
"Defende a CDU que “não há honestidade nem seriedade na apresentação dos programas, discutindo-se o supérfluo em detrimento do essencial, numa luta desigual”. Entende, por isso, esta força política que “o voto acaba por não ter o valor dum voto democrático mas é antes comprado com sacos, canetas, falsas promessas e festas publicitadas em enormes outdoors esbanjadores de dinheiro dum povo carente, num país e concelho onde há fome”."
"E acrescenta: “Os sorrisos e as palmadinhas de campanhas virarão agruras do dia a dia. Cada voto é uma assinatura para o rumo do futuro e o analfabetismo político em nada o promove ou defende”. "