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Jul 08

Os sectores da saúde e do ensino, fundamentais para o desenvolvimento do País estão cada vez mais entregues ao sector privado cuja razão principal do deu ser é a obtenção do lucro. O que digamos é normal. Com o tempo e as necessidades que tenho tido leva-me a qustionar a necessidade de estes sectores serem privatizados. Ando numa fase "radical" estatal.

 

Os médicos são formados pelo estado, os contribuintes pagam o seu curso ( os alunos pagam agora propinas cujo valor é reduzido tendo em conta os custos), estes anos depois constroiem clinicas levam preços altíssimos e cuidam dos doentes com um cuidado melhor. Grande parte dos médicos têm 7 ofícios ( trabalham em vários lugares).

 

Com uma medicina estatal obrigatória, bem paga. Em hospitais ou centros de saúde bem localizados em todo o país servindo os doentes em todas as especialidades tornaria o sistema igualitário para os utentes e os médicos em pé de igualdade. Os melhores poderiam ser recompensados. As administraçóes competentes não governamentalizadas e seleccionados por mérito.

 

Os docentes formados em Universidades estatais pagas pelos impostos dos portugueses com investimentos centrais formariam especialistas  para servirem os alunos em todos os cursos , do ensino obrigatório ao Universitário. As escolas privadas desapareceriam com o tempo por falta de "clientes". Milhares de professores são os mesmos no privado e no público. os exames nacionais são estatais. A diferença é o modelo de organização e contratação de profissionais. As escolas estatais seriam imparciais com controle de qualidade. Poderia haver diversidade curricular e autonomia nas esolas do estado. A bibliografia, a ciência não é a mesma?

 

E o tratamento do médico no cosultório privado e no centro de saúde é o mesmo? 

publicado por José Manuel Faria às 13:32

comentário:
Provavelmente, seria o modelo ideal. Mas tendo em conta a actualidade e para onde vai, seria de difícil implementação.

Contudo, eu admito a coexistência dos dois sistemas (privado, público), o que não admito é parasitarem e imiscuírem, de um sistema para o outro, de modo a tirar proveito. E se tivesse que escolher, escolheria sempre o que mais vantagens tem, o que é universalista e está sujeito ao sufrágio universal: o Público.
Marco Gomes a 26 de Julho de 2008 às 15:40

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