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Set 19

Salvar o Serviço Nacional de

Saúde da ruptura
Os serviços públicos, como a Saúde, a Educação, a Habitação e os Transportes colectivos são essenciais, sobretudo, para as classes mais pobres. A austeridade da
direita e o desinvestimento da Geringonça empurraram
os nossos serviços públicos para a ruptura.
O MAS luta contra as pressões privatizadoras dos poderes económicos e contra o esbanjamento dos sucessivos governos. Investir nos serviços públicos exige parar
de enterrar o nosso dinheiro na banca. O MAS propõe:
Investir no Serviço Nacional de Saúde para
acabar com as listas de espera
Fim de todas as PPP
Actualização de carreiras e salários de todos os
profissionais dos Serviços Públicos
Aumentar a contratação nos Serviços Públicos
Portugal é dos países com maiores desigualdades sociais. Os salários de quem trabalha são muito baixos e
os rendimentos do poder económico e financeiro são
gigantescos. As pensões são baixas e a idade da reforma não pára de aumentar. Estes probemas agravam-se
entre mulheres, negros, imigrantes e LGBT. Por isso é que
o MAS propõe que o crescimento do país, dos últimos
anos, seja devolvido aos trabalhadores e pensionistas.
Aumento do salário mínimo para €900
Reformas por inteiro aos 62 anos e 36 anos de
descontos
Aumento geral e imediato de salários em €100
Salário igual para trabalho igual
Fim das Empresas de Trabalho Temporário
Os buracos financeiros têm levantado muitas suspeitas, algumas condenações mas nenhuma prisão de banqueiros
ou grandes empresários. Gestão danosa, corrupção e incompetência são premiadas com impunidade.
O Governo PS, em 4 anos, enterrou mais €9 mil milhões
públicos na banca, valor superior ao injectado pelo anterior
Governo PSD/CDS-PP.
Este é precisamente o dinheiro que falta em investimento nos serviços públicos, em melhores condições laborais,
salários ou na defesa do ambiente.
Basta de enterrar dinheiro público na banca
Nacionalização da banca intervencionada
Auditoria imediata à dívida pública.
Precisamos construir uma sociedade livre da violência sobre as mulheres, assim como
da violência sobre os negros e negras, os imigrantes e as LGBT. Uma sociedade livre de
opressões, que defenda os direitos conquistados, salários dignos e a garantia de acesso a serviços públicos de qualidade. A ingerência de Trump e da UE em vários pontos
do mundo só gera guerra e a deslocação de milhares de seres humanos, estimulando
organizações terroristas e de extrema-direita. O MAS propõe:
Penas mais duras e efectivas para agressores machistas, racistas e LGBTfóbicos
Investir numa rede nacional de creches públicas e de qualidade
Ninguém é ilegal, direito irrestrito de asilo.
Salários e pensões miseráveis, carreiras congeladas, muita precariedade, horas extraordinárias intermináveis,
condições de trabalho deploráveis e idade da reformas a
caminhar para os 70 anos. Estes problemas são ainda mais
graves entre as trabalhadoras, negros, imigrantes e LGBT.
A nossa economia e os lucros das empresas nacionais estão
dependentes de uma crescente quantidade de trabalho não
pago, o que tem estado na origem de importantes greves
no sector público e no sector privado.
O Governo PS responde às greves determinadas em alcançar vitórias e melhores condições de vida com requisições civis, “serviços máximos” e até as forças armadas,
destruindo o direito à greve, à semelhança de regimes autoritários. BE, PCP e o movimento sindical têm de colocar
um fim à cumplicidade com o PS e começar a construir uma
alternativa governativa verdadeiramente de esquerda, independente do PS. Têm de se mobilizar clara e determinantemente em defesa do direito à greve.
A economia capitalista mundial depende e é controlada pela grande indústria
automóvel, petrolífera e financeira, cujas fortunas estão dependentes do contínuo consumo de combustíveis fósseis. O sector dos combustíveis é estratégico, como demonstrou a recente greve dos motoristas, pelo que deve ser renacionalizado para salvaguardar a sustentabilidade ambiental. O MAS propõe:
Nacionalização das indústrias automóvel e energética para investir na criação
de milhares de empregos em sectores ambientalmente sustentáveis, até 2030.

 

publicado por José Manuel Faria às 19:20

publicado por José Manuel Faria às 11:15

publicado por José Manuel Faria às 11:12

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