estado”. Enfim, são os mesmos que apoiam os filhos para estarem com os sacos à porta dos supermercados, porque isto de dar aos pobres “empresta a Deus” e sempre é melhor ir pagando um seguro para a eternidade para além do seguro de Saúde.

publicado por José Manuel Faria às 11:54

17
Dez 18

É preciso apurar todas as responsabilidades." Foi assim com as armas roubadas à PSP. Foi assim nos incêndios. Foi assim em Tancos. Foi assim na pedreira de Borba. Foi assim na queda do helicóptero. Onde estão as responsabilidades afinal?

publicado por José Manuel Faria às 12:00

16
Dez 18

publicado por José Manuel Faria às 10:27

Era a intervenção mais aguardada do dia. “Aí é que o congresso vai começar”, comentou com o Observador um militante da Juventude Socialista à entrada do complexo municipal de Almada, onde decorre este sábado o XXI Congresso da JS. O discurso de Pedro Nuno Santos, sabia-se, podia ser o momento alto do congresso — tal como o foi na reunião magna do PS em maio deste ano. O silêncio que reinou entre os congressistas ao longo da meia hora durante a qual o Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares falou foi sintomático.

Habituado a conquistar plateias com os seus discursos, e perante uma audiência que lhe era tremendamente favorável, Pedro Nuno Santos iniciou a sua intervenção pelo “elefante na sala”, como o próprio designou. Coube ao ex-secretário-geral da JS.

publicado por José Manuel Faria às 10:18

15
Dez 18

publicado por José Manuel Faria às 11:13

publicado por José Manuel Faria às 11:05

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