Insistes nessa história da partidarite sindical, Zé Manel. Mas há que saber separar o conhaque do trabalho e não sei, sinceramente, nem me interessa saber, a cor do cartão de quem me rodeia. E mesmo que soubesse não creio que a partidarite seja osmótica. Abraço e obrigado pelo reforço positivo
Td bem Miguel acredito na tua pureza. Não da de outros que fazem da vida sindical trampolim político ( candidatos autárquicos, candidatos a deputados ou dirigentes nacionais de partidos). É a verdade.